Minha História no Alfa

Escrever minha História

28/11/2017 - Heittor Eduardo Tulio

Direito - PUC/PR

Heittor Eduardo Tulio

Bom, entrei no Alfa dia 1º de março de 2016 e fiquei até 1º de novembro de 2017. Bom, no início eu estava muito perdido, não sabia o que eu realmente estava fazendo ali. Lembro até hoje que a primeira aula minha no Alfa foi de língua portuguesa, uma terça-feira à noite. Eu cheguei sem um objetivo. Não sabia ainda que profissão seguir, talvez advogado, talvez médico, talvez jornalista. Profissões completamente distintas. Pois bem, fiz testes vocacionais e conclui que o que eu queria era o direito. É a área que mais se encaixa comigo. Os meses foram passando, veio os simulados e notei que minhas pontuações não estavam nada boas. Lembro que fui falar com a Noilma. Ela elaborou um plano de estudos para mim seguir à risca. Mas eu estava em dúvida ainda sobre qual universidade focar. Foi aí que comecei a procurar cursos de direito no site do MEC onde as notas eram boas. Pra mim não adiantava estar em uma universidade, seja ela pública ou privada, onde a qualidade do curso seria ruim. Veio o primeiro vestibular, PUC. Era no inverno, em junho. Fiz a prova mas sabia que não teria um resultado bom. Ainda não me sentia preparado. Saiu o resultado e fiquei nas chamadas complementares, bem atrás. Veio o vestibular da UFPR, minha nota de corte estava muito acima do que eu esperava. Não obtive sucesso. Logo após a UFPR sentei com meus responsáveis e pedi se eu poderia fazer mais um ano de Alfa, só que dessa vez de manha e integral à tarde. Meu avós concordaram. Entrei no Alfa em 2017 com foco em três grandes vestibulares, PUC, UFPR e ENEM. Lembro que tive varias decepções no início, aquilo era muito pra mim. Livros, tarefas, fórmulas e simulados. Não me sai bem nos simulados mas continuei seguindo em frente. Lembro que após alguns vestibulares que eu fiz somente para testes mesmo, como a prova de med da FAG e UEPG. Vi que meus resultados não foram tão satisfatórios, fui conversar com o tio Luiz. Tio Luiz me disse que eu deveria continuar em frente. Esquecer o que passou e focar nos próximos. Comecei a me aproximar da professora Sônia, uma pessoa que foi e será sempre uma mãe do Alfa pra mim. Tanto a Sônia quanto o Xuxu começaram a me ajudar nessa caminhada até as provas seguintes. Chegou o dia, PUC de verão. Fui pra prova com a certeza de aquela seria a minha prova. Ao término da prova fui conversar com o Joãozinho que disse que agora era esperar. Que o melhor eu tinha dado. Focar na UFPR e no Enem. Eu tava feliz, achei que tinha me saído bem na prova da PUC, mas não queria criar expectativas (se bem que eu estava criando muitas). Saiu o resultado da primeira chamada, fui conversar com a Alessandra, uma pessoa que eu sou muito grato por tudo. Um baque, meu nome não estava lá. Eu não havia conseguido. Faltavam 5 dias pra prova da UFPR e eu não sabia mais o que fazer. Fiquei mal pra caramba. Chegou o dia da UFPR, será que essa era então a minha prova? Que decepção, eu não havia conseguido fazer a prova. Tudo deu errado. Voltei pra Cascavel (estava em Curitiba) com uma sensação horrível, como contar que deu tudo errado? E agora? Contei pra professora Sônia o que havia acontecido, ela me disse que não era pra ser. De tanta coisa que havia dado errado antes da prova, talvez estavam me livrando de um pesadelo, de algo que pra mim seria pior. Chegou quarta-feira, fui contar para o Kiolo o que havia acontecido. Nunca mais esquecerei às palavras dele: Essa prova não era pra você. Acredita. Você é maior que os seus sonhos. Logo logo tem nova chamada da PUC. Essa talvez seja a sua faculdade. Naquele mesmo dia sai fui para o integral, tentei esquecer os últimos acontecimentos. Comecei a estudar, faltavam 5 dias para o ENEM. Eram 18:20 da tarde de 1º de novembro de 2017 quando a Alessandra entrou no integral gritando pra mim: Heittor vamos lá, você passou!. Eu levantei da cadeira e segui ela, eu estava totalmente sem reação, não acreditava. Vi meu nome na lista dos aprovados e ali a ficha caiu. Uma felicidade tão grande tomou conta de mim. Eu tinha passado. Na hora contei para a Sônia, para o Xuxu e para o Kiolo. Eu não estava conseguindo acreditar. Pois bem, eu passei. Muitos acharam errado eu querer uma particular ao invés de uma pública. Nessa minha escolha, eu prezei pela qualidade que o curso de direito da PUC tem. Eu nem entrei e já estou amando. Agora é a hora de partir, me despeço dessa escola que foi minha casa o longo de todos esses meses. Os professores e colegas foram minha família por mais de 1 ano. Eu sou muito grato por tudo que o Alfa fez por mim, por trilhar comigo essa caminhada. Ao professor Joãozinho que eu nunca mais esquecerei os conselhos. Tio Luiz que sentirei muitas saudades, foi um tiozão pra mim. A Noilma, a primeira pessoa que me estendeu a mão quando eu cheguei. A Alessandra que esteve comigo nos piores e nos melhores momentos. A toda equipe pedagógica. Aos mestres, Alexandre, Panda, Sóstenez, Kiolo, Barreto, Claudinei, Herlon, Marcelo Guerreiro, Oli Soares, Robert, Lina, Rodrigo, Santana, Maurício, Fabiano, Thiagão, Marcioh, Estevão. Aos professores das revisões e monitorias que sempre estiveram ali para o que eu precisasse. Professores Souza, Lauderi, Helder, Kiko, Leandro, Evi, Josimar e Vladimir. Aos que tive a honra de conhecer pouco em sala de aula, Fabrício, Jackson, Lúcio, Javer e Che. E claro, o casal que foi como pais para mim e jamais esquecerei eles: Xuxu e Sônia. A todos esses eu apenas quero dizer, obrigado. Uma palavra tão simples mas com um significado tão grandioso. E é essa palavra que eu quero enfatizar para todos vocês. Obrigado por terem sido os melhores, os mais capacitados e os mais incríveis professores. Obrigado pela recepção, pela acolhida, pelo aprendizado, pelas monitorias, pelas revisões, por estarem sempre lá na entrada e saída de cada prova, pelas dúvidas tiradas nos corredores entre uma aula e outra. Obrigado por acreditarem no potencial dos seus alunos, por darem o máximo de si, por trocarem muitas vezes a oportunidade de estarem com suas famílias para estarem com seus alunos em sala de aula. Obrigado por fazerem parte da minha vida. Enfim, obrigado por serem os melhores! HEITTOR EDUARDO TULIO Novembro de 2017

