Minha História no Alfa

Escrever minha História

19/08/2015 - Luiza Hyppólito dos Santos

Medicina Unioeste.

Luiza Hyppólito dos Santos

Meu nome é Luiza Hyppólito dos Santos e passei em medicina na Unioeste com apenas 17 anos. A ficha ainda não "caiu" para mim porque passar direto, sem ter feito cursinho, era, a meu ver, algo tao inatingível. Mas mesmo assim, tudo pode acontecer não é mesmo? Com muito estudo e dedicação, o impossível se tornou possível para mim, e agora é só comemoração!! Bom, para ter conseguido essa vitoria, eu costumava frequentar todas as aulas no Alfa, inclusive as revisões de sábado. Também fazia o integral e passava as tardes e as noites estudando. O integral me ajudou muito porque não tinham distrações que pudessem interferir no meu estudo. Além disso os professores sempre foram muito atenciosos em me ajudar e tirar minhas duvidas. Estudava em media 8 horas por dia todos os dias. Para não dizer que eu não tinha folga nenhuma, eu tirava as tardes de sábado para descansar, mas em compensação estudava durante todo o domingo. Além disso tinha os simulados. Eu fiz todos os simulados do Alfa pois eles são um preparatório real para o vestibular, sendo assim essenciais. Nesse ano que passou, posso dizer que renunciei à muitas horas com minha família e amigos. No entanto, foi a minha família a que mais me apoiou nessa etapa dura porém, no final, gratificante. As renuncias que tive fazer se refizeram numa grande conquista.

17/08/2015 - Fernanda Voltolini

Fernanda Voltolini

Para a equipe Alfa Primeiramente, quando quiser desistir pense nos motivos que te fizeram começar. Fernando Pessoa citou que agir era a verdadeira inteligência, que podemos ser o que quisermos, para isso basta querermos com todas as forças e buscarmos incessantemente pelo sucesso. Dentre os meus sonhos a medicina sempre esteve presente, aliás, desde que me conheço por gente falava que seria médica. Entretanto, devido a diversos fatores a enfermagem foi a opção que eu tive de poder zelar e cuidar de quem precisava. Não digo que nunca fui feliz na profissão que eu exerci por aproximadamente cinco anos, porém eu não estava completamente feliz e, sim, estava sendo uma profissional frustrada. Decidi então seguir o conselho do sábio Fernando Pessoa e passei a agir em busca do meu objetivo. O primeiro passo foi convencer meus pais a me bancar em outra cidade e explicar toda a situação e, confesso, que não foi nada fácil, mas depois de muita insistência eles me apoiaram. O que mais pesou nessa decisão foi o fato de ter que ficar longe do meu filho, ele com seis anos e eu com o coração partido, porém o que me dava forças era saber que estaria indo atrás daquilo que eu tanto queria e consequentemente poderia dar um futuro melhor para o meu pequeno. Posso afirmar com toda a certeza do mundo que nesses três anos que passei no alfa encontrei anjos, os quais tenho certeza que ao ler esse depoimento saberão a importância que cada um deles têm na minha vida, uma vez que sempre procurei demonstrar a minha gratidão explicitamente. O curso e colégio Alfa não só me proporcionou a chance de mostrar o meu melhor como me deu a certeza da realização do meu sonho. Confesso que ao entrar no cursinho imaginei que seria tudo mais fácil, pois “só” estudaria, porém, após quase 10 anos sem estudar a matéria do ensino médio percebi que o caminho seria árduo e que o primeiro ano seria de adaptação e que teria que aprender a estudar novamente, afinal 12 horas de estudos (no mínimo) não é pra qualquer um e sim pra quem realmente quer atingir o objetivo. A confiança fazia parte de mim no segundo ano (tá bom, nem tanto né tio Luiz) e me dediquei com unhas, dentes, muito café e integral pois sabia que pra quem não sai da fila a hora de passar chegaria (não é assim Joãozinho?!). Infelizmente aquele ainda não era o meu ano, mas eu sabia que estava chegando mais perto e foi assim que iniciei o terceiro ano com otimismo, palavra essa difícil pra mim, pois quem me conhece sabe o significado do “pensamento positivo” e da força que eu tinha que fazer pra acreditar que tudo daria certo. Estudei muito mais do que no primeiro e no segundo ano, eram praticamente 13 horas de dedicação diárias, planejamento de estudos, revisões de finais de semana e estudo constante. Dessa vez nem a famosa “setembrite”e outros “ites” foram capazes de me derrubar. É claro que momentos de desespero e angústia surgiram, o choro pela saudade da família e pelas diversas vezes que o meu nome não estava na lista se tornava incontrolável, mas eu sempre tinha pra quem correr (e disso o professor Jefferson, tio Luiz, Andressa e Rose entendem muito bem) e sempre recebia uma palavra de incentivo e apoio. Eu, sinceramente, não tenho palavras para agradecer a equipe alfa, os professores que são espetaculares e que se dedicam ao máximo no tablado para repassar o melhor para os alunos, a dedicação dos funcionários e da coordenação, ao pessoal responsável pela catraca e também pelo integral. Agradeço imensamente a equipe das zeladoras, as quais tenho um carinho imenso e que se tornaram grandes amigas. Enfim, tenho certeza de que o aprendizado que tive nesses três anos no Alfa não foi somente para conquistar a minha tão sonhada vaga de medicina, mas sim foi um aprendizado para a vida. Ressalto ainda que a sensação de ver o seu nome na lista de aprovados é a melhor coisa do mundo, um misto de lágrimas e sorrisos e gritos e pulos, uma certeza de que tudo valeu a pena! Por fim, não se pode tirar o foco de um objetivo quando ele está impregnado em você porque é impossível alguém que luta tanto por um sonho não alcançá-lo (né Chuchu?!), nem sempre o primeiro fracasso é de fato o fracasso, pode ser apenas a primeira fase de um sucesso a concluir. Obrigada Alfa!!! Obs.: a ficha demora a cair, mas sim, eu serei médica! Com carinho, Fernanda Voltolini (caloura PUC-PR)

