Minha História no Alfa

Escrever minha História

27/03/2017 - Matheus Vinicius Rosa dos Santos

medicina/fag I-2016/fag I-2017/ UNIOESTE

Matheus Vinicius Rosa dos Santos

Minha história no alfa começou no primeiro ano do ensino médio. Quando a gente está nessa idade - e deseja medicina - é típico de pensarmos que estudamos o bastante para passar, mesmo que o prof. Joãozinho sempre fosse na sala, mostrasse uma tabela de horários que estatisticamente os alunos deveriam estudar em cada ano para ter a aprovação mais brevemente possível, nós pensamos que será fácil demais. Lembro-me claramente de quando ele circulava as 7 horas que extensivo deveria estudar e falava: "Quando vocês chegarem lá vocês serão OBRIGADOS a estudar isso, enquanto isso, cada ano que vocês NãO ESTUDAM CORRETAMENTE,como a coordenação orienta, significa um ano A MAIS no cursinho". Claro que sem maturidade eu pensava que era baboseira e que minha aprovação estaria em uma bandeja me esperando... Ainda bem que aprendemos com os erros, porque realmente não foi isso que aconteceu. Passados o primeiro ano do ensino médio, o segundo ano do ensino médio, sem estudar profundamente, não seguindo as dicas da coordenação a risca, cheguei no meu terceirão convicto que seria meu ano. Eu estudava até as 22:50 todos os dias, fiz o planejamento de estudo com o tio Luiz, mas não era humilde o suficiente para segui-lo, só porque eu fazia redação particular achava que era desnecessário ver as aulas do colégio, perdia algumas aulas de português, também... e assim fui acumulando ERROS que me fizeram não passar em NENHUM vestibular, chegando em agosto, setembro, eu não aguentei a pressão e comecei a desistir: que tombo, que sofrimento. Meu primo que era minha inspiração estava indo pro segundo ano de medicina na unioeste, vi muitos amigos meus irem para a faculdade, vi amigos meus passando e eu continuando pra dar início ao cursinho. Pessoas muito especiais continuaram comigo no meu primeiro ano de cursinho, e agradeço muito a elas por terem ficado ao meu lado nessa fase e por termos sofrido muito juntos. Nesse ano, eu decidi que eu iria estudar MUITO, que eu ia aguentar até o final, porque mesmo tendo abandonado em setembro do ano anterior, recebi um estímulo quando vi que fiquei bem colocado na UNIOESTE, além de conseguir passar no concurso de bolsa com meia bolsa. Novamente eu ficava até as 22:50 no colégio, todos os dias, e depois, novamente indo contra a orientação, comecei fazer academia 23h, chegava em casa 00:30, conseguia dormir só 1:30, tinha uma qualidade de sono deplorável de 4:30 horas. Uma coisa que me motivou a continuar nessa rotina foi a explosão de alegria quando eu passei na FAG pela primeira vez, aquele êxtase me fez pensar que era isso que me faria passar na sonhada universidade pública, enganando-me que só me matando eu atingiria minha meta. chegou em julho eu tava ESGOTADO, o que salvou aquele meu ano foi conhecer a minha namorada e ter meus amigos que faziam minhas manhãs mais animadas e, principalmente minha namorada, fazia minha rotina de tarde muito melhor, porque ela estava comigo se matando de estudar, também. Mas eu ainda cometia o erro de não ouvir a orientação e continuar me matando até muito tarde e achava que estava fazendo certo. O prof. Joãozinho sempre dizia: "max, assista todas as aulas", mas eu teimava e continuava não assistindo algumas de redação (avancei em assistir todas de português). Chegou no final do ano, esgotado, sendo animado apenas pela minha família, minha namorada e meus amigos, mas sem motivação própria nenhuma, fiz o vestibular da UFPR pra Curitiba, pontuando 63 pontos, eu estava radiante, no ano anterior havia sido 55 o corte, tive um pico de felicidade, larguei todas as matérias e comecei freneticamente estudar específicas, sem orientação NENHUMA, foram duas semanas de biologia e química intensos, até eu ver que o corte foi 64... que tombo. Como voltar a rotina? Me perdi total, comecei a estudar pra UEL, um monte de humanas, esquecendo das específicas e de exatas, foram erros catastróficos, fiz enormes linhas do tempo, cartazes, não resolvia prova e nem fazia exercício, larguei a academia, continuava me matando de estudar errado, quando chegou janeiro e a UNIOESTE, eu estava ACABADO. Lembro-me que no meio de alguma semana antes da unioeste saiu o resultado do SISU, vi muitas pessoas que eu admirava passando, muita gente importante saindo mais um pouco da minha vida, que peso, sei que muitos que estudam sentem isso, e dói, como dói. Fiz a unioeste esgotado, no fim do segundo dia abracei minha mãe chorando e disse: "novamente não vai dar", ela chorando me disse pra continuar, que ela estaria comigo e que eu podia desistir, porque ela estava ao meu lado pra TUDO que precisar, minha namorada também me reeanimou e voltamos pro foco... no dia seguinte teve prova de bolsas do Alfa, eu passei, consegui 100% e fui conversar com o joãozinho, ele me disse que a orientação pedagógica está lá pra ser usada, que eu preciso conversar com a direção SEMPRE, que eles querem me ver passando e vão me orientar, vão mostrar qual o caminho que eu preciso tomar. Depois de ouvir isso eu falei pro joão e pra minha mãe que estava do meu lado: "eu não vou decepcionar vocês". Comecei o segundo ano de cursinho, muito mais fortalecido, alguns amigos meus ainda permaneceram ao meu lado e minha namorada estava comigo, iniciando comigo esse ano tão decisivo, minha família estava ao meu lado e agora me dei conta que podia contar com a equipe ALFA. Meu Deus como sou grato a força que tive dessas pessoas, fiz planejamento de estudo, novamente com o tio luiz e o honrei, já que estudava até as 22:50, só que consciente do que eu tava fazendo, passei na fag, mas não fiquei 100% realizado porque minha namorada nao passou comigo, mas em seguida ela foi aprovada na PUC - CURITIBA e consegui atingir TOTALMENTE MINHA FELICIDADE e comemorei MUITO com ela e nós dois estamos em êxtase e motivados para aquele ano. Depois de todo simulado eu ia falar com a direção, depois de cada vestibular eu levava minhas notas pra eles, assisti TODAS, ABSOLUTAMENTE TODAS AS AULAS, fui em absolutamente TODAS as revisões de sábado, fiz aula particular de redação e continuei assistindo TODAS as do colégio, o professor é incrível, tem um conhecimento de mundo FANTÁSTICO, sem a ajuda dele eu nunca teria os intertextos que eu tive pra fazer minhas redações, perder qualquer aula dele era perder conhecimento e MUITO conhecimento. Como nos anos anteriores eu não fazia nenhuma aula