11/09/2017 - Carlos Renato Filho

MEDICINA UFPE

Carlos Renato Filho

Minha história no Alfa Beltrão começa antes mesmo de existir um Alfa em Beltrão. 2015 foi um ano complicado pra mim. Tinha acabado de desistir depois de três anos de faculdade, e depois de 10 anos longe, fui ir morar com meu pai. Nesse primeiro ano de cursinho, por vários motivos (dentre eles: metodologia diferente de ensino falta de uma sala adequada de estudos, indisposição de alguns professores, problemas pessoais dentro e fora de casa que tiravam minha vontade de estudar), acabei estudando muito pouco. Mantive uma rotina de estudos até maio, e depois disso, não peguei mais nos livros. Eu realmente não me sentia preparado no final do ano, e o resultado foram certos: não alcancei nenhuma segunda fase, nem consegui nenhuma vaga pelo SISU. Fiquei acabado, pois era mais um ano perdido em minha vida. Então, ao saber dos meus resultados, minha mãe me ligou por telefone e disse “Fica tranquilo, estamos com você! Se nada der certo esse ano, ouvi dizer que vai abrir uma escola nova muito boa aqui, chama Alfa, acho que você poderia vir pra cá fazer cursinho!”. A princípio eu estava bem descrente. Então, chegou março, e as aulas começaram. Mais um ano de batalha, de sacrifício. Assim que entrei na escola e vi todas as frases motivadoras nas paredes já senti que aquele era um lugar acolhedor. Entrei na sala, escolhi um lugar, olhei pra frente e pensei “Esse ano vai!”. Resolvi deixar de brincar, encarei aquilo realmente de frente. Muito café, muito estudo. Chegava no integral às 14h e saía no mínimo às 20:30 todo dia, e sentia que realmente eu estava aprendendo muito. Minha organização fazia toda a diferença: eu tinha uma agenda que usava pra anotar os conteúdos das aulas e as dúvidas, e saber exatamente o que estudar à tarde. Então, no final da primeira semana de aula, a Rose foi à sala pra falar sobre os horários de estudo, e no quanto era importante se organizar daquela forma. Resolvi tentar, marquei um horário e fui me encontrar com ela. Lembro como se fosse hoje da bronca que eu tomei “Meu Deus, você tá estudando muito pouco!” e ela mudou meus horários de estudos para até às 22h todos os dias. Mas eu nunca obedeci (desculpa Rose!). Acredito que o mais importante nesse ponto seja a qualidade do seu estudo, não a quantidade. Se em 6h você conseguir resolver todos os exercícios da matéria do dia, tirar suas dúvidas, resolver o Eleva +, não tem por que se arrastar e se torturar. O mais importante nesses momentos é focar em manter a mente tranquila. E era o que eu fazia. Os simulados são muito importantes nesse ponto para avaliar se o seu método de estudos está dando resultados, e, felizmente, meus resultados nos primeiros foram muito bons, o método do Alfa estava fazendo toda a diferença! A princípio, por ser uma pessoa fechada, eu não tinha muitos amigos, conversava com poucas pessoas. Meus momentos de descanso eram todos em casa, com a minha família, que sempre me apoiaram e me ajudaram muito. No vestibular da FAG, no entanto, fiz várias amizades que trago comigo até hoje. Com certeza esse apoio me dava à força que eu precisava pra continuar. Além, é claro, de todo o carinho da Rose, que sempre tinha uma palavra de apoio e de força pra dar quando eu precisava. Então, comecei a colher os resultados: fui aprovado na primeira chamada da FAG! Nossa, eu nem acreditava no que estava acontecendo. Minha primeira aprovação em medicina, graças ao Alfa, à Rose, ao apoio da minha família e dos amigos, e à Bruna. Não falei dela ainda, mas ela é a pessoa mais especial desse mundo, e é também um dos presentes que o Alfa me deu! Ela me colocou nos eixos, me dava bronca sempre que eu precisava me distraía nos momentos difíceis e me acompanhava nos vestibulares. Não tinha como deixar de fora desse depoimento. Enfim, depois da FAG, permaneci estudando tanto quanto antes. Mesmo com todo o cansaço, chegava ao integral às 14h e saía às 21h. Não estava mais rendendo tanto, mas não me deixava desistir. (In)Felizmente, no final de julho, chegou uma notícia: a lista de espera em que eu estava desde janeiro finalmente rodou até o meu nome e eu fui chamado! Aprovado em Medicina na UFPE – Recife. Eu não queria abandonar o ano todo de evolução e estudo no Alfa, mas acabei decidindo me mudar e iniciar o curso. Hoje estou em Recife, mas minha caminhada ainda não acabou! No final do ano pretendo realizar todos os vestibulares que eu conseguir pra poder voltar pra perto de casa, e tenho certeza que tudo que eu vier a conseguir, é devido a esse lugar maravilhoso que me acolheu tão bem nesse ano! Por fim, quero prestar minha homenagem à Rosecler! Essa mulher é a alma do Alfa Beltão! Sinceramente, sinto como se ela fosse uma grande mãe preocupada com todos os seus filhos dentro da escola. Ela vive nossas emoções: as boas e as ruins. Sempre que alguém precisa, pra um abraço ou uma bronca, ela está lá, e eu tenho certeza que todo o sucesso que o colégio está por alcançar em Francisco Beltrão, é devido ao coração gigante dessa diretora! MUITO OBRIGADO A TODOS QUE PARTICIPAM E PARTICIPARAM COMIGO DESTA CAMINHADA! ROSE, BRUNA, MAURYCIO, PABLO, KAWAN, PROFESSORES, MÃE, TIOS, PRIMOS E MUITOS OUTROS QUE NÃO CABEM NUMA PEQUENA LISTA, VOCÊS SÃO O MOTIVO DO MEU SUCESSO!

15/08/2017 - Ivan M. Jorge

Medicina - Unicesumar

Ivan M. Jorge

Sobre o Alfa. Há um certo lugar no centro de Cascavel que merece um destaque especial. A razão disso é o fato de ter marcado a vida de muita gente sob a forma de um período transitório que antecede os tempos da faculdade, ou seja, o agente que alavanca o ingresso no meio universitário. Estou falando do curso e colégio ALFA. Posso dizer que minha gratidão para com essa instituição é das grandes, pois ela não só me deu a bagagem necessária para obter a aprovação, mas também me ensinou muito sobre o ser humano, em especial sobre a pluralidade da personalidade das pessoas e seu comportamento sob um ambiente de pressão. Posso dizer que aprendi muito nos 3 anos e meio que ali permaneci e sei que levarei para o resto da vida muito do aprendizado e vivência que aquele lugar me proporcionou. A frase que melhor define o Alfa é “ordem pelo caos”: é um lugar que lida o tempo inteiro com um fluxo incessante e transitório de estudantes, precisando se adaptar constantemente para manter o merecido record de aprovações que tanto se orgulha em ostentar. Até 2012, o Alfa era algo na minha vida que se limitava a diversos relatos alheios. Em 2012, quando ainda estava no final da minha última graduação tive o primeiro contato com o “Universo Alfa” por meio de um cursinho para concursos que eu fazia no Alfa Junior por alguns poucos meses. Em 2013, retornei para o cursinho para concursos, mas dessa vez, no lendário Alfa Plazza. Foi ali que comecei a me inserir de vez nesse universo, o que eu tomei como algo inevitável, pois ao final daquele ano finalmente decidi pela medicina (decisão que infelizmente adiei por muitos anos). A partir de 2014, eu era de fato um aluno Alfa, estudante de cursinho pré-vestibular e aspirante da tão sonhada medicina: realidade compartilhada por muitos ali. Sempre estudei na unidade Central Park. Após isso, minha vida deu uma guinada completamente positiva, pois me adaptei a esse inusitado ambiente em questão de semanas. Naquele início de 2014, era tudo novo ... eu estava de fato fascinado (até hoje não entendo como tem gente que reclama tanto ...). Um espaço não muito amplo, no geral apertado, mas sempre dinâmico e movido por fluxos incessantes: alunos e alunos jogando conversa fora nas 3 cantinas, filas para tirar xerox no Karl, filas para chorar as mágoas no saudoso tio Luiz, alguém fazendo planos na sala da Noilma, gente definindo viagens no departamento da K&K, olhares de desdém, cabeças baixas nas cabines do integral e conversas de corredor sobre algo engraçado de algum professor. Aí entra outro traço característico do Alfa que eu já tinha uma noção antes mesmo de estudar ali: no Alfa existe um culto aos professores. Ali o profissional da educação é um ser digno de valor, quase uma celebridade. Os professores são de fato a engrenagem da eficiência da instituição e envolvem personalidades diversas e inusitadas, tal como o pragmático Barreto, o cômico Maurício, o animadíssimo Clazão, o objetivo Estevão e o temperamental Fabiano. Em uma sala no primeiro andar, tudo é comandado e fiscalizado por um enérgico homenzinho que viu a instituição crescer: Joãosinho... Todos esses ingredientes constituem o corpo do Alfa, um microcosmo do mundo lá fora (que muitas vezes parece inacessível para muitos dos que ali dentro estão kkk). 3 anos e meio de minha vida foram passados “enclausurado” ali. Posso dizer que sim, fui feliz ali. Isso se deve ao fato de que defini um objetivo de vida, uma meta, e via aquele lugar como um alicerce para alcançá-la. 2014 foi o deslumbre, era tudo novo e a reação foi muito positiva (apesar da surra que levei de conteúdos que eu não via há mais de 5 anos). Em 2015 já comecei a engrenar mais e entender como se estuda, apesar de me ver bastante desgastado pela convivência intensa com semelhantes dentro do lugar (todos ali estão apreensivos e ávidos para conquistar um sonho). Em 2016 comecei a ficar apto para lutar por uma vaga, apesar de ter que me isolar consideravelmente. 2017 chegou e tudo pareceu equilibrado como nunca, o ambiente parecia mais harmônico que nos dois anos anteriores e comecei a engrenar ainda mais os estudos. Só não imaginava que não chegaria a sequer completar o ano ali. Quando menos esperava, a Unicesumar resolveu encerrar meu período de cursinho. De fato, a aprovação chegou no meio do ano e tive que me despedir desse lugar. Sim, o Alfa foi um marco na minha vida e vai deixar muitas saudades. Portanto, venho por meio dessas linhas, expressar minha gratidão a todos os professores, coordenadores e funcionários que constituem esse fascinante lugar. Aprendi muito ali e nunca esquecerei o que o período em que estive ali representou em minha vida. Esse lugar reúne muita história e muita energia: por mais de 20 anos, pessoas ali sonharam, sofreram, choraram e acreditaram ... depois viram que tudo valeu a pena. É essa a grande questão da vivência no Alfa: acreditar que tudo um dia valerá a pena. De fato valerá ... mas desde que não haja desistência. Dessa forma registro aqui o meu “muito obrigado”. !!!

