Minha História no Alfa

Escrever minha História

19/08/2015 - Lucia Jeorgea dos Santos Coelho

Lucia Jeorgea dos Santos Coelho

O Alfa não é apenas um colégio, mas também um realizador de sonhos. Cheguei até a equipe Alfa com um sonho maluco na cabeça, de cursar MEDICINA, maluco sim, pois para alguém de origem humilde como eu esse era um sonho muito distante. No entanto, a equipe Alfa acreditou em mim e tornou o meu sonho o deles, abraçaram as minhas dificuldades e me doutrinaram para o caminho árduo, porém gratificante em busca do meu objetivo. Eram de 10-15h por dia de muito estudo, dedicação e disciplina, seguindo a regra "aula dada, aula estudada", anotações, livros, exercícios, provas resolvidas, simulados. Nem sempre era possivel cumprir, mas os fins de semana também eram destinados para colocar a matéria em dia e escrever as redações. Com o tempo, o Alfa se tornou a minha casa, onde aprendi a aprender, de compartilhar emoções nos dias de resultado, pular de felicidade quando um amigo, mais um soldado, alcançava o objetivo e também cair em prantos quando o meu nome não compunha a lista dos aprovados. Os professores e coordenadores se dividiam entre comemorações e consolos, entre a nossa tristeza e a nossa alegria, um carrossel de emoções que é o mundo dos vestibulandos e haja coração! A equipe Alfa sempre foi presente no meu dia-a-dia muito comprometida com a minha preparação, nao somente em relação ao conhecimento, mas também emocional, a cada dia que fraquejei, nas vezes que pensei que nao conseguiria (e foram muitas vezes), em mais um vestibular e nenhuma aprovação, sempre tive eles ao meu lado, me apoiando e sem desacreditar que um dia eu conseguiria. Os professores, extremamente profissionais, com as aulas preparadas sempre acrescentando novidades e preocupados com nosso desempenho e aproveitamento, quantos intervalos que eles não se importavam em perder tirando nossas infinitas duvidas com toda paciencia com nosso desespero e agonia kkk. A coordenação, exemplo de organização e eficiencia, sempre presente, organizando nossos horarios de aula, nas recepções dos vestibulares nos desejando boa prova e na saida tambem presentes para o abraço de conforto. O diferencial do Alfa é esse, você sabe que não vai ser fácil, mas sabe também que não está sozinho, que eles estarão lá por vc e com vc. Lá todos sofremos juntos, torcemos juntos e quando finalmente conquistei minha vaga foi um dia de muita festa. Eu já tinha passado duas vezes na FAG antes e, infelizmente, nao consegui FIES, mas nunca me deixaram abater ou desistir, por mais que eu nao acreditasse em mim, eles acreditavam e deu certo. Esse ano passei pelo Prouni na Uningá e faço parte da nona turma de medicina com muito orgulho. A felicidade ainda nao cabe em mim e, desejo de todo coração que loucos como eu, que desejam realizar um sonho, façam parte do Alfa, com toda a certeza nenhum outro lugar vai abraçar seu sonho e suas dificuldades com o mesmo amor e comprometimento que essa equipe irá. Se eu vi mais longe, foi porque me apoiei sobre o ombro de gigantes! Para voces da equipe Alfa o meu muito obrigada por terem me dado todo apoio e por não desistirem de mim, nem mesmo quando eu desisti, sem vocês eu jamais chegaria até aqui! Me sinto honrada por fazer parte da história do Alfa!

19/08/2015 - Ketlin Miriana Fiorese

Medicina UFSC, Unioeste, UFPR e FAG.