extra atlém da redação, eu não dava muito valor ao meu domingo, mas no segundo ano de cursinho eu fiz aula particular de Física, também. Então, seguindo o lema "aula dada é aula estudada no dia" eu usava basicamente meu domingo pra fazer TODOS os exercícios da aula particular, assim como revisar simulados e tentar cumprir todos os exercícios da semana, mas sem neura, eu seguia meu planejamento, não deixava de estudar nenhuma matéria, era só pra fazer o máximo de exercício possível. Eu sempre fiz TODOS os simulados e isso continuou igual, simulado é muito importante, é obvio, está no nome "simulado", você vai poder simular o vestibular pra saber como você está indo, como funciona seu psicológico na hora da prova, o que você precisa melhorar, é totalmente ilógico perder simulados. Aos sábados eu estudava a matéria de quinta e fazia uma redação e aos domingos, se sobrasse tempo, eu fazia outra redação. Quando tinha simulado no sábado, eu abdicava de resolver exercícios que faltaram da semana e corrigia o simulado com as questões comentadas dos professores no site do colégio, isso me ajudou muito a fixar aquilo que ainda estava incerto na minha cabeça, como diz o joão : "PRA NUNCA MAIS ERRAR". As aulas de filosofia foram muito importantes pra eu desenvolver o senso crítico e ter mais intertextos pras minhas redações, não perdi NENHUMA, também, além do mais o professor atual é MUITO bom, e mesmo não gostando do outro que entrou no final do ano, eu assitia todas igual. Chegou no fim do ano, eu estava com muitos amigos que foram ESSENCIAIS pra mim e vou manter amizade pra sempre, eu e minha namorada estávamos fortes pra fazer os vestibulares, ela me apoiando MUITO, sou totalmente grato a ela, como diz a minha mãe "existe o Matheus antes da isabela e depois da isabela". Fiz o enem, com todo aquele cansaço daquela prova mega longa, mas eu já estava treinado, devido a todos os simulados feitos; fiz a Federal pra Curitiba de novo, e consegui 66 questões, fui falar com o joão e ele me disse "NÃO ABANDONA A UNIOESTE, UM DE CADA VEZ", eu segui o conselho e fiz a unioeste, fui pra federal segunda fase, voltei da federal e fui pra UEM. No final do ano eu estava esperando o ENEM, a UNIOESTE e a FEDERAL, única que eu sabia que não daria era a UEM. Saiu UNIOESTE, fiquei em 21, não iam me chamar, saiu ENEM, eu não tinha pontuação pra passar na primeira chamada do ano anterior, saiu UFPR eu fiz nota pra passar no ano passado, mas a nota aumentou e eu fiquei em 136, em Curitiba, outra que não vai me chamar. Veio o sisu, eu passava no segundo dia, fiquei longe no terceiro dia, mas como a nota aumentou se parasse naquele dia eu talvez seria chamado, porque muita gente tira depois que a nota sobe muito, o MEC aumentou 2 dias para as incrições no sisu, a nota aumentou mais, no segundo dia eu passaria em todas as faculdades que eu escolhi, no terceiro em só 3, no quarto em 1, no quinto, em nenhuma. Fui falar com o joão e com o Luiz, nenhum podia me dar certeza, mas o joão disse "Só tem sorte quem aposta", foi a frase que decidiu minha vida. Coloquei minha nota pra faculdade dos meus sonhos, UNIOESTE- CASCAVEL, mesmo que muita gente me aconselhasse por em outro lugar, eu apostei. Fiquei em sétimo na lista de espera, mas... a notícia era que esse ano estavam sem expectativa pra lista rodar, que tombo. Mantive contato com uma VETERANA minha que acompanhou todo o povo que entrava e me motivava dizendo que "vai dar bom", desmotivado:Voltei pro cursinho. Voltei a estudar todas as matérias, voltei a fazer todas as matérias do dia, perdi 2 aulas na primeira semana porque tive médico, e mais 4 aulas na segunda semana por causa de uma cirurgia no olho que eu fiz de manhã, mas a tarde eu estava na aula, com um tampão, assistindo todas as aulas. Quando no dia 15 de março, as 16horas, eu no integral, saiu o resultado da minha aprovação, a pessoa que eu vi por primeiro foi a minha namorada, que esteve comigo 25horas por dia, 8 dias por semana, 368 dias do ano, foi a melhor sensação da minha vida. TUDO VALEU A PENA NAQUELE MOMENTO. Cada dia de estudo, cada pergunta aos professores, cada suor por carregar milhares de livros na rua, cada noite mal dormida, cada vergonha que eu tinha em sala de aula sendo a pessoa aleatória dos professores, tudo. O professor chuchu fala sempre uma coisa quando ele percebe que a sala ta meio desanimada: "só passa quem não desiste", o professor kiolo fala "Nunca seja menor do que seu SONHO", o professor estevão fala "Vamos anotar a tarefa", o professor sotenez tenta falar "REVISA A MATÉRIA, tchupichi", o panda fala "hopi hopi, jovens", o rodrigo fala "bom dia, gente", o oli fala "vai bater, vai bater, bateu" e o schina fala "MAOOOOOO, olha o pazuzu", juntamente com o joao dizendo "OOO VESTIBÁ", esses e toda a equipe estão ao seu lado, são essas pessoas incríveis que vão te passar o conteúdo pra sua aprovação e assim como eles acreditam no trabalho deles, acreditem no SEU estudo, acreditem em vocês, porque esse conjunto e obra vão trazer sua aprovação. Vista a famoooosa "sandalhinha da humildade" e entre naquela fila, que por mais que tenha gente que consiga furá-la e você permanece no seu lugar por mais um tempinho, eu tenho CERTEZA que vai chegar a SUA vez, NUNCA DESISTA, por mais difícil que esteja seu ano, caminhe, um passo de cada vez, uma questão de cada vez, a cada segundo você está um pouco mais perto da sua aprovação, abdique de muitas coisas, mas nao de tudo, tenha amigos, tenha namorada, tenha família, tenha DISCIPLINA, tenha fé e confie nessa equipe maravilhosa, que eu não tenho dúvida que sua aprovação vai chegar. Muito obrigado a Deus por essa conquista, a minha família que me acompanhou a todo momento e me deu MUITA força, aos meus amigos que me animaram, a minha namorada que me transformou, deu-me todo apoio e companhia do universo e levantou-me depois de cada tombo, professores e direção que estiveram ao meu lado durante toda minha jornada, mas que dei atenção apenas no meu segundo ano de cursinho, tias da limpeza, paty (saudades), tias da catraca, cal, cantinas, etc, vocês todos foram essenciais pra esse momento único da minha vida!!!!! E vocês que permanecem ai, eu também ja permaneci, nesse lugar onde você está, vendo as aulas que você assistiu e garanto, a sua vaga te espera no final do ano, NÃO DESISTA! NÃO SEJA MENOR QUE SEU SONHO! FAÇA AS TAREFAS! DIGA BOM DIA COM FELICIDADE! TA TUDO BEM, E MESMO QUE NÃO ESTEJA, CONTINUE! REVISE! E PASSE! EU PASSEI E É NA MELHOR DO SUL DO MUNDO!!! É MED UNIOESTE!!!!