31/07/2017 - Jonatan Rinaldi

Medicina FAG e Acafe

Jonatan Rinaldi

Minha história no ALFA Francisco Beltrão começa em Março de 2017. Lembro que foram difíceis as primeiras semanas, principalmente até eu me adaptar ao ritmo dos estudos que o Alfa propõe. Como nunca gostei de ficar preso a horários restritos não fiz plano de estudos. Porém, não significa que deixava de estudar, pelo contrário na verdade, organizei um método próprio e acho que cada um deve descobrir o seu, caso não esteja conseguindo seria muito bom ir falar com a Rosecler, tenho certeza que ela não deixa ninguém na mão. Infelizmente os vestibulares não são fáceis, por isso tive que me abster de diversas coisas para conseguir manter o foco até o dia da prova. Geralmente estudava 6 horas por dia, mas chegava até a 9 horas diárias, pois dependia do número de exercícios que eu resolvia e falando nisso SEMPRE fazia mais exercícios do que os professores pediam, matérias como Física, Matemática, História , Geografia, Gramática e principalmente Biologia e Química que eram as específicas. Anotava as dúvidas e procurava resolvê-las sempre no dia, já que aprendi da pior forma que UMA única questão pode sim fazer uma enorme diferença Procurei nunca faltar nas revisões de Sábado, ainda mais quando era com o Batoré, e com o Allan, e nas aulas de Redação também de Sábado com o Dirlei, por que eu tinha enormes dificuldade em escrever um bom texto. Nos fins de semana não tinha moleza, até mesmo de domingo tinha que estudar pois as aulas de segunda a tarde faziam com que acumulasse as matérias de Quinta e Sexta. Fiquei um pouco desapontado após meu primeiro simulado já que acertei 61 das 77, eu realmente esperava ter acertado um pouco mais, até pelo tanto que eu já havia estudado, mas não deixei isto me abalar e no segundo simulado o do ENEM acertei 155 das 180 questões e me senti melhor. Mantive a rotina normal de estudos até 10 dias antes da prova FAG, nesses últimos dias fiquei mais tempo ainda no colégio e foquei os estudos em revisar conteúdos e estudar algumas coisas que a FAG e ACAFE têm tendência em cobrar. No dia da prova da FAG eu realmente estava muito nervoso e a Rosecler conversou comigo e me acalmou um pouco, me esforcei ao máximo na prova, saí da sala no último minuto. Poucos dias depois veio a notícia, APROVADO na primeira chamada e no fim de semana seguinte fui fazer a prova da ACAFE, fiz sem muitas pretensões e bem tranquilo e me surpreendi ainda mais pois das 63 questões havia acertado 55. Passei em primeira chamada também na UNIVALI. Queria deixar minha gratidão a TODA equipe ALFA BELTRÃO, que me acolheu muito bem, o pessoal da secretaria, o Mauricyo, a Rosecler, todos os professores sejam do integral e das aulas, pois a ajuda destes foi fundamental e agora é curtir, ou nem tanto, a vida de universitário!!!!!

19/07/2017 - Matheus Felipe Peixoto

Medicina / UNOESC (Inverno)