Ketlin Miriana Fiorese

Os professores do Alfa sabem muito além do que está nos materiais. Possuem vasta experiência com vestibulares anteriores e, devido a isso, sempre fazem apontamentos interessantes que realmente voltam a cair em provas do ano em questão. As anotações feitas em aula, no caderno, foram minhas grandes aliadas em revisões de véspera. Sempre revisei todo o conteúdo antes de qualquer prova ou simulado e o caderno nesse momento reúne as informações mais essenciais. O meu planejamento foi feito para que os professores disponíveis no integral fossem aproveitados ao máximo. Os profissionais que trabalham na monitoria se dispõem a analisar todo e qualquer conteúdo, com uma visão crítica que permite formar opiniões sólidas nos estudantes, as quais contribuem profundamente no momento de resolver exercícios e também escrever redações. Todos os sábados, após as revisões que ocorriam de manhã, terminava à tarde todos os exercícios das listas que nos eram disponibilizadas. Também aproveitava o horário de redação à tarde pra produzir várias redações, cerca de 3 ou 4. Se sobrasse algum tempo no sábado à noite estudava assuntos difíceis, que geralmente me derrubavam em provas. Aos domingos costumava fazer provas e corrigir, com as devidas condições impostas em vestibulares: nada de comida, nem barulho, e tempo cronometrado. Caso ainda assim sobrasse tempo, lia revistas e as obras catalogadas. Não parei em nenhum final de semana, nem com eventuais vestibulares. Os simulados foram fundamentais, pois, treinamos principalmente a pressão. Encarei cada um deles como um vestibular realmente. Os erros sempre anotados para revisar aos sábados e as redações, sempre que preciso, foram reescritas. Quanto a orientação do colégio foi ESSENCIAL. O planejamento é o nosso principal amigo. Respeitar os limites de horário que o Tio Luiz ou o João nos impõe é muito importante para manter o conteúdo organizado e em dia. Acreditar nas estatísticas também é fundamental, quando o João entrava na sala pra dizer que "quem passou no ano anterior no simulado havia feito tantos pontos" levei isso a sério. Deu certo. Renunciei a tudo (mesmo) e tive o apoio do mundo.

19/08/2015 - Lídia Guerra

Lídia Guerra

Não perdia nenhuma aula, todas são importantes pra construção do conhecimento, inclusive uma aula faltada significa não entendimento do conteúdo posterior. Minha família morava a uma hora de Cascavel, mas mesmo assim só voltava pra minha cidade as vezes e no sábado a tarde, depois de assistir as aulas de revisões no sábado de manhã. Durante a semana, frequentava as salas do essencial, mas mesmo depois que a catraca estava liberada pra eu sair, ficava no Alfa até praticamente fechar, em torno das 22h30min, o estudo em casa, para mim, não rendia. Estudava diariamente no ano de dedicação à aprovação, o estudo deve ser prioridade. Aula dada é aula estudada NO DIA, nem antes, nem depois. Acumular conteúdo é horrível, vira uma bola de neve que cada vez aumenta mais, mal conseguia fazer os exercícios e ler a teoria do dia, muito menos de dois. Aconselho aos alunos a fazerem todos os simulados, tem muita importância na auto-avaliação. O apoio dos orientadores me motivou muito! No começo do ano estava perdida, mas o plano de estudos feito pela orientação resolveu o problema. O Tio Luiz se tornou um paizão pra mim que além de me aconselhar nos estudos, me animava e dava apoio psicológico.

19/08/2015 - Angélica Cristina Milan Marese.

Angélica Cristina Milan Marese.