17/08/2015 - Jalyson Souza

Medicina FAG.

Jalyson Souza

Minha história no Alfa começou no meu segundo ano do ensino médio, quando eu ia de manhã para as aulas no Alfa e a noite continuava os estudos em uma escola pública, mas não era fácil, porque eu cheguei sem ter base alguma, sofri muito para aprender e não acompanhava o ritmo. Matemática? Coisa de outro mundo para mim! E assim foi no meu terceiro ano também. Mas com o tempo fui adquirindo conhecimento e aprendi coisas que eu nem imaginava que existiam graças à equipe Alfa que sempre me apoiou e me ajudou muito. Mas não acabou por aí! Sem obter sucesso algum veio o primeiro, o segundo e o terceiro ano de cursinho, todos esses anos recheados de NÃO, NÃO E NÃO! Porém, no meu último vestibular do meu terceiro ano de cursinho, sem esperança alguma, já que estava competindo somente por 10 vagas e não tinha passado nem em universidades particulares que possuíam 100 vagas, fui com uma esperança muito pequena, mas essa prova era pra ser minha, tive um desempenho que nunca tive em qualquer outro lugar e, por fim, meu nome apareceu na tão sonhada lista da UNIOESTE. Isso só aconteceu graças a essa equipe maravilhosa, a qual sou muito grato, minha família que sempre me apoiou e claro, sem dúvidas, em primeiro lugar a Deus, porque sem ele nada disso teria acontecido, pois foi ele quem me ajudou. Se valeu a pena? Faria tudo novamente, sem dúvidas! Sempre levei comigo as palavras do sábio pensador contemporâneo Joãozinho as minhas: ”Querer medicina é entrar em uma fila, mas você nunca sabe em qual posição está, mas se você não sair dela, uma hora você será o primeiro dela.” Me perdoa a brincadeira João, mas até aqui eu tive que encher um pouco o saco – como de costume. Além disso, vale lembrar que uma parte indispensável para minha aprovação foi o integral, já que tirar dúvidas diretamente com o professor facilitou muito o meu aprendizado. Também, tenho que lembrar que tinha toda a equipe Alfa como uma família, pois lá eu sentia que existiam pessoas que realmente torciam por essa minha tão sonhada aprovação, mas alguns realmente marcaram muito a minha trajetória e que não posso deixar de citar: João, tio Luís, Noilma e Rosecler. João, sou muito grato por acompanhar minha evolução com seus números, apontar as minhas falhas, mostrar onde eu tinha que melhorar e me fazer acreditar que com certeza eu conseguiria se eu não desistisse. Tio Luís, agradeço por ter feito aquele menino teimoso que entrou achando que conseguiria se organizar sozinho mudar de opinião. Nunca vou esquecer do início do ano de 2014 quando estava no Alfa fazendo minha matrícula novamente e você me chamou na sua sala e disse: Jalyson, você já está quase pronto pra passar, dê um voto de confiança no tio Luís e tudo dará certo ainda neste ano! Fiz isso e não é que deu? Comecei a fazer meus planejamentos de estudo e a cada pouco ir lá ouvir os conselhos dele e com isso comecei a criar uma segurança maior em mim mesmo, que era algo que sempre tinha me faltado e que talvez tivesse me atrapalhado em outros vestibulares. Noilma, a primeira pessoa que tive contato dentro do colégio e que me recebeu muito bem. Desde a nossa primeira conversa eu comecei a criar uma grande confiança na equipe Alfa, com isso resolvi me matricular. Ela sempre me orientou e acompanhou meus resultados até mesmo quando eu não ia na sala dela, mas quando cruzava comigo sempre falava que eu estava evoluindo e que ela estava sempre na torcida por mim. Quando eu não estava bem ela me aconselhava e me ajudava, contava casos de outras pessoas, tudo para eu entender que eu não era o único que estava sofrendo. Rosecler, uma pessoa que tenho uma admiração extrema pela sua sinceridade e gosto pelo que faz. Me ajudou muito no decorrer desse último ano, chorou junto comigo quando não passei e chorou mais ainda quando eu passei hahaha, faz questão de estar presente com os alunos, independente da situação que está ocorrendo, se divide e abraça ao mesmo tempo quem foi aprovado e quem não foi, enfim, uma mulher incrível e a qual sou muito grato.