Matheus Felipe Peixoto

Cascavelense, minha história no Alfa começou no terceirão, em 2014. Lembro do dia em que entrei pela primeira vez, atrapalhado, surpreendido pelo novo, mas nessa época eu já sabia o que queria: passar em Medicina ... na verdade, desde os 14 anos). Porém, eu não tinha muita experiência e entrei em choque com a nova realidade (eu já vinha de um longo processo de aprendizagem com disciplina e dedicação mas não era o suficiente, tive que me esforçar). O tempo foi passando e fui me adaptando com uma rotina mais puxada e aprendendo a lidar com ela. Assistia as aulas, evitava faltar, vinha ao integral, fazia os simulados, redações e me dedicava dentro desse tempo e nas revisões de sábado, até fiz um planejamento que me exigia mais esforço durante os dias e nos finais de semana (agradeço imensamente a Noilma por estar presente desde essa época fazendo a diferença e me acompanhando nessa luta), mesmo assim ... ainda precisei aprender a valorizar mais o esforço. Outra questão é que nesse período, junto com o meu sonho, já vinha cuidando de uns problemas de saúde. O ano passou e comecei a fazer vestibulares, como treineiro, e foi nessa época que conheci algumas pessoas que me marcaram com suas dicas desde esse primeiro ano no Plazza. Nessa época eu também tive que lidar e muito com a pressão dos pais em ter que passar o quanto antes. Cheguei a passar em farmácia na UNIOESTE, mas não era o eu queria e após muitos debates eu deixei claro isso. Em 2015 resolvi fazer diferente, era meu primeiro ano de cursinho e dediquei mais tempo aos estudos: agora, passando do horário do integral quando podia e aos sábados estudando nas tardes com uma organização melhor quanto ao planejamento e já compreendia mais os conteúdos. Nesse ano, mudei de Sede para o Central Park, tinha um clima mais pesado, mais sério e esse pessoal também passou a fazer parte da minha vida até hoje. Nesse ano, estudei normalmente até o dia que foi feito, em mim, uma cirurgia necessária, na coluna. A recuperação (no hospital) foi rápida, mas a cirurgia foi complexa, e com força fui superando esse momento. Contudo, haviam muitas limitações que eu não estava acostumado e tive que colocar a saúde em primeiro lugar; posteriormente, retomei a presença nas aulas, tentava ir ao integral, fazia caminhadas. Ficar muito tempo sentado foi e ainda é prejudicial demais para a minha saúde. Até o final do ano eu já tinha voltado a fazer pilates, fisioterapia, natação, academia, bicicleta, etc. Nessa época, melhorei a minha classificação significativamente, respeitando os meus limites, e esse foi um dos mais longos anos, pois os vestibulares invadiram as férias até o começo do ano seguinte, fui em várias e várias revisões nesse período. Após um breve tempo de descanso comecei o segundo ano de cursinho, em 2016, ainda com a pressão dos pais e alguns cortes, mudei de Sede para o Avenida, estudava em casa durante a tarde, mas depois preferi ficar o dia todo no colégio, no Avenida, de segunda a sábado e domingo em casa, aproveitando cada minuto. Teve um período que tive que me preocupar com outras coisas, pois eu já tinha 18 anos. Nesses anos, infelizmente, desenvolvi um quadro de ansiedade e percebi que precisava consertar isso para passar, no começo foi difícil trabalhar isso, mas aos poucos fui sendo orientado e melhorando. Ainda no segundo ano de cursinho eu me transferi novamente ao Plazza, conheci uma galera do fundão e durante as tardes eu ainda ficava na biblioteca e depois, a noite, nas salas de estudo, focado. Dessa vez tive a oportunidade de ser mais participativo, ajudar e ser ajudado nos estudos, pois tirávamos dúvidas uns dos outros e passei também a estar presente nos trotes e sentir a alegria mútua das aprovações. Nessa mudança de ambiente, mesmo com alguns deslizes, tive excelentes resultados para uma evolução pessoal, pois eu já podia passar em qualquer curso que eu quisesse na UNIOESTE, segundo o pessoal, menos ainda ... Medicina. Entretanto, quase passei em MED na região norte do país ... isso porque fiz um novo recorde na redação, fora o maior número de acertos, mas ainda não era o suficiente. Esses anos foram difíceis, puxados, mas aos poucos fui me lapidando, seguindo e ouvindo atentamente cada preciosa dica dessa equipe de profissionais do colégio. Às vezes recebia um puxão de orelha, as vezes um pouco de conforto, mas principalmente o puxão, direta ou indiretamente. Foi aí que então, no terceiro ano de cursinho, em 2017, fiquei confiante com notas mais altas, fruto dos meus esforços, e maior compreensão dos conteúdos. Já não importava onde eu estudava, simplesmente estudava e nesse ano valorizei as observações, procurei associar a teoria com a prática, fiz as tarefas valorizando mais o que tinha que ser aprendido do que atropelando a enxurrada delas (eu já tinha o costume de estudar de domingo a domingo sem abusar e atropelar os demais afazeres e sempre corrigindo os erros). Nesse ano, convivi com alguns conhecidos dos últimos anos e que ali permaneciam lutando comigo, até passarmos. Enquanto isso, nos últimos vestibulares, comecei a controlar a ansiedade e os resultados saltaram aos olhos, mas meu maior erro continuou sendo a falta de confiança que conversei, e muito, a respeito com o tio Luis, mas aprendi muito com ele, pois eu pensava que não era eu que estava melhorando, engano meu. A ansiedade nesse último ano persistia um pouco, fora do vestibular dessa vez, pelo anseio, mas a concentração na hora da prova foi essencial. Quando percebi que quase fui chamado, mas não deu, continuei. Quando fiz outro, não deu também, mas na outra semana fiz mais um, quase foi. E aí ... na semana seguinte, fui fazer maaais um ... e essa não foi qualquer prova. Foi A PROVA, e última até então. Foi aí então que no dia 04/07/17, saiu o tão sonhado e esperado resultado e vi com muita alegria o meu nome na lista dos aprovados (9º lugar na Universidade, fiquei surpreso). Estou muito grato, e, com isso, me deparei com uma realidade em que consegui realizar aquilo que almejei e nunca desisti, apesar dos altos e baixos em que a gente se questiona e duvida de si, mas eu nunca, mas nunca pensei em abandonar esse sonho. Agarrei essa oportunidade, meu PRIMEIRO SIM depois de TANTOS NÃOS, era o que mais queria e fiquei mais gratificado ainda em saber que passei na região oeste de Santa Catarina (a que sempre viajei), era pra ser ali, e foi no Campus da UNOESC em Joaçaba. Gostaria de agradecer ainda ao Joaõzinho por suas dicas (uma delas era a organização na hora da prova) e as conversas que me auxiliaram nessa conquista (como a dedicação na leitura ... ah ... principalmente a leitura ... e também os estudos durante feriados, férias, finais de semana ... até na semana de estudos moderados em que eu corrigia os simulados e tudo mais ... eu já quase nem sabia mais quando tinha férias após esses anos ... é sério! ... e tive que abdicar de muitas visitas aos parentes para que eu pudesse manter o foco). Finalmente o meu lugar na fila chegou!!! Estudar no Alfa me fez evoluir, dentre outras coisas, enquanto pessoa, ao adquirir maturidade para enfrentar problemas e seguir adiante, ser mais participativo, aprender com os erros e superar limites. Finalmente, poderei começar minha jornada e guardarei com muito carinho todos os momentos que passei para chegar até aqui. Aos que também estão buscando, deixo aqui minhas considerações finais: Somos todos capazes de realizar, nesse mesmo ambiente, cada um com o seu sonho e suas experiências, basta começar a investir incansavelmente até que o concretize. Temos altos e baixos, sem dúvida, e cada um, com os seus mais variados problemas, os enfrentará com muito esforço, empatia e respeito ao próximo, pois não estamos sozinhos nessa luta. Quanto a mim, agora, pelo vestibular de INVERNO, após três anos e meio sendo um alfartano (desde o terceirão até os dois anos e meio de cursinho) e com 19 anos, com todas essas imperfeições e evoluções pessoais quanto a elas ... ENTREI EM MEDICINA PELA ACAFE, MUITÍSSIMO OBRIGADO!!!