Terminei o terceiro ano do Ensino Médio em 1999. Cursei Ciências Biológicas na Unioeste (junto com o prof Panda e com o prof Sóstenez) e, em seguida, fiz Mestrado em Biologia Celular na UEM. Voltei para Cascavel para dar aula na Unioeste e em algumas faculdades particulares. Muita coisa aconteceu nesse período e descobri que não estava feliz, apesar de gostar muito de ser professora. Então, resolvi amadurecer a ideia de realizar o sonho de cursar Medicina. Este ano achei que seria o momento certo e escolhi me matricular no Alfa. Como eu nunca havia estudado nesta Instituição, sempre me perguntava: “O que será que o Alfa tem que aprova tantos alunos?”. E, hoje, posso afirmar que sei a resposta: a melhor equipe e o melhor suporte que um aluno precisa para passar no vestibular. Durante sua primeira visita à minha turma, o prof João disse que tínhamos que partir do princípio que não sabíamos nada e começar do início. Da mesma maneira, eu esperava que os professores seguissem esse mesmo princípio e explicassem tudo desde o básico, e eles assim o fizeram. Para mim, isso foi determinante, pois tive que começar do zero mesmo. Desde 1999 não estudava matérias como Física, Matemática, História, Geografia... e, além disso, Sociologia e Filosofia não faziam parte do currículo escolar na minha época. Então, o jeito era estudar todas as disciplinas. Mesmo sendo Bióloga, estava decidida a seguir seu conselho e estudar toda a Biologia novamente, sem pressa e sem a pretensão de achar que eu sabia tudo. Pelo contrário, sempre tem algo para relembrar e compreender qual é o foco do vestibular com relação àquele assunto. Portanto, pra passar em Medicina não se pode escolher aulas, desprezar matérias e muito menos deixar de estudar um determinado conteúdo achando que não tem mais nada para aprender. Apesar de não termos tempo suficiente para revisar continuamente todas as disciplinas, descobri nas aulas de sábado uma ótima oportunidade para resolver exercícios, tirar dúvidas e relembrar detalhes que já tinham sido esquecidos. Nem as aulas de sábado podem ser desprezadas. Como já fui professora, sou muito exigente, e eu sei o quanto um bom professor faz a diferença no aprendizado do aluno. No Alfa TODOS os professores são excelentes, sim, TODOS!! E isso foi indispensável para que eu me sentisse estimulada a estudar todas as matérias. Cada qual com sua didática, fizeram com que o conteúdo se tornasse mais acessível e, mesmo quando eu tinha alguma dificuldade, tinha a liberdade para procurá-los e sanar minhas dúvidas. Durante as aulas, eles sempre tinham palavras de incentivo ditas na hora certa. Não sei quantificar as inúmeras vezes que pensei em desistir, pois a caminhada é muito árdua e só quem realmente passa por isso sabe o quanto é difícil, e lá estavam eles nos fazendo respirar fundo e seguir em frente. E assim eu fui levando meu primeiro ano de cursinho... fui descobrindo a melhor metodologia para estudar esta ou aquela matéria, aumentava o tempo de estudo daquelas que eu sentia mais dificuldade, resolvia os exercícios propostos nas aulas e descobri também que saber resolver o exercício mais difícil da série, o qual eu levaria muito tempo, não me faria passar no vestibular, pois eu poderia utilizar esse tempo estudando outros assuntos relevantes. Concluí também que é humanamente impossível estudar absolutamente tudo!! Às vezes não há tempo hábil mesmo, mas não devemos desanimar. No início foi muito difícil, olhava para o lado e via os outros alunos que já vêm em uma continuidade nos estudos resolvendo exercícios, respondendo perguntas e eu achava que nunca iria conseguir. A forma que encontrei de resolver isso e enfrentar o medo foi estudando, correndo atrás daquele que seria o melhor caminho para realizar meu sonho. É preciso não perder o foco. Só quem vive essa rotina enlouquecedora sabe o quanto é sofrido, o quanto merece esforço e dedicação e que requer sim escolhas e abdicações importantes. Mas, também, só que tem a alegria de ver seu nome na lista de aprovados sabe o quanto tudo isso valeu a pena! Mais uma vez quero agradecer o apoio e paciência. Meus agradecimentos a todos os professores, eles precisam ter a certeza da importância de cada um nesse processo. Parabéns pelo trabalho de toda a equipe! Sou admiradora da seriedade e dedicação! Muitíssimo obrigada!!!!!! Atenciosamente, Angélica Cristina Milan Marese.

19/08/2015 - Isabela Macedo Ribas

Medicina UEM, UFSM e FAG.

Isabela Macedo Ribas

Estudar no alfa esse ano foi uma experiência incrível, de crescimento tanto intelectual como pessoal. Eu assistia a todas as aulas pela manhã, almoçava e à tarde voltava para o integral (eu fazia o essencial). Estudava lá da 13:30 às 19:00, então ia para casa e estudava as matérias do dia que sobravam até acabar todo o conteúdo do dia; ao todo, eram cerca de oito horas de estudo diário. Aos sábados, eu ia a quase todas as revisões e ficava no colégio à tarde estudando até umas 5 ou 6 horas, que era o horário em que eu treinava redação. Nisso tudo, o plano de estudo foi muito importante. Eu o seguia à risca, com horário para começar e terminar matérias, o que foi de extrema relevância para que eu pudesse organizar meu tempo e dar conta de tudo. Além dessa rotina diária, tinham os simulados em alguns finais de semana que, se bem me lembro, fiz todos. Eles foram muito importantes para o acompanhamento do meu desempenho e correção das minhas falhas. Além dessa rotina de estudos, as aulas sempre eram fantásticas. A equipe de professores do alfa é impecável, dá show em todas as matérias, tanto na organização como em conteúdo. Isso sem falar na equipe pedagógica, que sempre me apoiou em tudo que eu precisei no colégio. Enfim, o alfa me ensinou quatro coisas essenciais, não só nos estudos, mas pra tudo na vida: disciplina, organização, responsabilidade e comprometimento.