09/03/2017 - Gabrielly de Barros

MEDICINA - UNIOESTE

Gabrielly de Barros

Quando somos crianças,idealizamos uma profissão e, ao longo da nossa adolescência, ou passamos a nos apaixonar por sua prática ou tendemos a abandona-la. Comigo a primeiro opção prevaleceu em todas as fases. Sempre estudei em colégio público e o sonho da Medicina parecia distante até o terceiro ano do ensino médio. Nesse mesmo ano, afim de tornar a realização desse sonho possível, me matriculei no extensivo Alfa Cascavel, como estava no terceirão da escola pública, optei por fazer cursinho de manhã, mesmo sabendo da limitação do tempo de estudo, já que teria que terminar o colégio no período da noite. Não foi fácil, tive um choque de realidade ao perceber que eu não havia visto a maioria dos conteúdo. Para mudar esse quadro de total "analfabetismo de vestibular", fiz um plano de estudos com o tio Luiz, que devido ao colégio público, ia de domingo a domingo, quase sem pausas. Eu tinha que aprender todas as coisas, por isso nenhum conteúdo poderia ser deixado para trás e conseguinte nenhuma aula, nos primeiros dois meses tive dificuldade em me habituar a rotina -muitos exercícios e pouco tempo - , perseverei e logo tudo passou a fluir. Foi um ano intenso, soei sangue, perdi muitas saídas de sábado a noite e muitos almoços em família no domingo, me afastei de tudo que pudesse tirar o meu foco. Quando chegou as provas do final do ano, eu tinha consciência que havia feito o meu melhor, mas que talvez ainda não fosse minha vez na fila. Fiquei próxima de ser chamada na Unila e tive um bom resultado na Unioeste, mas como eu sempre digo: "quem quase passou, ainda não passou". Comecei 2016 com todo o apoio da minha família, bom... claro que tinha pessoas que falavam que eu não iria conseguir. Mas, se tem uma coisa que eu aprendi, foi a acreditar no que o prof Joãozinho dizia, e segundo ele, esse seria o meu ano. Vamos lá, tudo de volta, dessa vez mais habituada, mais rápida, mais centrada, tudo melhorou, eu ficava encantada com cada degrau avançado, a física ficou mais fácil, a redação mais elaborada, a biologia menos complexa. Vi o quanto o ano anterior tinha sido importante para a consolidação do conteúdo. Agora era só relembrar e para isso,assisti todas as aulas, todas as revisões de sábados, fiz todos os exercícios - inclusive de conteúdos que achava fáceis, afinal, são esses que não podemos perder na hora da prova- , fiz diversos resumos rápidos e toda semana tirava um tempo para fazer revisão sozinha - isso foi uma das peças chaves -. Simulados, fiz absolutamente todos, pois treinar o tempo e as condições do vestibular são essenciais para um bom desempenho na hora da prova. Após o simulado eu SEMPRE ia falar com o prof João, ele me orientava em quais pontos melhorar e como otimizar mais o meu estudo. Sem dúvida, ele foi uma âncora, meu pai Alfa, e com pais a gente não discute, só obedece e acredita. Eu gosto de assimilar essa fase com o a alegoria da caverna de Platão, pois realmente, toda a equipe alfa me retirou da caverna, me mostrou o caminho e tornou os sacrifícios do meu sonho um fardo leve. Sem dúvida, os professores me ajudavam muito, eu procurava muito eles e tirava todas as dúvidas, mesmo que eu achasse que fossem "bobas" . Os profs do integral me ajudavam a por em prática o aprendido e a bunda chegava a doer de tanto ficar nessa salinha - ficava até o alfa fechar. Foram em média 14/15 horas por dia dedicada ao estudo. Metade do ano, uma boa colocação no vestibular da UEPG, "é agora", "vai dar", "sua hora está quase". Acreditei fielmente nisso. Final do ano, vestibular da FAG, um fracasso!! Vestibular da UFPR, nem aprovada para a segunda fase. Nesse momento, perdi o chão, já me imaginei em mais um ano de cursinho e foi difícil de me recuperar. Mais uma vez, meu pai Alfa foi me consolar, enxugar minha lágrimas e dizer que acreditava em mim. OK, vamos lá, né!! Tem Unioeste 10 vagas, mas eu só preciso de uma. Super unioeste, revisei tudo, fiz muitas provas, treinei absurdamente a redação e nessa época aumentei minhas horas de estudo. Finalmente, o grande dia chegou. Vestibular UNIOESTE. Fazer Medicina em casa, que sonho! Bom, só posso dizer que a prova, simplesmente, foi para mim, minha vez na fila, finalmente, chegou. Quando saiu o resultado (segunda chamada), ao ver meu nome na lista, não lembrei do sofrimento e cansaço do dia a dia, mas sim do quanto valeu a pena. Hoje, já matriculada no curso de medicina da unioeste, agradeço do fundo do coração a toda a equipe alfa, desde as minhas amigas dos serviços gerais, até ao grande diretor dessa instituição, sem deixar de colocar aqui a minha imensa gratidão as minhas 3 amigas de guerra -choramos juntas, lutamos juntas, revisamos juntas e vencemos juntas, nós passamos!- Ao meu namorado e a minha família amada. Para concluir esse textão, só tenho a dizer que o alfa foi fundamental, mas obedecer e seguir o plano de estudo foi essencial e manter uma linearidade foi preciso -vc não está em uma corrida de 100m-. Vai dar certo, acredite em você, todos podemos. Não deixe que energias ruins te afete, ano de vestibular é ano de paz espiritual, se afaste do que te afasta do seu sonho, afinal.. o único responsável por ele é você. Um grande - não mais tão grande assim - pensador do Alfa sempre dizia "não diminua seu sonho, aumente seu esforço". Sucesso à todos e um grande beijo.