17/08/2015 - Luna Abreu

MEDICINA FURG, Uningá E UFMS.

Luna Abreu

Comecei no alfa como muitos cotistas começam: sonhadores ! Nunca fui a pior aluna da sala, sempre tirei notas boas sem muito esforço, assim, na minha ingênua opinião, passaria logo em Medicina. Logo ganhei o primeiro balde de água fria: a primeira redação do simulado. Que desespero! Todos os meus 10 do Ensino Médio reduzidos a pó! Com o tempo superei a fase “sou uma gênia”, passei a estudar sério no integral, escolhia uma pessoa que eu achava estudiosa e copiava exatamente todo o itinerário dela kkkk outro erro de iniciante! Para dar conta de toda a matéria era um sufoco, e os resultados nunca apareciam...e é aí que entra a principal força do alfa, de nada adiantaria - pelo menos pra mim- tantos professores maravilhosos, a estrutura e a organização, se não existisse o Tio Luis, tio mesmo, do tipo chato que repete mil vezes as coisas, mais que nunca te deixa desistir! A ele todos os agradecimentos serão sempre insuficientes. Quando se passa a enxergar todos seus pontos fracos você cria metas para atingir, mais é impossível não se sentir um fracasso, reconhecer seus limites muitas vezes te leva á uma insegurança eterna, quantas questões foram perdidas por esse motivo. Não vou mentir, não me tornei uma superconfiante nos meus 3 anos de cursinho, no entanto, aprendi a não me deixar abater a cada decepção, e a nunca ir para uma prova chorando os erros de outra. Assim como diz o mantra do João: “A Universidade é que te escolhe” fui escolhida pela FURG, passei com a nota do Enem, e tenho a certeza que estou pronta para os melhores 6 anos das minha vida! Obrigada a toda equipe de professores, cada palavra de apoio que vocês dizem nos impulsiona, obrigada a equipe pedagógica, ao João que tantas vezes me auxiliou, e aos meus amigos e amigas, companheiros de cursinho, aos que ainda não passaram: vocês estão no lugar certo, fazendo a coisa certa, na hora certa a Universidade vai escolher vocês! Luna Abreu, cotista, aprovada em Medicina FURG 2015

17/08/2015 - Jackson Danrlei Balbinot

Medicina Unioeste-UEM-UFPR-UEPG-FAG.