19/08/2015 - Juliana Mori

Juliana Mori

Moradora de uma cidade de 10 mil habitantes, não havia outra solução a não ser romper os laços, sair da casa dos meus pais e ir atrás do meu sonho. O sonho de ser Medica não me fez apenas estudar constantemente, mas também me afastou de amigos e de alguns familiares. Me privei de divertimentos, feriados e até encontros de família. Hoje, sei o quanto isso valeu a pena, mas confesso que no começo foi muito doloroso abandonar a vida que eu tinha até os 18 anos em Jesuítas. Foram quatro anos de cursinho, de choro, de tristeza, de aflição, de desespero, de determinação e muita forca. Decidir seguir meu sonho em busca da vaga de medicina me fez enfrentar muitas dificuldades. Morar fora e com meninas de costumes bem diferentes dos meus, cidade estranha, muitas responsabilidades, fortes crises de enxaqueca cronica e lidar com pessoas que mesmo sem intensão acabam nos gerando sentimentos ruins quando questionam diariamente sobre a aprovação tão demorada, sem dúvidas me deixava muito mal. Chorar fazia parte da rotina, um simulado ruim, um resultado de prova que meu nome não estava na lista, uma pessoa desagradável que me jogava para baixo, ou qualquer outra coisa me deixava chateada. Quatro anos de cursinho me deixou muito frágil e vulnerável. Mas, felizmente tenho uma família que sempre me apoiou e nunca deixou que eu desistisse. E também, nesses últimos dois anos de cursinho, que fiz no Alfa de Cascavel, tive um grande apoio da equipe Alfa, principalmente do Luiz que me “puxava a orelha” toda vez que me via desanimada. Esse apoio da família e do Alfa foi essencial para minha vitória, foi ele que me animava para ir na aula de manhã e estudar MUITO no integral. Ver meu nome na lista de aprovados me trouxe um sentimento inexplicável, uma sensação de dever cumprido e uma certeza de que todo meu esforço foi recompensado. Acredito que minha trajetória de vestibulanda e de tantos outros que prestam vestibular para medicina e outros cursos concorridos se resume em um trecho de um livro que diz que algumas coisas são difíceis e levam tempo e algumas dessas coisas (difíceis e que levam tempo) são as melhores da vida. Agradeço imensamente a equipe Alfa que além de conhecimento, me ensinaram que todos os sonhos podem ser realizados.

19/08/2015 - Camila de Oliveira Silva

Camila de Oliveira Silva

Meu nome é Camila de Oliveira Silva, tenho 17 anos e sou a mais nova caloura de Medicina da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, em 2015. Ainda parece um sonho, a famosa "ficha que não cai" resume praticamente tudo o que eu sinto até agora. A caminhada foi longa e árdua, mas sem o apoio que consegui no Colégio Alfa seria praticamente impossível chegar a onde estou agora. Além das aulas, sempre divertidas e cheias de conteúdo, contei com uma equipe de orientação e professores (sensacionais) que se mostravam presentes quando o assunto era uma dúvida ou até mesmo um conselho pra prosseguir nessa rotina cheia de altos e baixos, que é a de um vestibulando de Medicina. Certamente, ao passar mais tempo no Alfa do que na minha própria casa, tive uma boa e nova família pra me ajudar, criei um vínculo muito grande com os meus professores, que considero como grandes amigos. Bom, sempre sonhei em fazer Medicina e sabia que seria difícil essa conquista, mas tinha a certeza de que o esforço valeria a pena. Cada hora de estudo, cada momento de tensão e expectativa, criados até mesmo por causa de um simulado do colégio, valeram a pena. Sabendo que passar no vestibular de Medicina é uma missão muito difícil, ainda mais no Terceirão e com a minha idade(17), acredito que essa combinação foi fruto da persistência e vontade que aprimorei com os estudos no Alfa. Todos os dias lembro do meu "banho de tinta", dos que me apoiaram, de cada segundo que vivi nesse ano de pré-vestibular. Os dias e finais de semana lotados de leitura e exercícios são pequenos demais, se comparados com a alegria que é passar em um curso que sonhei a vida inteira. Além do mais, como dizia minha mãe nessa caminhada "O céu é o limite pra quem quer chegar lá". É só ter vontade pra seguir em frente. Se fosse impossível, eu e muitos outros aprovados não estaríamos "escrevendo nossa história" nesse lugar e nas universidades de todo o país.