06/03/2017 - Tayonara Neppel

Medicina - Unioeste, UFPR, UNIPAMPA

Tayonara Neppel

Medicina sempre foi um sonho que eu julgava impossível. Prestei o vestibular da UNIOESTE no final do ensino médio e não consegui passar, decidi então, fazer outro curso. Por vezes pensei em desistir e voltar a estudar pro vestibular, porém, a incerteza da aprovação me manteve na faculdade até bem perto do fim do curso. Até que um dia eu refleti sobre minha vida e se o futuro que eu estava construindo era aquele que eu realmente queria, só que não era. Então decidi que voltaria a estudar. Decisão nada fácil pra quem já esta praticamente encaminhado profissionalmente, com emprego, possibilidade de fazer mestrado e sendo independente. Tive medo, mas encarei. Próximo ao final de 2015 eu vim até o Alfa conversar com o prof João sobre o cursinho, eu já conhecia o colégio e o grande número de aprovações. E ele, prof João, foi o primeiro a acreditar em mim, quando nem meu pai acreditava. Iniciei o extensivo em 2016, conheci o Tio Luiz, fiz o plano de estudos e me propus a fazer de 2016 o meu ano. Assisti a TODAS as aulas e a TODAS as revisões de sábado. Todas as tardes eu ficava no integral, no começo até as 20h, depois fui ficando até as 22h30 e aos sábados estudava no colégio até as 19:30. Aos domingos eu fazia alguma pendência e organizava as coisas para a próxima semana. Não foi fácil abdicar de toda uma vida social em prol de um objetivo maior, porém, foi um mal necessário. Com um ano de extensivo eu fui aprovada pelo vestibular na UNIOESTE, UFPR e na 2° chamada da FAG e pelo SISU na UNIPAMPA. Essas aprovações se devem à Deus, sempre tão bom pra mim, colocando pessoas incríveis no meu caminho; à minha família, que sempre esteve comigo nessa jornada, principalmente a dona Regilene que foi a peça fundamental dessas aprovações, que esteve comigo desde o momento em que eu decidi fazer cursinho; e por fim, essas aprovações se devem ESSENCIALMENTE ao auxílio que recebi no colégio Alfa. A eles eu deixo aqui o meu muito obrigada! Desde a Cris que fez minha matrícula e sempre esteve presente, a Noilma sempre me apoiando, os Fantásticos professores que o colégio têm, GIGANTES em conhecimento e dedicação com os alunos e, claro, aos dois, prof João e Tio Luiz, que foram meu combustível durante o ano. Ambos me fizeram acreditar que eu era capaz de uma coisa, que apesar de querer muito, não acreditava que conseguiria, traçaram comigo todo esse percurso, cheio de desespero e insegurança. Eu os escutei e os obedeci e no fim só precisei escolher em qual universidade iria estudar. Quando se percorre um caminho que é certo não tem como chegar em outro destino, eu recebi o melhor e dei o meu melhor! Eu consegui!

28/02/2017 - Eduardo Waldir Rothbarth

Medicina - Unioeste e Uespi (1º Lugar)

Eduardo Waldir Rothbarth

Agora já matriculado no curso de Medicina da Unioeste Cascavel, finalmente posso respirar aliviado. Sempre quis fazer medicina, mas, como morava em uma cidade pequena, eu não tinha nenhuma idéia de como faria para conseguir chegar ao meu objetivo. Em 2014, após me formar no magistério (formação de docentes), que tem um maior foco nas ciências humanas, prestei o vestibular da unioeste, mas, como não tinha uma boa base nas ciencias exatas, acabei ficando muito pra trás na classificação e então percebi que precisaria estudar mais para conseguir ter alguma chance de entrar. Em 2015, optei por ingressar no Alfa, devido ao inquestionável histórico de aprovações que o colégio tem, principalmente na unioeste. Assim, acabei ingressando no Semi-noturno do alfa e continuei morando em minha cidade, assim eu acabava andando uns 200km por noite, entre idas e voltas, para assistir as aulas oferecidas. Durante o ano, como eu trabalhava pela manhã, acabava sobrando somente umas 2 horas diárias para estudos em casa, assim, não consegui evoluir muito e terminei o ano com mais uma frustração na unioeste, pois fiquei na posição 490. Com tal frustração, comecei a me perguntar se tudo isso iria valer a pena, se algum dia eu conseguiria chegar em meu objetivo. Após alguns dias de reflexão e conversas com meus pais, decidimos tentar mais uma vez, assim em 2016 fiz a escolha de deixar tudo pra trás e ir morar em cascavel para poder fazer o Extensivo integral do Alfa. Logo nos primeiros dias, percebi que estava um nível abaixo de meus concorrentes, logo, precisaria dar meu máximo para poder alcançá-los e conseguir minha aprovação. Com essa ideia fixada em minha mente, decidi esforçar-me além de meus limites e tentar me superar a cada dia, assim logo na primeira semana ja fiz um plano de estudos com a Noilma, visando aproveitar tudo o que o integral tinha a oferecer. Não faltava em NENHUMA aula nem nas revisões de sábado, pois sabia que todo conteúdo possuía relevância, alem de ficar no integral de segunda a sexta das 13:30 até as 22:30 para poder estudar toda a matéria do dia, seguindo sempre aquele lema que o prof João falava: “Aula dada é aula estudada”. Aos sábados ia nas revisões pela manhã e no período da tarde resolvia os exercícios remanescentes, aos domingos resolvia provas antigas simulando as condições do vestibular: nada de comida nem barulho, com tempo cronometrado. Acredito que a orientação que o colégio proporciona é ESSENCIAL para nossa aprovação, ouvir e levar a sério o planejamento que o Tio Luiz, a Noilma ou o Joãozinho nos passam é de grande importância para conseguirmos manter o conteúdo em dia e organizado. Segui a risca toda a orientação do Alfa, renunciei a tudo(mesmo) que poderia me desviar do caminho e no final consegui chegar ao meu objetivo: a tao sonhada vaga em Medicina na UNIOESTE e o primeiro lugar na em Medicina na UESPI. Para quem ainda está nessa jornada, peço que acredite em seus sonhos, se jogue de cabeça nessa jornada e dê o seu máximo, pois uma hora ou outra você certamente irá alcançar seu objetivo. Ninguém nunca disse que seria fácil, mas sim que valeria a pena. Você é o seu próprio criador nessa jornada e não existe nenhum tipo de “fracasso”. Você só precisa falar para si mesmo: “não foi dessa vez.” Mas eu vou tentar de novo, de novo, de novo e de novo. Eu vou olhar para a falha diretamente nos olhos e vou falar que eu estou disposto a fazer todo e qualquer esforço para alcançar meus objetivos. Porque sem esforço nunca haverá nenhum progresso. Acredito que tudo se resume a: “Quanto você quer isso.” Você apenas quer? Ou você está disposto a dar tudo por isso? Continue no seu objetivo. Continue direcionado. Continue firme!