19/07/2017 - Barbara Leticia Rosa Pereira

Medicina - UEPG

Barbara Leticia Rosa Pereira

Seis anos foi o tempo que levei para passar no vestibular, bastante né?! Talvez sim, mas creio que foi o tempo necessário para meu amadurecimento como aluna e também como ser humano. Logo quando entrei no Alfa, no ano de 2012, tinha plena certeza que levaria no máximo dois anos para passar no vestibular. Pensava também, que quem estava no cursinho a 2,3,4,5,6 anos não era dedicado o suficiente. Ledo engano. Com o passar dos meses percebi que ter sido ótima aluna no colégio público, onde sempre estudei, não seria o suficiente para estar ao nível dos alunos do Alfa, que continua altíssimo. Mesmo com muitas dificuldades adaptativas, relacionadas à carga horária muito extensa e também a alguns conteúdos que nunca havia estudado, frequentava o colégio todos os dias pela manhã, tarde e noite. Meu primeiro simulado foi uma decepção, pois tive pouquíssimos acertos e uma nota baixa em redação, mesmo tendo estudado toda a matéria até então. Foi quando conheci verdadeiramente a equipe do Alfa, que a partir de então, passou a me dar todo o suporte pedagógico após os simulados, mostrando meu desempenho e como melhorá-lo, e também psicológico, me ajudando superar minhas dificuldades. Meu primeiro vestibular foi o da UEPG e sem dúvidas foi o pior de todos, pois eu sinceramente sabia pouquíssimos conteúdos e no dia do resultado nem minha redação havia sido corrigida, pois não tinha conseguido atingir a nota mínima necessária. Isso foi um choque de realidade, afinal eu estudava todos os dias e seguia à risca o dilema “aula dada, aula estudada”. Meu primeiro ENEM também não foi legal, não consegui sequer ler todas as questões dentro do tempo proposto e minha nota de redação foi 500. Meu primeiro vestibular da UNIOESTE, a mesma coisa, fiquei em quase 1000° na colocação final. Mesmo devastada com meus péssimos resultados no decorrer do ano, eu sabia que tinha conseguido aprender muita coisa, além do primeiro contato com todo o restante dos conteúdos e, novamente orientada pela equipe do Alfa, retornei no ano seguinte em busca do meu sonho. O ano de 2013, meu segundo de cursinho, iniciou de ótima maneira, pois eu já conhecia os professores, as salas de aulas e também a metodologia de ensino e isso me trouxe muito mais segurança. Continuei assistindo às aulas pelas manhãs e estudando durante os períodos da tarde e noite, com naturalidade e já adaptada àquela rotina. Meus simulados tiveram evoluções, pois continuei fazendo o acompanhamento deles, como no ano anterior, com a equipe pedagógica. Meus vestibulares daquele ano, embora sem nenhuma aprovação novamente, foram melhores aproveitados por mim, pois já tinha noção do tempo para cada questão graças aos simulados, que eu não gostava de fazer, confesso, mas que com o passar do tempo e com os puxões de orelha que o Joãozinho e o tio Luiz me davam, passei a ver o quanto eram importantes para meu desempenho nas provas. Obviamente fiquei triste por não ter passado novamente, não posso mentir, mas eu estava ainda mais perto que no ano anterior e não há injeção de ânimo melhor que essa. O ano de 2014 foi dada a largada para o “melhor de três” e eu entrei ainda mais confiante que nos anos anteriores. Esse ano foi incrível e tudo parecia estar entrando nos eixos. As dificuldades com as matérias eram menores, os exercícios saiam com menor dificuldade e consequentemente os simulados também tinham resultados mais confortantes, não ótimos, ainda. Alguns dos meus vestibulares daquele ano tiveram pequenas melhorias, muito pequenas e, nos outros, tive rendimento inferior ao de anos anteriores, acredite. Isso não fazia sentido, era absurdo. Chorona como sempre, quando entrava na sala do Joãozinho ele já me entregava a caixa de lenços; eu precisava desabafar. Pela primeira vez em três anos, me questionei se eu seria capaz de algum dia passar em medicina. Lembro que ele me disse que existem pessoas com grandes evoluções em curto período e pessoas, que assim como eu, tinham pequenas evoluções e levavam um pouco mais de tempo. Mas que o que importava mesmo era ter evolução, pois isso mostrava o quanto eu estava me dedicando. Falava também que eu não podia sair da fila. Foi o que eu fiz. Voltei para o quarto ano de cursinho em 2015 com algumas limitações financeiras, mas ainda sem desistir dos meus sonhos. Lembro que nesse ano eu me sentia muito cansada daquela rotina, entretanto não faltava às aulas e continuei estudando durante a tarde e a noite no colégio. A primeira grande prova do ano foi novamente a UEPG, meu grande sonho, e, para minha surpresa, fiquei em sétimo lugar de duas vagas existentes, fiquei tão feliz, pois era a prova de que meu esforço não era em vão. O vestibular da UEL, que fiz pela primeira vez naquele ano, fiquei por uma questão para passar para segunda fase. No ENEM, embora não tivesse tido um grande número de acertos, tinha conquistado um 800 na redação. A UNIOESTE sempre foi uma incógnita para mim e, embora tenha tido uma melhora pequena, já tinha valido a pena. Novamente eu não passei, sei disso, entretanto só conseguia pensar no quanto, finalmente, estava próxima de ver meu nome na lista. As dificuldades financeiras no ano de 2015 quase me impediram de retornar ao cursinho, o que me fez aprender a dar ainda mais valor àquilo. Em junho fui convocada para uma chamada presencial na UEPG (por ter ficado em 7° lugar no ano anterior). Fui conversar com o Joãozinho e com o Luiz a respeito. Eles ficaram muito felizes com a notícia, mas me aconselharam a não colocar todas minhas fichas nisso, pois eu dependia da ausência de outras pessoas para ser aprovada. Faltei aula em um dia e viajei para Ponta Grossa, contudo chamaram apenas até o 5° lugar e precisei segurar o choro até Cascavel. Fiquei muito desapontada e aquilo, inevitavelmente prejudicou meu rendimento naquele ano, mesmo com todo o apoio da equipe do colégio. A partir de então, continuei assistindo a todas as aulas pela manhã, mas nas tardes de quintas-feiras perdia uma ou outra aula ou mesmo todas. Pela primeira vez me senti estudando sem amor e sem vontade. Foi um ano ruim, alcancei um 13° lugar na UEPG e para minha felicidade, passei para segunda fase da UFPR. Dediquei-me muito para essa prova, mas fiquei em 10° lugar. Após pouco tempo, descobri que havia sido convocada para outra chamada presencial da UEPG, mas que dessa vez eu havia perdido a data. O que estava acontecendo afinal de contas?! Foi difícil seguir depois de tantas portas se fechando. Levantar a cabeça, passar pelas dificuldades financeiras, que estavam ainda maiores naquele ano de 2016, foi dificílimo, mesmo sabendo que no ano anterior não tinha me dedicado o suficiente. A essa altura, minha família já não acreditava mais em mim, com exceção da minha mãe e dos meus avós que sempre estiveram ao meu lado. O peso que eu carregava era enorme e eu já não sentia que eu fosse passar algum dia. Elegi o ano de 2016 como o pior de todos. Tive sinais de depressão seguido de outros muitos problemas de saúde. Assistia às aulas, mas não conseguia sentar para resolver exercícios, além de chorar quase todos os dias. Ia quase toda a semana falar com o João e o Luiz e chorar, chorar muito. Meus vestibulares foram ruins, não passei nem para a segunda fase da UFPR. Na UEPG fiquei em 5°lugar e isso me deixou um pouco mais alegre, mas na UNIOESTE não passei nem perto, sem falar que de novembro em diante, meus dias ficavam divididos entre Alfa e hospital. Meu avô, que sempre foi como meu segundo pai, estava internado e o estado de saúde dele era crítico. Não tive férias e nem tempo para chorar por vestibulares e em janeiro de 2017 ele faleceu. Meu mundo desabou, nunca havia sentido dor tão grande na vida. Passei a ver que existiam dores maiores que as minhas por não passar no vestibular. Decidi que faria Farmácia na UNIOESTE. O João ficou bravo e disse que não ia me deixar abandonar meu sonho estando tão perto de realizá-lo e que era para eu voltar para o Alfa e seguir lutando. Voltei. Ia às aulas todos os dias, mas conseguia estudar a matéria apenas alguns dias, nos outros eu ficava deprimida e cansada. Totalmente desacreditada. Em Junho, no dia 5, fui novamente para Ponta Grossa para uma chamada presencial e, para minha surpresa, fui chamada. Naquela hora foi como se eu estivesse flutuando, tamanha felicidade. Sinceramente, eu já não achava mais possível passar no vestibular, não depois de tanta coisa que deu errado e não depois de tanta tristeza e digo mais: sensação como a de ver seu nome na lista, não tem igual, é incrível. Do colégio Alfa vou levar na memória o carinho com que sempre fui tratada em cada corredor e/ou sala por toda equipe. Quero agradecer às tias da limpeza, que exibem sempre um sorriso lindo e motivador; à equipe de professores, que sempre tiravam meus milhões de dúvidas com as matérias, além da amizade construída ao longo dos anos; à coordenação, que sempre acompanhou de perto todas as minhas tardes chorando, que não foram poucas, cada comemoração por um acerto a mais no simulado ou mesmo nos vestibulares; às meninas da recepção e da matrícula, que são pessoas incríveis, além de muito prestativas e dedicadas. Para finalizar, uma frase que o Kiolo sempre diz e que deve ser levada a sério: “Não seja menor que seu sonho” lute por ele, afinal, Deus não coloca em nossas vidas sonhos que não possam ser realizados. Lute pelo seu e, acima de tudo: NÃO DESISTA, mas se pensar nisso, lembre-se que tem uma equipe pronta para ajudar, assim como ajudou a mim. Chore quando sentir vontade ou mesmo estude chorando, como fiz várias vezes, mas PERSISTA e NÃO DESISTA. Assista sempre a todas as aulas e revisões; não tenha medo de tirar suas dúvidas em aula, no integral, ou mesmo nos corredores do colégio; ouça sempre os conselhos dados pelos professores, pois além de ótimos, são uma injeção de ânimo diária; por último, mas não menos importante, sorria e leve a vida mais leve e com bom humor todos os dias, por mais difícil que possa ser, pois isso tornará seus dias menos árduos e mais memoráveis. OBRIGADA EQUIPE ALFA POR TUDO QUE FIZERAM POR MIM AO LONGO DOS SEIS ANOS MAIS LOUCOS DA MINHA VIDA. GRAÇAS AO TRABALHO DE VOCÊS, DAQUI A UM MÊS VOU ASSISTIR À MINHA PRIMEIRA AULA DA FACULDADE DE MEDICINA. VOCÊS MORAM NO MEU CORAÇÃO.