19/08/2015 - Brenna Mariah Ferrari

Brenna Mariah Ferrari

"A caminhada para a minha aprovação no vestibular de medicina começou cedo. Quando eu tinha apenas três anos e meus tios estavam prestando vestibular na UNIOESTE, eu também queria fazer o tal "tibular". Desde pequena eu falava que gostaria de ser médica, mas a certeza só veio mesmo aos quinze anos quando eu comecei a buscar este objetivo através de muito estudo. Fui para o Alfa com dezessete anos, caindo de pára-quedas numa realidade completamente diferente do que tinha imaginado e a qual parecia impossível de me adaptar. 2011, o meu primeiro ano de cursinho, foi o mais difícil. Ver que eu não era mais a "inteligente" do meu colégio e que havia na minha sala mais de 200 pessoas que também tinham o mesmo objetivo que eu, foi um grande susto. Só no Alfa eu pude perceber o quanto os vestibulandos de medicina estudam e o quanto eu também teria que estudar. Desde o início eu tive o grande e essencial apoio do tio Luiz e do João dentro do Alfa. Meus dias começaram a ser corridos, cerca de treze horas de estudo todos os dias da semana, incluindo estudo no sábado e no domingo. Estar presente todos os dias às 7:15, fazer mais do que 70 exercícios por dia, ler e aprender todas as matérias, fazer uma redação por semana, foram muito desgastantes. Abrir mão de ver minha família todos os dias, de sair com nos finais de semana, de poder me divertir com os meus amigos, também não foi nem um pouco legal. Mas o apoio da família, dos amigos, dos professores e de toda a equipe do Alfa me fez continuar firme na minha caminhada e olhar pra frente sempre, porque a minha hora iria chegar! Hoje, após três anos de cursinho, ralando e "suando sangue", como diz o João, eu venci! Ver o meu nome na lista de aprovados da universidade que eu sempre sonhei foi uma sensação única e indescritível, que apenas quem passa por ela sente como é. Realizar um sonho e saber que tanto esforço e dedicação valem a pena, não tem preço! Agradeço a mim mesma por não ter desistido, mesmo quando a vontade era largar tudo, por cansaço e por não acreditar na minha capacidade de realizar algo difícil, como passar em medicina. Agradeço a Deus por permitir que eu tivesse a oportunidade de lutar pelo meu sonho e colocar pessoas que me apoiassem do meu lado. E agradeço por quem sempre torceu por mim, família, amigos, professores; essa conquista é nossa. Obrigada por estarem comigo na realização desse sonho que está apenas começando." Brenna Mariah Ferrari