10/02/2017 - Gabrielle Buzin

Medicina/ FAG e UFPR

Gabrielle Buzin

Sou mais um caso de uma "boa" aluna do ensino médio público que entrou em desespero ao ingressar em um cursinho pré-vestibular, mas, por sorte, esse cursinho era o Alfa. Em meio a tanto conteúdo que eu não tinha visto e a uma rotina que eu não estava nem um pouco habituada, encontrei todo o suporte necessário para me preparar com a equipe Alfa. Lembro como se fosse hoje, meu primeiro dia de cursinho, eram oito horas da noite e eu não conseguia resolver nenhuma questão de química e fui tirar minhas dúvidas com o professor Chuchu, já cheguei aos prantos e ele me acolheu como uma filha, mesmo nunca tendo me visto na vida e não estando em seu verdadeiro horário de atendimento, só Deus sabe como aquele gesto de carinho dele me encorajou. Em seguida, conheci o popular tio Luiz, que coração gigante o desse cara! Sempre abrindo portas e sempre me encorajando a perseguir o meu sonho, a medicina. (Além de sempre me fazer chorar em todas as nossas conversas kkk). O primeiro ano de cursinho foi de adaptação e um choque de realidade do que é, realmente, um vestibular concorrido, e como esperado, não fui aprovada em medicina, porém, consegui o primeiro lugar em direito na PUCPR, mas não era o meu verdadeiro sonho, então, desisti da vaga e fui muito julgada por isso. No segundo ano de cursinho me agarrei aos livros, simulados, revisões, muitas revisões em feriados, fim de semana, não interessava, eu estava estudando. Abandonei qualquer coisa que me tirasse o foco, me afastei de quem eu amava, inclusive da minha família, o que mais doeu, tudo no intuito de ter mais tempo para estudar, para alcançar naquele ano meu objetivo. Foi de suar sangue, como diz o Joãozinho, e todo o esforço de 14 horas diárias de estudo deram resultados: fui aprovada na FAG e na UFPR (meu novo lar) em medicina. A sensação de ter um sonho realizado é inexplicável, é uma felicidade que não cabe no peito e eu só queria poder colocar um pouquinho da minha alegria no coração de cada um que me ajudou a chegar até aqui, até o meu sonho. Abençoada eu fui desde o momento que Deus me deu minha família, os verdadeiros responsáveis por eu ter a oportunidade de dizer que eu realizei um sonho. Por tudo o que tantos mestres já me ensinaram, não só conteúdos, mas por também me ensinaram a ser mais humana, serei eternamente grata! Meus amigos que me acompanharam no cursinho, obrigada por terem tornado a rotina menos pesada e cansativa, por me ajudarem a entender conteúdos e resolver tantas questões, e, principalmente, por não deixarem o desânimo tomar conta. E para todos que continuam na luta: não desistam! O sabor de uma verdadeira conquista e a sensação de "eu sou capaz" é impagável!

10/02/2017 - Vitor Diniz

Medicina

Vitor Diniz

Minha história no Alfa começou logo no primeiro ano. Ainda com a dúvida sobre qual profissão escolher e enfrentando uma realidade totalmente diferente da costumeira, permaneci estudando para os simulados e provas. Apesar das boas notas, minha ficha só foi cair após realizar o PAS (UEM) e o PSS (UEPG). Se eu quisesse passar no vestibular, independente da carreira almejada, ainda precisaria me esforçar muito mais. Então, foi com esse pensamento que comecei o meu segundo ano do ensino médio, passando a adotar uma rotina de estudos mais pesada. De manhã, prestava atenção em todas as aulas e realiza diversas anotações, além de consultar os professores sempre que possível. Durante os meus primeiros anos, permaneci morando em Cafelândia e, não vou negar, era bastante cansativo, mas nada comparado à realidade de muitos. De tarde, “aula dada era aula estudada” e eu ficava lento teoria, resolvendo exercícios, fazendo resumos e revendo os cadernos até a hora de dormir. Conseguia ir bem nas provas e nos simulados, então passei a tentar alguns vestibulares também. No final do ano, prestei o vestibular de medicina na UFPR Toledo, sem esperanças de ser aprovado (ainda havia muito conteúdo a ser visto e revisado no terceirão), mas convicto de que daria o melhor de mim. Fiz as provas do PAS e do PSS e fiquei contente com o meu resultado. Em 2016, ingressei no terceirão disposto a estudar mais: aquele tinha que ser o ano. Logo nos primeiros dias percebi uma rotina totalmente diferente: aulas mais rápidas e puxadas, conteúdos mais aprofundados e inúmeros alfa mais. No mesmo mês, fui convocado para assumir uma das vagas da UFPR! A felicidade era imensa, mas não pude ingressar no curso por não ter concluído o ensino médio. Fiquei arrasado logo no primeiro mês de aula, mas não podia desistir, eu estava muito perto. Fui aprovado em primeiro lugar em Biomedicina no vestibular de 2015 da UEM e em Odontologia na UFPEL, mas meu sonho era medicina. Mantive o mesmo ritmo de estudos, agora com a disposição do integral e de toda a equipe Alfa. No meio do ano, fui aprovado em primeiro lugar em medicina na Fag, o que me motivou a não desistir. No final do ano, o estresse e a pressão que eu mesmo investia em mim passaram a me sufocar e fico grato por ter amigos e uma família que sempre me apoiaram nos momentos mais difíceis. Fui aprovado na PUC Londrina, UP, Unicesumar e na Fag, mas só poderia cursar se passasse em uma pública. Após realizar a prova da federal, fiquei arrasado, sabia que tinha ido muito mal (e que pior sentimento que ter se esforçado muito e se culpar por achar não ter sido o suficiente?). Continuei estudando, aquela tinha sido apenas mais uma prova, não mediria todo o conhecimento de um aluno. Minhas esperanças na Unioeste eram mínimas (a concorrência era muito acirrada), mas foi onde fui finalmente aprovado! Era impossível conter a felicidade e a gratidão. Em janeiro, fui aprovado na UEPG e na UFPR (Sisu), o que me deixou ainda mais contente. Sou eternamente grato ao Alfa (principalmente ao Tio Luiz, sempre incentivando os alunos, e à ótima equipe de professores) e aos meus pais, que sempre se sacrificaram muito pelos filhos. Para quem ainda procura uma vaga no curso de Medicina: Não desista! Todo o seu esforço vai valer à pena e, acredite em mim, a felicidade é imensurável e compensa todo o suor! Nunca se esqueça que você é mais que uma nota e que, SIM, seu dia chegará!