Jackson Danrlei Balbinot

Quando cheguei ao Alfa só tinha uma certeza: que eu precisaria estudar muito para alcançar meu sonho - passar em medicina. E, de fato, essa não foi uma tarefa fácil, pois não adianta apenas sonhar e sim ter dedicação e ser humilde para aceitar que cometemos erros e que devemos corrigi-los, além de nunca deixar uma dúvida sem esclarecimento. Mas, o mais importante é estar muito atento às aulas e ao que os professores dizem e sempre anotar cada frase dita por eles, pois não é em vão que eles sempre falam "cuidado: isso cai na UEM", por exemplo. Por isso que a equipe de professores do Alfa é sensacional, pois eles indicam corretamente os principais pontos da matéria para as principais universidades da nossa região. Bom, mas eu gostaria de contar de forma resumida a minha história... Há muito tempo eu já queria cursar medicina, mas, devido à alta concorrência para ingressar nesse curso, sabia que não conseguiria passar apenas com os conhecimentos da escola pública devido às más condições do ensino, que infelizmente ainda existem. Portanto, no início do meu 3° ano do Ensino Médio Técnico (2012) me dei conta de que eu deveria fazer um cursinho pré-vestibular. De fato pelo alto número de aprovações que o Alfa possuía quis muito estudar nele, o problema é eu não teria condições financeiras. Como eu era aluno de Colégio Técnico optei por fazer estágio durante o 3° ano a fim de juntar dinheiro para que quando eu estivesse no 4° ano do Ensino Médio eu pudesse ajudar meu irmão e minha irmã (meus responsáveis na época) com as despesas do cursinho no ano seguinte. No início de 2013 dediquei minhas férias a estudar para o concurso de bolsas, mas não obtive êxito. Entretanto, matriculei-me para o pré-vestibular noturno, e enquanto eu fazia o cursinho à noite, eu cursava o 4º ano do Técnico em Administração no CEEP durante o período matutino. Justamente por causa desse curso não pude dedicar-me inteiramente ao vestibular, pois eu tive que fazer um Trabalho de Conclusão de Curso, que comprometeu-me muito tempo. 2013 foi um ano muito complicado, mas mesmo assim aprendi muita coisa, e por pouco não consegui passar nos poucos vestibulares que fiz (na realidade até passei na 3ª chamada da UEPG). Não desisti! eu queria continuar, mas não conseguiria fazer o pré-vestibular matutino, justamente por questões financeiras. Mas como eu sabia que era imprescindível estudar de manhã optei em dedicar todas as férias para refazer o Super Intensivo do ano anterior por conta própria utilizando minha apostila. Foram dias inteiros na biblioteca pública de muita dedicação. Felizmente eu consegui passar no concurso de bolsas, e pude estudar no pré-vestibular matutino, mesmo com dificuldades financeiras para alimentação e transporte, que eu minha namorada Carolina passamos juntos. Mas mesmo com essas dificuldades eu pude contar com o apoio de muitas pessoas, tanto de dentro do colégio: Noilma, Tio Luiz e Joãozinho, bem como os meus irmãos, minha mãe e minha namorada, que esteve o tempo todo na mesma barca remando junto comigo, rumo ao mesmo sonho.Graças à essas pessoas pude dedicar-me única e exclusivamente aos vestibulares. Foram muitas noites mal dormidas, muitas aulas, muitas revisões, muitos exercícios, mas também muita força de vontade. E após tudo isso muitos vestibulares vieram, e os resultados foram além do esperado, pois jamais imaginei-me aprovado em tantas universidades, mas a mais sonhada eu consegui: UNIOESTE! Consegui a minha vaga, mas eu jamais conseguiria sem todo o apoio dessas pessoas que acreditaram em mim e que nunca me negaram apoio algum, sou muito grato à Noilma, ao Tio Luiz e ao João Rodrigues, pois são pessoas que notam quando um aluno não está bem e sempre ajudam no que for preciso. Isso foi muito importante para que eu conseguisse esses resultados. Peço a vocês que continuem sendo essas pessoas que vocês são: que se preocupam com os alunos! Pois isso faz a diferença. Jackson Danrlei Balbinot