19/08/2015 - Mariana Marinho Jorge

Medicina Unioeste FAG UESC

Mariana Marinho Jorge

Fiz três anos de cursinho para passar em Medicina e no ano de 2014 obtive, finalmente, o sucesso esperado, fui chamada na FAG e recebi o maior presente que um vestibulando pode receber, passei na UNIOESTE, uma universidade pública, bem conceituada e na minha cidade. Hoje eu vejo que tudo valeu a pena, que o sofrimento de largar tudo pra encarar uma rotina pesada de estudos foi a melhor escolha que eu já fiz na minha vida, porém, durante esses três anos não foi fácil encarar essa “batalha”. Completei meus estudos em um colégio conceituado, mas que não tinha essa meta de colocar seus alunos em boas universidades. Então, apesar de tirar boas notas em meu colégio antigo, não tinha uma rotina de estudos, acredito que nem mesmo sabia estudar. Matriculei-me no ALFA para o meu primeiro ano de cursinho e me assustei, as pessoas realmente estudavam nesse colégio, então, tentei entrar no ritmo do pessoal e passei a fazer parte da famosa fila que o professor João fala que tem como ponto de chegada a aprovação no vestibular. O ambiente do cursinho ajudava muito a estimular os estudos, pois em todos os cantos tinham pessoas estudando e o papo, pelos corredores e lanchonetes, sempre envolvia esse universo dos vestibulares, por isso optei por estudar a tarde e a noite no ALFA; em casa eu sentia muito mais dificuldade para estudar. A cama, a geladeira, até mesmo o celular, acabavam atraindo minha atenção muito mais do que os livros e, além disso, longe do ambiente do cursinho eu tinha a falsa sensação de que as pessoas não estavam estudando tanto, já quando eu estava estudando no Integral via muitas pessoas concentradas, não perdendo um minuto de estudo sequer e isso me forçava a me empenhar cada vez. Programava as matérias que tinha que revisar e os exercícios que tinha que fazer no dia e mantinha o plano de sempre cumprir com a máxima “aula dada, aula estudada”. Se não estudasse diariamente o conteúdo que havia sido dado em aula, ou deixasse de estudar nos finais de semana, a matéria se acumulava de tal forma que se tornava impossível recuperar o que havia deixado de estudar. Claro que na teoria era fácil cumprir com isso, mas na prática nem sempre esse plano dava certo. Depois das férias de julho, a quantidade de conteúdo aumentava muito e o tempo que tínhamos diminuía. Logo os vestibulares começavam e acabávamos perdendo tempo com viagens para fazer algum vestibular fora de Cascavel, ou simplesmente, perdíamos tempo estudando coisas específicas para o vestibular que iríamos prestar – eu, pelo menos, gostava sempre de dar uma revisada no conteúdo antes das provas; não sei se era o mais indicado a se fazer, mas como cada vestibular tem um perfil diferente, me sentia mais confiante se estivesse a par das matérias mais cobradas em cada prova. Aprendi com os anos a otimizar meu tempo de estudo e a não surtar quando algo saísse fora do planejado. Por saber que na volta das férias de julho, a tendência era só acumular matéria, me forçava a cumprir rigorosamente com os estudos nos primeiros meses de cursinho e após as férias de inverno, procurava prestar ainda mais atenção nas aulas, para não precisar revisar a matéria e poder seguir direto para os exercícios. Em algumas aulas que eu já entendia o conteúdo, procurava até mesmo ir resolvendo os exercícios relativos ao assunto que estava sendo explicado pelo professor durante a aula e, dessa forma, agia também nas revisões de sábado – afinal era impossível cumprir com o conteúdo dado durante a semana e ainda resolver as listas de revisão, assim procurava fazer o máximo das listas que podia durante as aulas de sábado. De tal modo, fui entendendo que no cursinho, ainda mais durante a temporada de vestibulares, é difícil cumprir com o plano inicial de estudos, para isso temos que nos adaptar ao tempo disponível e não se desesperar pelas coisas ficarem um tanto quanto “fora de controle”. Durante meus dois primeiros anos de cursinho, eu era muito nervosa, ia para as provas passando mal, chorando, em puro desespero e isso refletia nos meus resultados. Então no ano de 2014, meu foco, além dos estudos, era ficar mais tranqüila, comecei então a fazer duas horas de academia por semana – para liberar todo o nervosismo acumulado em meu corpo – e a parar de pensar em vestibular o tempo todo, por exemplo, na hora do lanche, mesmo no alfa, procurava falar de outras coisas com meus amigos, pra descansar a mente e voltar para os estudos mais relaxada. Foram coisas bobas, mas com essas pequenas atitudes, passei a estudar melhor e a me sentir mais confiante. Porém, acredito que o que mais surtiu efeito para me acalmar em 2014 foi o apoio que eu recebi tanto dos coordenadores do ALFA quanto dos professores. Só tenho a agradecer todo acompanhamento que eu recebi, depois de cada simulado ou vestibular, ia direto para a sala do João ou do Luiz comparar minhas notas com os anos anteriores e com as outras pessoas, para ter sempre uma noção de como eu estava em relação aos outros candidatos e como estava evoluindo, ou mesmo, quando eu me desesperava, era a eles que eu recorria, muitas vezes, chorando e eles sempre me acalmavam e me davam força para continuar lutando. Como nesse último ano de cursinho eu já me dava bem com quase todas as matérias, precisei apenas “aparar as arestas”. Um pouco antes da prova da UNIOESTE, um professor falou que acreditava que eu poderia ser o primeiro lugar, quase chorei quando ele disse isso, não podia acreditar que um dos melhores professores que eu já tive na vida apostava tanto em mim. Por mais que meus pais sempre me dessem a maior força e acreditassem no meu potencial, nem mesmo eles achavam que eu conseguiria passar lá, afinal eram só dez vagas, uma concorrência gigante e eu teria que praticamente gabaritar a prova. E foi exatamente isso que eu fiz, errei apenas quatro questões no primeiro dia e gabaritei o segundo dia de prova – o que parecia impossível, realmente aconteceu. Minha redação não foi das melhores e, por isso, não fiquei em primeiro lugar como o professor apostava, mas passei e hoje já estou matriculada na universidade que eu sempre sonhei. Levo desses três anos muitos aprendizados, tanto com relação às matérias que aprendi para passar, quanto com relação à forma como passei a encarar a vida. No cursinho aprendemos a lidar com as frustrações, não é fácil encarar tantos resultados negativos, e eles, infelizmente, são a maioria. Aprendemos a abrir mão de muitas coisas, passamos a ficar mais solitários, muitos amigos nos abandonam. Ouvimos muitas críticas, muitas pessoas nos falam para desistir, dizendo que nunca conseguiremos, e que estamos perdendo parte da nossa juventude estudando enquanto todos os nossos amigos se divertem e, muitas vezes, isso me abalou. Entretanto, no dia que vi meu nome na lista de aprovados da UNIOESTE, todo o sofrimento, toda a frustração, todas as críticas simplesmente deixaram de existir e na minha cabeça só um pensamento ficou, valeu a pena ter deixado festas, amigos, toda essa diversão de lado por um tempo; eu fui atrás do meu sonho e consegui realizá-lo, agora na faculdade ainda vou enfrentar muitas dificuldades, mas posso aproveitar um pouco mais e “curtir minha juventude” da forma que diziam que eu não estava curtindo e daqui a alguns anos, graças a todo esse esforço e abdicação, serei uma médica.