09/02/2017 - FLÁVIA FERNANDA DE FRANÇA

FAG/UFPR

FLÁVIA FERNANDA DE FRANÇA

Foi no meu segundo ano do ensino médio que decidi realmente que gostaria de ser médica. Na época eu estudava em uma escola profissionalizante na qual eu fazia o curso de informática integrado ao ensino médio e, apenas com 16 anos, já havia começado a trabalhar como estagiária na área do curso. Porém, logo percebi que eu estava no caminho errado... Recordo-me de uma frase de um colega de trabalho, que me fez tomar uma atitude imediatamente: - você mal sabe operar um computador quem dirá salvar uma vida! Foi aí que, rodeada de pessoas incrédulas em meu sonho, comecei a modificar minhas ações. No ano seguinte saí da escola técnica e me matriculei na terceira série regular noturna em outra escola publica. Consegui outro trabalho e, também comecei a fazer um preparatório em um cursinho da cidade. Foi um ano de grandes mudanças, porém eu estava longe de alcançar meu objetivo. Durante esse trâmite, conheci o colégio Alfa e então foi aí que as coisas começaram, efetivamente, a mudar. Após terminar o "terceirão" fiz minha matrícula no alfa. Como eu era uma ótima aluna na escola pública, eu achava que precisaria apenas de 1 ano de cursinho e pouco esforço, logo, de acordo com esse pensamento, eu continuei trabalhando durante o dia e APENAS ASSISTIA AS AULAS durante a noite. Além de achar que aquela galera que estava ali, já no quinto ano de cursinho, não levava a sério - achava impossível alguém ficar tanto tempo estudando e não passar. Porém, com o passar do ano, percebi o quanto eu estava sendo hipócrita. Havia conteúdos que os professores passavam aqui no Alfa que eu jamais tinha visto na escola pública, logo, percebi que eu teria que estudar muito além do que previa. Por medo, naquele ano, prestei o vestibular para fisioterapia na Unioeste - passei em oitavo lugar! Mas não era o que eu queria. Dessa forma, no ano seguinte, resolvi conversar com o JOÃOZINHO e ele disse que se era medicina que eu queria, não deveria fazer outro curso e sim, persistir no sonho de ser médica. Ele disse que eu era capaz e me deu oportunidades para conseguir estudar, logo o Alfa tornou-se a minha segunda família. Meus pais não tinham muitas condições para bancar meus estudos, porém, eu larguei meu trabalho e me dediquei apenas ao alfa, como monitora e aluna. Naquele ano de 2013, eu percebi o quão era difícil passar em Medicina. Tive que aprender a ser humilde e confiar no trabalho da equipe Alfa. Nesse ano, mesmo eu tendo me esforçado, não passei. Mas era cedo para desistir. No ano seguinte, 2014, encarei o terceiro ano de cursinho. Eu procurei me apoiar mais na proposta do colégio. Tentei seguir ao máximo o planejamento de estudos feito pela equipe. Eu sempre assistia às aulas e tentava tirar todas as dúvidas possíveis - os professores sempre estavam dispostos a me ajudar, seja no integral ou até mesmo nos corredores –. Além disso, eu ficava no colégio até as 22:00 horas estudando a matéria da aula dada pela manhã, todos os dias. Com isso comecei a ver uma melhora progressiva em meus simulados - que eu sempre tentava fazer todos. Eu estava bem confiante naquele ano, porém, novamente, não passei. Comecei a achar que havia algo errado comigo, já estava desanimando, mas a equipe alfa nunca me abandou. Dessa forma não desisti e encarei o 4° ano de cursinho em 2015. Porém tive alguns problemas pessoais e tive que voltar a trabalhar no período da tarde, com isso, meu tempo de estudo ficou um pouco reduzido, mas a equipe Alfa, novamente, apoiou-me. Refizeram meu planejamento de estudos e eu pude otimizar meu tempo. Nesse ano eu queria muito passar na UFPR - era meu foco. Porém fiz o vestibular e não fui nem para a segunda fase. Fiquei extremamente decepcionada. Fui fazer a prova da Unioeste, meses depois, sem credibilidade alguma e, para minha surpresa, fiquei bem classificada na lista de espera com grandes chances de ser chamada. Lutei por aquela vaga de todas as formas possíveis. Fiz tudo o que estava ao meu alcance para que a lista rodasse e, por azar, a chamada parou em mim. Era abril de 2016 e eu tive que aceitar e enfrentar o 5º ano de cursinho. Completamente desanimada procurei a equipe alfa e fui muito incentivada a continuar - eles nunca desistiram de mim! Com isso voltei a assistir todas as aulas e a fazer todos os exercícios como se fosse à primeira vez. Logo, o ano que me trouxera grande decepção começou a mudar. Em pouco tempo passei no vestibular da FAG, o que me deu um grande ânimo. Fiz também, novamente, o vestibular da Unioeste que, dessa vez, fiquei mal classificada. Mas, devido a eu não ter saído da fila da aprovação, conquistei a tão sonhada vaga na UFPR. Hoje, já matriculada em Medicina, posso dizer que não existe sensação melhor do que aquela de lutar durante anos por um sonho e atingir o objetivo. Sou extremamente grata a toda a equipe Alfa: aos professores, as meninas da limpeza, meninas da matrícula, da secretaria, rapazes da portaria, pessoal da coordenação e direção. Em especial agradeço ao professor Kiolo que, sem dúvidas, foi chave essencial para que eu nunca desistisse. A coordenadora Patrícia e ao Rodrigo Sotana que foram muito pacientes e compreensivos comigo e sempre me guiaram em diversas circunstâncias. A Rosecler, Jaqueline e Adilson por terem me dado oportunidades e aturado minhas lamentações. E, agradeço ao diretor Joao e a Alessandra Morales que, indiscutivelmente, acolheram-me como filha. A quem ainda não obteve êxito na caminhada rumo à aprovação – não desista. Passar no vestibular exige paciência. É como entrar em um a fila e aguardar sua vez chegar. As vezes algumas pessoas “ furam” essa fila e passam em sua frente, mas não pode-se perder a paciência. Deve-se aguardar, pois a fila irá andar e sua vez, em breve, de alguma forma vai chegar! Não importa se você está no primeiro, segundo, ou sexto ano de cursinho, não saia da fila. Vale muito a pena todo e qualquer esforço rumo à conquista de um sonho!