27/03/2017 - Matheus Vinicius Rosa dos Santos

medicina/fag I-2016/fag I-2017/ UNIOESTE

Matheus Vinicius Rosa dos Santos

Minha história no alfa começou no primeiro ano do ensino médio. Quando a gente está nessa idade - e deseja medicina - é típico de pensarmos que estudamos o bastante para passar, mesmo que o prof. Joãozinho sempre fosse na sala, mostrasse uma tabela de horários que estatisticamente os alunos deveriam estudar em cada ano para ter a aprovação mais brevemente possível, nós pensamos que será fácil demais. Lembro-me claramente de quando ele circulava as 7 horas que extensivo deveria estudar e falava: "Quando vocês chegarem lá vocês serão OBRIGADOS a estudar isso, enquanto isso, cada ano que vocês NãO ESTUDAM CORRETAMENTE,como a coordenação orienta, significa um ano A MAIS no cursinho". Claro que sem maturidade eu pensava que era baboseira e que minha aprovação estaria em uma bandeja me esperando... Ainda bem que aprendemos com os erros, porque realmente não foi isso que aconteceu. Passados o primeiro ano do ensino médio, o segundo ano do ensino médio, sem estudar profundamente, não seguindo as dicas da coordenação a risca, cheguei no meu terceirão convicto que seria meu ano. Eu estudava até as 22:50 todos os dias, fiz o planejamento de estudo com o tio Luiz, mas não era humilde o suficiente para segui-lo, só porque eu fazia redação particular achava que era desnecessário ver as aulas do colégio, perdia algumas aulas de português, também... e assim fui acumulando ERROS que me fizeram não passar em NENHUM vestibular, chegando em agosto, setembro, eu não aguentei a pressão e comecei a desistir: que tombo, que sofrimento. Meu primo que era minha inspiração estava indo pro segundo ano de medicina na unioeste, vi muitos amigos meus irem para a faculdade, vi amigos meus passando e eu continuando pra dar início ao cursinho. Pessoas muito especiais continuaram comigo no meu primeiro ano de cursinho, e agradeço muito a elas por terem ficado ao meu lado nessa fase e por termos sofrido muito juntos. Nesse ano, eu decidi que eu iria estudar MUITO, que eu ia aguentar até o final, porque mesmo tendo abandonado em setembro do ano anterior, recebi um estímulo quando vi que fiquei bem colocado na UNIOESTE, além de conseguir passar no concurso de bolsa com meia bolsa. Novamente eu ficava até as 22:50 no colégio, todos os dias, e depois, novamente indo contra a orientação, comecei fazer academia 23h, chegava em casa 00:30, conseguia dormir só 1:30, tinha uma qualidade de sono deplorável de 4:30 horas. Uma coisa que me motivou a continuar nessa rotina foi a explosão de alegria quando eu passei na FAG pela primeira vez, aquele êxtase me fez pensar que era isso que me faria passar na sonhada universidade pública, enganando-me que só me matando eu atingiria minha meta. chegou em julho eu tava ESGOTADO, o que salvou aquele meu ano foi conhecer a minha namorada e ter meus amigos que faziam minhas manhãs mais animadas e, principalmente minha namorada, fazia minha rotina de tarde muito melhor, porque ela estava comigo se matando de estudar, também. Mas eu ainda cometia o erro de não ouvir a orientação e continuar me matando até muito tarde e achava que estava fazendo certo. O prof. Joãozinho sempre dizia: "max, assista todas as aulas", mas eu teimava e continuava não assistindo algumas de redação (avancei em assistir todas de português). Chegou no final do ano, esgotado, sendo animado apenas pela minha família, minha namorada e meus amigos, mas sem motivação própria nenhuma, fiz o vestibular da UFPR pra Curitiba, pontuando 63 pontos, eu estava radiante, no ano anterior havia sido 55 o corte, tive um pico de felicidade, larguei todas as matérias e comecei freneticamente estudar específicas, sem orientação NENHUMA, foram duas semanas de biologia e química intensos, até eu ver que o corte foi 64... que tombo. Como voltar a rotina? Me perdi total, comecei a estudar pra UEL, um monte de humanas, esquecendo das específicas e de exatas, foram erros catastróficos, fiz enormes linhas do tempo, cartazes, não resolvia prova e nem fazia exercício, larguei a academia, continuava me matando de estudar errado, quando chegou janeiro e a UNIOESTE, eu estava ACABADO. Lembro-me que no meio de alguma semana antes da unioeste saiu o resultado do SISU, vi muitas pessoas que eu admirava passando, muita gente importante saindo mais um pouco da minha vida, que peso, sei que muitos que estudam sentem isso, e dói, como dói. Fiz a unioeste esgotado, no fim do segundo dia abracei minha mãe chorando e disse: "novamente não vai dar", ela chorando me disse pra continuar, que ela estaria comigo e que eu podia desistir, porque ela estava ao meu lado pra TUDO que precisar, minha namorada também me reeanimou e voltamos pro foco... no dia seguinte teve prova de bolsas do Alfa, eu passei, consegui 100% e fui conversar com o joãozinho, ele me disse que a orientação pedagógica está lá pra ser usada, que eu preciso conversar com a direção SEMPRE, que eles querem me ver passando e vão me orientar, vão mostrar qual o caminho que eu preciso tomar. Depois de ouvir isso eu falei pro joão e pra minha mãe que estava do meu lado: "eu não vou decepcionar vocês". Comecei o segundo ano de cursinho, muito mais fortalecido, alguns amigos meus ainda permaneceram ao meu lado e minha namorada estava comigo, iniciando comigo esse ano tão decisivo, minha família estava ao meu lado e agora me dei conta que podia contar com a equipe ALFA. Meu Deus como sou grato a força que tive dessas pessoas, fiz planejamento de estudo, novamente com o tio luiz e o honrei, já que estudava até as 22:50, só que consciente do que eu tava fazendo, passei na fag, mas não fiquei 100% realizado porque minha namorada nao passou comigo, mas em seguida ela foi aprovada na PUC - CURITIBA e consegui atingir TOTALMENTE MINHA FELICIDADE e comemorei MUITO com ela e nós dois estamos em êxtase e motivados para aquele ano. Depois de todo simulado eu ia falar com a direção, depois de cada vestibular eu levava minhas notas pra eles, assisti TODAS, ABSOLUTAMENTE TODAS AS AULAS, fui em absolutamente TODAS as revisões de sábado, fiz aula particular de redação e continuei assistindo TODAS as do colégio, o professor é incrível, tem um conhecimento de mundo FANTÁSTICO, sem a ajuda dele eu nunca teria os intertextos que eu tive pra fazer minhas redações, perder qualquer aula dele era perder conhecimento e MUITO conhecimento. Como nos anos anteriores eu não fazia nenhuma aula extra atlém da redação, eu não dava muito valor ao meu domingo, mas no segundo ano de cursinho eu fiz aula particular de Física, também. Então, seguindo o lema "aula dada é aula estudada no dia" eu usava basicamente meu domingo pra fazer TODOS os exercícios da aula particular, assim como revisar simulados e tentar cumprir todos os exercícios da semana, mas sem neura, eu seguia meu planejamento, não deixava de estudar nenhuma matéria, era só pra fazer o máximo de exercício possível. Eu sempre fiz TODOS os simulados e isso continuou igual, simulado é muito importante, é obvio, está no nome "simulado", você vai poder simular o vestibular pra saber como você está indo, como funciona seu psicológico na hora da prova, o que você precisa melhorar, é totalmente ilógico perder simulados. Aos sábados eu estudava a matéria de quinta e fazia uma redação e aos domingos, se sobrasse tempo, eu fazia outra redação. Quando tinha simulado no sábado, eu abdicava de resolver exercícios que faltaram da semana e corrigia o simulado com as questões comentadas dos professores no site do colégio, isso me ajudou muito a fixar aquilo que ainda estava incerto na minha cabeça, como diz o joão : "PRA NUNCA MAIS ERRAR". As aulas de filosofia foram muito importantes pra eu desenvolver o senso crítico e ter mais intertextos pras minhas redações, não perdi NENHUMA, também, além do mais o professor atual é MUITO bom, e mesmo não gostando do outro que entrou no final do ano, eu assitia todas igual. Chegou no fim do ano, eu estava com muitos amigos que foram ESSENCIAIS pra mim e vou manter amizade pra sempre, eu e minha namorada estávamos fortes pra fazer os vestibulares, ela me apoiando MUITO, sou totalmente grato a ela, como diz a minha mãe "existe o Matheus antes da isabela e depois da isabela". Fiz o enem, com todo aquele cansaço daquela prova mega longa, mas eu já estava treinado, devido a todos os simulados feitos; fiz a Federal pra Curitiba de novo, e consegui 66 questões, fui falar com o joão e ele me disse "NÃO ABANDONA A UNIOESTE, UM DE CADA VEZ", eu segui o conselho e fiz a unioeste, fui pra federal segunda fase, voltei da federal e fui pra UEM. No final do ano eu estava esperando o ENEM, a UNIOESTE e a FEDERAL, única que eu sabia que não daria era a UEM. Saiu UNIOESTE, fiquei em 21, não iam me chamar, saiu ENEM, eu não tinha pontuação pra passar na primeira chamada do ano anterior, saiu UFPR eu fiz nota pra passar no ano passado, mas a nota aumentou e eu fiquei em 136, em Curitiba, outra que não vai me chamar. Veio o sisu, eu passava no segundo dia, fiquei longe no terceiro dia, mas como a nota aumentou se parasse naquele dia eu talvez seria chamado, porque muita gente tira depois que a nota sobe muito, o MEC aumentou 2 dias para as incrições no sisu, a nota aumentou mais, no segundo dia eu passaria em todas as faculdades que eu escolhi, no terceiro em só 3, no quarto em 1, no quinto, em nenhuma. Fui falar com o joão e com o Luiz, nenhum podia me dar certeza, mas o joão disse "Só tem sorte quem aposta", foi a frase que decidiu minha vida. Coloquei minha nota pra faculdade dos meus sonhos, UNIOESTE- CASCAVEL, mesmo que muita gente me aconselhasse por em outro lugar, eu apostei. Fiquei em sétimo na lista de espera, mas... a notícia era que esse ano estavam sem expectativa pra lista rodar, que tombo. Mantive contato com uma VETERANA minha que acompanhou todo o povo que entrava e me motivava dizendo que "vai dar bom", desmotivado:Voltei pro cursinho. Voltei a estudar todas as matérias, voltei a fazer todas as matérias do dia, perdi 2 aulas na primeira semana porque tive médico, e mais 4 aulas na segunda semana por causa de uma cirurgia no olho que eu fiz de manhã, mas a tarde eu estava na aula, com um tampão, assistindo todas as aulas. Quando no dia 15 de março, as 16horas, eu no integral, saiu o resultado da minha aprovação, a pessoa que eu vi por primeiro foi a minha namorada, que esteve comigo 25horas por dia, 8 dias por semana, 368 dias do ano, foi a melhor sensação da minha vida. TUDO VALEU A PENA NAQUELE MOMENTO. Cada dia de estudo, cada pergunta aos professores, cada suor por carregar milhares de livros na rua, cada noite mal dormida, cada vergonha que eu tinha em sala de aula sendo a pessoa aleatória dos professores, tudo. O professor chuchu fala sempre uma coisa quando ele percebe que a sala ta meio desanimada: "só passa quem não desiste", o professor kiolo fala "Nunca seja menor do que seu SONHO", o professor estevão fala "Vamos anotar a tarefa", o professor sotenez tenta falar "REVISA A MATÉRIA, tchupichi", o panda fala "hopi hopi, jovens", o rodrigo fala "bom dia, gente", o oli fala "vai bater, vai bater, bateu" e o schina fala "MAOOOOOO, olha o pazuzu", juntamente com o joao dizendo "OOO VESTIBÁ", esses e toda a equipe estão ao seu lado, são essas pessoas incríveis que vão te passar o conteúdo pra sua aprovação e assim como eles acreditam no trabalho deles, acreditem no SEU estudo, acreditem em vocês, porque esse conjunto e obra vão trazer sua aprovação. Vista a famoooosa "sandalhinha da humildade" e entre naquela fila, que por mais que tenha gente que consiga furá-la e você permanece no seu lugar por mais um tempinho, eu tenho CERTEZA que vai chegar a SUA vez, NUNCA DESISTA, por mais difícil que esteja seu ano, caminhe, um passo de cada vez, uma questão de cada vez, a cada segundo você está um pouco mais perto da sua aprovação, abdique de muitas coisas, mas nao de tudo, tenha amigos, tenha namorada, tenha família, tenha DISCIPLINA, tenha fé e confie nessa equipe maravilhosa, que eu não tenho dúvida que sua aprovação vai chegar. Muito obrigado a Deus por essa conquista, a minha família que me acompanhou a todo momento e me deu MUITA força, aos meus amigos que me animaram, a minha namorada que me transformou, deu-me todo apoio e companhia do universo e levantou-me depois de cada tombo, professores e direção que estiveram ao meu lado durante toda minha jornada, mas que dei atenção apenas no meu segundo ano de cursinho, tias da limpeza, paty (saudades), tias da catraca, cal, cantinas, etc, vocês todos foram essenciais pra esse momento único da minha vida!!!!! E vocês que permanecem ai, eu também ja permaneci, nesse lugar onde você está, vendo as aulas que você assistiu e garanto, a sua vaga te espera no final do ano, NÃO DESISTA! NÃO SEJA MENOR QUE SEU SONHO! FAÇA AS TAREFAS! DIGA BOM DIA COM FELICIDADE! TA TUDO BEM, E MESMO QUE NÃO ESTEJA, CONTINUE! REVISE! E PASSE! EU PASSEI E É NA MELHOR DO SUL DO MUNDO!!! É MED UNIOESTE!!!!