17/08/2015 - Ana Carolina Gatto Bordignon

Ana Carolina Gatto Bordignon

É um tanto quanto difícil, eu diria, começar a trilhar uma trajetória tão minuciosamente esperada e preparada. Porém, existe um momento em nossa vida que despertamos para o mundo como se anteriormente estivéssemos em um sonho adormecido. Buscamos dentro de nós uma força tão grande, uma “expectativa esperançosa” de ver nossos sonhos realizados. A partir daí toda ajuda é bem vinda. Deixamos de ser meramente “repolhos iguais” para exercer nossa função na sociedade como verdadeiros cidadãos. A tolerância para um erro é tão pouca; por isso, os centímetros que precisamos estão em todo lugar ao nosso redor. Seja por praxe ou clichê, esses centímetros devem ser planejados e administrados no tempo tão precisoso que possuímos. Evitar pessimismos, muitas vezes incontroláveis e incômodos diante de expectativas frustradas. Não obstante, aquele que diz que pode e aquele que diz que não pode, geralmente, estão certos. “Habilidade só se desenvolve com horas e horas batendo na sua capacidade.” São palavras como essas que amparam e ajudam a manter a espinha ereta diante de algumas derrotas. Palavras que foram muitas vezes pronunciadas como apoio pela equipe ALFA – como o João, o Luiz, a Rosecler... No processo de trabalhar em nossos sonhos, estamos expostos a várias desilusões, vários fracassos, um monte de dor. Há momentos em que duvidamos de nós mesmos. Todavia, para pessoas que vão em direção aos seus sonhos a vida tem um significado especial. Começa a ter certa singularidade. Os “desejos não resistem às dificuldades da vida, sonhos são projetos de vida, sobrevivem ao caos”. Diante desse projeto de vida renuncias são viatais. A família, grande aliada, no entanto, potencial vilã. Dizer não a viagens, eventos sociais, hobbies, feriados ... Espairecer é preciso, entretanto, “estude, estude, estude, estude, estude, faça um intervalinho, estude, estude, estude, estude ...”; como afirmaria o João. Assistir as aulas é fundamental, mesmo que esteja seguro em relação a determinado assunto. Procurava comparecer a todas as aulas extras e revisões. Resolver todos os simulados e tirar dúvida dos mesmos. Outrossim, o plano ALFA-integral dispõe de monitorias com professores prontos para nos auxiliar; com horários fixos e um ambiente silencioso. Afinal, o meio em que estamos influencia em nossa concentração e consequentemente no desempenho posteriormente. É relevante que se estude com qualidade e não quantidade! De nada adianta passar a tarde e a quase totalidade da noite estudando se não conseguimos absorver o que estamos fazendo. A palavra é: atitude; com ela vem meta, desafio, organização, determinação e o abandono de críticas não construtivas. Bom, acredito que gratidão e respeito são valores fundamentais que eu posso oferecer a equipe ALFA. Não há palavras. É simplesmente uma honra poder ter convivido no período de pré-vestibular com vocês - essa época tão conturbada, explosiva e importante para a formação de um indivíduo. O “não estudar para passar, mas estudar até passar” até mesmo o “só não consegue quem desiste” foram muito frequentes nesses praticamente dois anos pós ensino médio. Muitos afirmam que “fazer cursinho” é complicado, chato... não contrario, mas amadurecemos como pessoa de forma expetacular. Ainda, nos dá mais segurança e confiança para atingirmos nossos reais objetivos. E sinceramente, sentirei saudade sim! Como declaram por ai: “Onde não puderes amar não te demores.” No entanto, é visível o amor que possuem pelo o que fazem. A alegria e o show que dão ao subir naquele tablado. Uma seleção de mestres. Não são somente professores; são amigos, parceiros, guardiões e muitas vezes pais em determinadas situações. Continuem moldando mentes e alimentando sonhos. Imprescindível foram o suporte e a recepção de pessoas tão queridas do ALFA e de professores mais “chegados” – não citarei nomes, porém acredito que cada um saiba e sinta esse afeto. Também, procurei explorar todos os recursos oferecidos, principalmente o “plano de estudos.” Os versos de uma canção popular brasileira asseguram: “Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo”. Complicado mas é assim que devemos seguir - sempre em frente e enfrente! Caso o resultado não seja o almejado devemos ser humildes e despidos de orgulho. Enfim, “sonhar é o verbo mais bonito que existe, mas realizar é o verbo mais importante da vida” – diria Raphael Gouvea Monteiro. Ana Carolina Gatto Bordignon