16/10/2016 - Marcella Dellatorre Pucci

Medicina - FAG/UFPR

Marcella Dellatorre Pucci

Minha trajetória no Alfa se iniciou ainda no Segundo ano do Ensino Médio, quando entrei no colégio.Desde então tive que reaprender a estudar para conseguir acompanhar o ritmo de estudos e conteúdos que o colégio propunha.Sempre tive a carreira médica como um sonho e sabia que teria muitos desafios pela frente até conseguir alcançar meu objetivo. Ainda assim, quando comecei o Terceirão, levei um susto. Embora já estivesse um pouco mais acostumada com os planos de estudo e com a carga de conteúdos, encontrei inúmeros alunos muito mais experientes do que eu e que estavam batalhando por uma vaga há muito mais tempo. Montei um plano de estudos com a Rosecler e estudava todos os dias até de noite no Integral, assistia a todas as aulas e revisões, fazia todos os simulados e lia o máximo de obras literárias que conseguia. Mesmo com muito estudo, não passei logo de cara. O primeiro vestibular que fiz em 2015 foi o da FAG, no qual acabei sendo chamada somente em dezembro. Conforme fazia as provas, conseguia administrar melhor a minha ansiedade e o meu nervosismo, e muito disso devo à equipe do Alfa que me auxiliou - e muito - nesse processo. Encontrar toda a equipe nos locais de prova, poder descontrair um pouco e receber o carinho e a torcida de todos me deixava muito mais tranquila. Fiz o vestibular da UFPR, mas acabei ficando na lista de espera.No dia da publicação do resultado, fiquei arrasada e chorei muito, afinal sempre criamos muitas expectativas nessas horas. Mas com o apoio da minha família e amigos, e com a crença de que Deus possui o momento certo para cada coisa na nossa vida, continuei estudando e me preparando no Super de janeiro para o vestibular da UNIOESTE. Fiz a prova e tive uma melhora significativa em relação ao ano anterior, porém insuficiente para ser aprovada. Após muita conversa com meus pais, decidi fazer mais um ano de cursinho. Foi um período duro mas também de muito aprendizado, amadurecimento e crescimento pessoal. Continuei com um ritmo de estudos pesado e no meio do ano tive uma grata surpresa: fui aprovada em 2º lugar no vestibular de Inverno da FAG, e com isso adquiri mais força e ânimo para continuar estudando rumo à uma universidade pública. Logo após as férias de inverno, recebi um grande presente de Deus, soube, através de uma amiga, que seriam liberadas algumas vagas na UFPR de Toledo e eu possuía grandes chances de ser convocada. Apesar da grande expectativa, continuei estudando. Até que no dia 30 de setembro de 2016 fui aprovada! Minha chamada foi publicada e garanto que foi a melhor sensação saber que todo o meu esforço valeu a pena. Quando dei o grito da aprovação, comemorei com minha família, fiz o trote e finalmente fiz a matrícula, foram simplesmente os melhores dias da minha vida! E agora, já cursando o que sempre foi meu sonho, Medicina, só posso dizer a quem ainda está nessa luta que continue persistindo, mantenha sua fé de que tudo vai dar certo no final. Com o apoio de toda a equipe do Alfa, da família e dos amigos, é possível sim alcançar tudo que se sonha! Por fim, deixo aqui meu agradecimento infinito à toda a equipe do Alfa - aos fantásticos professores, ao Tio Luiz, à Rosecler, à Marisa, ao Prof. João - e a todos que me apoiaram e fizeram parte deste trecho da minha história, meu mais sincero obrigada! O Alfa é mais do que um cursinho, é um lugar abençoado que nos permite muito aprendizado e apoio para alcançar nossos sonhos, serei eternamente grata ao Curso e Colégio Alfa Cascavel!