19/08/2015 - Taina Danielly Coelho

Taina Danielly Coelho

É com muito prazer que estou escrevendo para o alfa, afinal ,todo estudante alfa que passa no vestibular tem o direito de abrir-se e contar sua rotina!! Bom, confesso que a equipe alfa foi essencial para minha aprovação por vários motivos: planejamento de estudos, organização administrativa, material excelente, professores brilhantes e ambiente próprio para estudos! Lembro-me das primeiras aulas, tudo parecia confuso, pois eu não estava acostumada com a rotina do pré-vestibular, apesar das dificuldades nunca deixei de assistir aulas, estudar a teoria e resolver exercícios. Foram dois anos aprendendo conteúdos e mais conteúdos (matérias que não havia aprendido no colégio público da minha cidade), tirando dúvidas e relacionando conteúdos de todas as disciplinas com redação (acredito que esse tenha sido um dos motivos para garantir uma vaga na UNIOESTE através do SISU). Além de tudo, sempre procurava manter-me informada através de jornais, revistas e internet. Houveram dias em que o sono e o cansaço pareciam vencer a vontade de passar no vestibular, mas fui durona comigo mesma, não dei ouvidos à preguiça, pisei no acelerador e controlei a emoção! A minha dica aos estudantes é que façam plano de estudo e sigam-o rigorasamente, pratiquem um pouco de exercício físico, se alimentem bem, durmam entre 6 e 8 horas por noite , não deixem de assistir aulas e revisões, não percam simulados, não deixem exercícios em branco e tirem as dúvidas com os professores. Quero agradecer o apoio da equipe alfa, vocês foram meus guias durante essa jornada! Um abraço!