09/03/2017 - Gabrielly de Barros

MEDICINA - UNIOESTE

Gabrielly de Barros

Quando somos crianças,idealizamos uma profissão e, ao longo da nossa adolescência, ou passamos a nos apaixonar por sua prática ou tendemos a abandona-la. Comigo a primeiro opção prevaleceu em todas as fases. Sempre estudei em colégio público e o sonho da Medicina parecia distante até o terceiro ano do ensino médio. Nesse mesmo ano, afim de tornar a realização desse sonho possível, me matriculei no extensivo Alfa Cascavel, como estava no terceirão da escola pública, optei por fazer cursinho de manhã, mesmo sabendo da limitação do tempo de estudo, já que teria que terminar o colégio no período da noite. Não foi fácil, tive um choque de realidade ao perceber que eu não havia visto a maioria dos conteúdo. Para mudar esse quadro de total "analfabetismo de vestibular", fiz um plano de estudos com o tio Luiz, que devido ao colégio público, ia de domingo a domingo, quase sem pausas. Eu tinha que aprender todas as coisas, por isso nenhum conteúdo poderia ser deixado para trás e conseguinte nenhuma aula, nos primeiros dois meses tive dificuldade em me habituar a rotina -muitos exercícios e pouco tempo - , perseverei e logo tudo passou a fluir. Foi um ano intenso, soei sangue, perdi muitas saídas de sábado a noite e muitos almoços em família no domingo, me afastei de tudo que pudesse tirar o meu foco. Quando chegou as provas do final do ano, eu tinha consciência que havia feito o meu melhor, mas que talvez ainda não fosse minha vez na fila. Fiquei próxima de ser chamada na Unila e tive um bom resultado na Unioeste, mas como eu sempre digo: "quem quase passou, ainda não passou". Comecei 2016 com todo o apoio da minha família, bom... claro que tinha pessoas que falavam que eu não iria conseguir. Mas, se tem uma coisa que eu aprendi, foi a acreditar no que o prof Joãozinho dizia, e segundo ele, esse seria o meu ano. Vamos lá, tudo de volta, dessa vez mais habituada, mais rápida, mais centrada, tudo melhorou, eu ficava encantada com cada degrau avançado, a física ficou mais fácil, a redação mais elaborada, a biologia menos complexa. Vi o quanto o ano anterior tinha sido importante para a consolidação do conteúdo. Agora era só relembrar e para isso,assisti todas as aulas, todas as revisões de sábados, fiz todos os exercícios - inclusive de conteúdos que achava fáceis, afinal, são esses que não podemos perder na hora da prova- , fiz diversos resumos rápidos e toda semana tirava um tempo para fazer revisão sozinha - isso foi uma das peças chaves -. Simulados, fiz absolutamente todos, pois treinar o tempo e as condições do vestibular são essenciais para um bom desempenho na hora da prova. Após o simulado eu SEMPRE ia falar com o prof João, ele me orientava em quais pontos melhorar e como otimizar mais o meu estudo. Sem dúvida, ele foi uma âncora, meu pai Alfa, e com pais a gente não discute, só obedece e acredita. Eu gosto de assimilar essa fase com o a alegoria da caverna de Platão, pois realmente, toda a equipe alfa me retirou da caverna, me mostrou o caminho e tornou os sacrifícios do meu sonho um fardo leve. Sem dúvida, os professores me ajudavam muito, eu procurava muito eles e tirava todas as dúvidas, mesmo que eu achasse que fossem "bobas" . Os profs do integral me ajudavam a por em prática o aprendido e a bunda chegava a doer de tanto ficar nessa salinha - ficava até o alfa fechar. Foram em média 14/15 horas por dia dedicada ao estudo. Metade do ano, uma boa colocação no vestibular da UEPG, "é agora", "vai dar", "sua hora está quase". Acreditei fielmente nisso. Final do ano, vestibular da FAG, um fracasso!! Vestibular da UFPR, nem aprovada para a segunda fase. Nesse momento, perdi o chão, já me imaginei em mais um ano de cursinho e foi difícil de me recuperar. Mais uma vez, meu pai Alfa foi me consolar, enxugar minha lágrimas e dizer que acreditava em mim. OK, vamos lá, né!! Tem Unioeste 10 vagas, mas eu só preciso de uma. Super unioeste, revisei tudo, fiz muitas provas, treinei absurdamente a redação e nessa época aumentei minhas horas de estudo. Finalmente, o grande dia chegou. Vestibular UNIOESTE. Fazer Medicina em casa, que sonho! Bom, só posso dizer que a prova, simplesmente, foi para mim, minha vez na fila, finalmente, chegou. Quando saiu o resultado (segunda chamada), ao ver meu nome na lista, não lembrei do sofrimento e cansaço do dia a dia, mas sim do quanto valeu a pena. Hoje, já matriculada no curso de medicina da unioeste, agradeço do fundo do coração a toda a equipe alfa, desde as minhas amigas dos serviços gerais, até ao grande diretor dessa instituição, sem deixar de colocar aqui a minha imensa gratidão as minhas 3 amigas de guerra -choramos juntas, lutamos juntas, revisamos juntas e vencemos juntas, nós passamos!- Ao meu namorado e a minha família amada. Para concluir esse textão, só tenho a dizer que o alfa foi fundamental, mas obedecer e seguir o plano de estudo foi essencial e manter uma linearidade foi preciso -vc não está em uma corrida de 100m-. Vai dar certo, acredite em você, todos podemos. Não deixe que energias ruins te afete, ano de vestibular é ano de paz espiritual, se afaste do que te afasta do seu sonho, afinal.. o único responsável por ele é você. Um grande - não mais tão grande assim - pensador do Alfa sempre dizia "não diminua seu sonho, aumente seu esforço". Sucesso à todos e um grande beijo.