25/09/2016 - Danielle Pacheco Matias

Medicina/UEPG

Danielle Pacheco Matias

Vestir o colete roxo do Alfa (algo tão barato, mas tão caro de se conseguir) foi a certeza de que TUDO - absolutamente tudo - valeu a pena. Minha história não é diferente da maioria dos cotistas que vem para cá. Foram seis anos de muita luta, estudando de domingo a domingo, sem faltar em nenhuma aula, assistindo as revisões de sábado, tirando dúvidas e, sendo uma das últimas (quando não, a última) a sair do integral, no final de cada noite. Estudava...Estudava muito...E a aprovação nunca vinha. Mesmo tendo a convicção de que era medicina que eu queria cursar, pensei sim, várias vezes em desistir, voltar para casa, fazer outro curso, seria melhor, mais cômodo. Afinal, junto com cada ‘não’ que eu recebia, a angústia, a pressão e a decepção tornavam o meu fardo cada vez mais pesado. Ao longo desses anos, fiz muitos amigos, os quais dividimos momentos, nem sempre bonitos, nem sempre felizes, mas que me acrescentaram e me tornaram quem eu sou: mais pessoa, mais humana, mais completa.O meu crescimento no Alfa não foi apenas no quesito aprender química, física, história, geografia...Aprendi também lições que levarei para sempre comigo, como o valor que tem um almoço em família; aprendi a lidar com a dor da saudade, a ter foco, paciência, força e a ter mais fé. E, com certeza o maior aprendizado que o Alfa me proporcionou foi o de NUNCA DESISTIR, porque quando o esperado dia chega – aquele com o qual sonhamos acordados durante a aula, no virar de cada página de livro ou, até mesmo, com o qual sonhamos durante o sono, quando esse dia chega – todo o sofrimento que parecia não ter fim, torna-se muito pequeno diante da emoção de ver o nome na lista, pois, a melhor sensação é abrir os olhos e saber que tudo é verdade e não simplesmente mais um sonho. Se eu faria tudo de novo? Sim, faria! Certamente faria tudo novamente! E, digo aos que ainda continuam nessa batalha: NÃO DESISTAM! NUN-CA DESISTAM! Agradeço a Deus e a minha grande intercessora Nossa Senhora Aparecida; a minha família, que sempre acreditou na minha aprovação; aos verdadeiros amigos, que me ajudaram e me deram ânimo nos momentos difíceis; agradeço também à equipe Alfa, em especial ao prof. João (que por inúmeras vezes me tratou não só como aluna, mas como filha).#Obrigada#Passei#Med#UEPG#MeiodoAno#SonhoRealizado#Trote#BanhodeTinta.

30/08/2016 - Ivana Gabriela

Medicina -Univille.

Ivana Gabriela

Em 2014 decidi ir em busca de um grande sonho: cursar medicina. Procurei o Alfa Cascavel, e mesmo com minha mãe e minha avó fazendo o possível e o impossível por mim e para a realização do meu sonho, não tinha condições de me manter em um cursinho, contei minha história para a Rosecler (meu anjo), que proporcionou a melhor oportunidade que eu poderia pedir, uma bolsa de estudos, trabalhando como monitora. Vinha de uma cidade pequena, no colégio em que estudava sempre tive uma das mais altas notas da turma. Embora eu tivesse uma noção de que o vestibular de medicina não fosse fácil, a princípio, pensei que não precisaria de mais do que um ano de cursinho. Logo na primeira semana de extensivo entrei em choque, fiquei surpresa com a quantidade de conteúdo – de todas as matérias – que ainda não conhecia e percebi que seria necessária uma rotina incessante de estudos, carregada de abdicações da vida social e até de visitas à família. A equipe Alfa ofereceu todo o apoio que eu precisava –em especial a Rosecler, o Luiz, o Rodrigo, o Sergião e a Alessandra, que sempre escutaram minhas lamentações e contribuíram muito para o meu crescimento, não só como aluna, mas também como pessoa – e fizeram com que eu me sentisse em casa. Começaram, então, as provas de vestibular, e a frustração de não ser aprovada doeu muito. Mais um ano de cursinho, esse é o último, pensei. Ver novamente todo o conteúdo e estudar ainda mais do que no ano anterior, realmente, não me agradou. Embora todo o cansaço e os comentários do tipo: “ainda no cursinho”, “porque não muda de curso!?”, “você deve estar fazendo nada”... a vontade de ser médica sobressaia-se à tudo. Lembrava do Kiolo dizendo em sala “não diminua o sonho por conta do esforço, aumente o esforço pelo sonho”. Eu via minha evolução de um ano para o outro e já compreendia questões que não conseguia resolver no ano anterior. Chegava ao final do dia esgotada, mas pensar no dia em que estaria na universidade, realizando um sonho, motivava a não desistir. Os vestibulares chegaram novamente, e desta vez, uma das provas me encheu de esperança. Não passei. Foi um “quase” que derramou um dos choros mais profundos que já tive. Ainda pensei que pudesse conseguir alguma vaga com a minha nota do Enem, e infelizmente, mais uma vez, não deu certo; embora não fosse uma nota ruim, não acreditava que ainda poderia passar em alguma seleção pelo Sisu ou Prouni. Iniciei, de novo, mais um ano de cursinho, já estava com vergonha dos professores, de estar ali mais um ano, vergonha de não ter passado e medo de não passar. Neste ano tive a sensação de que minha família não acreditava mais em mim e fiquei ainda mais triste. Mas não conseguia me imaginar em outra profissão e resolvi enfrentar, assistir as mesmas aulas, não subestimar conteúdo e aceitar que não sabia tudo. É preciso descer do salto e estar disposto a aprender como se fosse a primeira vez. O tio Luiz me ensinou a ligar o dane-se para o que não é relevante e deixar o que atrapalha de lado, a confiar no meu potencial, independente da opinião dos outros. Ninguém sabe o que você passa, e só quem come prego todo dia sabe o que é isso. Então, no meio do ano coloquei minha nota do Enem, via Prouni, para a Univille. Não fui selecionada na primeira chamada, e nem cheguei a cogitar que poderia ainda ser selecionada nas próximas, passar em medicina parecia estar tão distante.. mas resolvi acompanhar cada lista divulgada, a medida em que meu nome ia ficando mais perto, chegava arrepiar. Até que, em uma bela quarta-feira da semana de férias, o meu nome constou como aprovado! O sorriso não cabia mais no rosto, meu corpo estremeceu! Eu ria sozinha quando lembrava que tinha passado! A felicidade e o alívio foram imensos! As aulas começavam em poucos dias, minha vida mudou tão rápida e inesperadamente, quando fiz a matrícula e peguei o horário das aulas do curso de medicina foi indescritível! Ainda antes de eu passar, me perguntaram se não era perda de tempo ficar anos no cursinho, e eu afirmo, ferrenhamente, que não! O tempo de cursinho foi um tremendo aprendizado, foi um cair na real sobre várias situações, e sim, vale muito, mas muito a pena, ser aprovado no curso em que sonha não tem preço! Com um mês de aula já estou apaixonada pelo curso e pela Univille, e não me arrependo, em momento algum, de ter encarado anos de cursinho! Agradeço à toda excelente equipe do Alfa, aos ótimos professores, coordenadores e orientadores, que com certeza são insubstituíveis, sem vocês este sonho não seria possível! E hoje, quando me perguntam se passei, posso responder: SIM, EU PASSEI! SIM, EU VOU SER MÉDICA!