06/03/2017 - Tayonara Neppel

Medicina - Unioeste, UFPR, UNIPAMPA

Tayonara Neppel

Medicina sempre foi um sonho que eu julgava impossível. Prestei o vestibular da UNIOESTE no final do ensino médio e não consegui passar, decidi então, fazer outro curso. Por vezes pensei em desistir e voltar a estudar pro vestibular, porém, a incerteza da aprovação me manteve na faculdade até bem perto do fim do curso. Até que um dia eu refleti sobre minha vida e se o futuro que eu estava construindo era aquele que eu realmente queria, só que não era. Então decidi que voltaria a estudar. Decisão nada fácil pra quem já esta praticamente encaminhado profissionalmente, com emprego, possibilidade de fazer mestrado e sendo independente. Tive medo, mas encarei. Próximo ao final de 2015 eu vim até o Alfa conversar com o prof João sobre o cursinho, eu já conhecia o colégio e o grande número de aprovações. E ele, prof João, foi o primeiro a acreditar em mim, quando nem meu pai acreditava. Iniciei o extensivo em 2016, conheci o Tio Luiz, fiz o plano de estudos e me propus a fazer de 2016 o meu ano. Assisti a TODAS as aulas e a TODAS as revisões de sábado. Todas as tardes eu ficava no integral, no começo até as 20h, depois fui ficando até as 22h30 e aos sábados estudava no colégio até as 19:30. Aos domingos eu fazia alguma pendência e organizava as coisas para a próxima semana. Não foi fácil abdicar de toda uma vida social em prol de um objetivo maior, porém, foi um mal necessário. Com um ano de extensivo eu fui aprovada pelo vestibular na UNIOESTE, UFPR e na 2° chamada da FAG e pelo SISU na UNIPAMPA. Essas aprovações se devem à Deus, sempre tão bom pra mim, colocando pessoas incríveis no meu caminho; à minha família, que sempre esteve comigo nessa jornada, principalmente a dona Regilene que foi a peça fundamental dessas aprovações, que esteve comigo desde o momento em que eu decidi fazer cursinho; e por fim, essas aprovações se devem ESSENCIALMENTE ao auxílio que recebi no colégio Alfa. A eles eu deixo aqui o meu muito obrigada! Desde a Cris que fez minha matrícula e sempre esteve presente, a Noilma sempre me apoiando, os Fantásticos professores que o colégio têm, GIGANTES em conhecimento e dedicação com os alunos e, claro, aos dois, prof João e Tio Luiz, que foram meu combustível durante o ano. Ambos me fizeram acreditar que eu era capaz de uma coisa, que apesar de querer muito, não acreditava que conseguiria, traçaram comigo todo esse percurso, cheio de desespero e insegurança. Eu os escutei e os obedeci e no fim só precisei escolher em qual universidade iria estudar. Quando se percorre um caminho que é certo não tem como chegar em outro destino, eu recebi o melhor e dei o meu melhor! Eu consegui!

28/02/2017 - Eduardo Waldir Rothbarth

Medicina - Unioeste e Uespi (1º Lugar)

Eduardo Waldir Rothbarth

Agora já matriculado no curso de Medicina da Unioeste Cascavel, finalmente posso respirar aliviado. Sempre quis fazer medicina, mas, como morava em uma cidade pequena, eu não tinha nenhuma idéia de como faria para conseguir chegar ao meu objetivo. Em 2014, após me formar no magistério (formação de docentes), que tem um maior foco nas ciências humanas, prestei o vestibular da unioeste, mas, como não tinha uma boa base nas ciencias exatas, acabei ficando muito pra trás na classificação e então percebi que precisaria estudar mais para conseguir ter alguma chance de entrar. Em 2015, optei por ingressar no Alfa, devido ao inquestionável histórico de aprovações que o colégio tem, principalmente na unioeste. Assim, acabei ingressando no Semi-noturno do alfa e continuei morando em minha cidade, assim eu acabava andando uns 200km por noite, entre idas e voltas, para assistir as aulas oferecidas. Durante o ano, como eu trabalhava pela manhã, acabava sobrando somente umas 2 horas diárias para estudos em casa, assim, não consegui evoluir muito e terminei o ano com mais uma frustração na unioeste, pois fiquei na posição 490. Com tal frustração, comecei a me perguntar se tudo isso iria valer a pena, se algum dia eu conseguiria chegar em meu objetivo. Após alguns dias de reflexão e conversas com meus pais, decidimos tentar mais uma vez, assim em 2016 fiz a escolha de deixar tudo pra trás e ir morar em cascavel para poder fazer o Extensivo integral do Alfa. Logo nos primeiros dias, percebi que estava um nível abaixo de meus concorrentes, logo, precisaria dar meu máximo para poder alcançá-los e conseguir minha aprovação. Com essa ideia fixada em minha mente, decidi esforçar-me além de meus limites e tentar me superar a cada dia, assim logo na primeira semana ja fiz um plano de estudos com a Noilma, visando aproveitar tudo o que o integral tinha a oferecer. Não faltava em NENHUMA aula nem nas revisões de sábado, pois sabia que todo conteúdo possuía relevância, alem de ficar no integral de segunda a sexta das 13:30 até as 22:30 para poder estudar toda a matéria do dia, seguindo sempre aquele lema que o prof João falava: “Aula dada é aula estudada”. Aos sábados ia nas revisões pela manhã e no período da tarde resolvia os exercícios remanescentes, aos domingos resolvia provas antigas simulando as condições do vestibular: nada de comida nem barulho, com tempo cronometrado. Acredito que a orientação que o colégio proporciona é ESSENCIAL para nossa aprovação, ouvir e levar a sério o planejamento que o Tio Luiz, a Noilma ou o Joãozinho nos passam é de grande importância para conseguirmos manter o conteúdo em dia e organizado. Segui a risca toda a orientação do Alfa, renunciei a tudo(mesmo) que poderia me desviar do caminho e no final consegui chegar ao meu objetivo: a tao sonhada vaga em Medicina na UNIOESTE e o primeiro lugar na em Medicina na UESPI. Para quem ainda está nessa jornada, peço que acredite em seus sonhos, se jogue de cabeça nessa jornada e dê o seu máximo, pois uma hora ou outra você certamente irá alcançar seu objetivo. Ninguém nunca disse que seria fácil, mas sim que valeria a pena. Você é o seu próprio criador nessa jornada e não existe nenhum tipo de “fracasso”. Você só precisa falar para si mesmo: “não foi dessa vez.” Mas eu vou tentar de novo, de novo, de novo e de novo. Eu vou olhar para a falha diretamente nos olhos e vou falar que eu estou disposto a fazer todo e qualquer esforço para alcançar meus objetivos. Porque sem esforço nunca haverá nenhum progresso. Acredito que tudo se resume a: “Quanto você quer isso.” Você apenas quer? Ou você está disposto a dar tudo por isso? Continue no seu objetivo. Continue direcionado. Continue firme!