Minha História no Alfa

Escrever minha História

03/02/2016 - Giorgia Padilha Fontanella

Medicina - Unioeste, UFPR e Fag

Giorgia Padilha Fontanella

Muitas vezes indagamos qual a fórmula para obter sucesso no vestibular, quais as variáveis e suas medidas exatas para alcançar nossos objetivos. Vislumbramos um futuro brilhante a cada virada de página dos livros. Imaginamos como será ver nossos nomes na lista a cada prova que realizamos. Assim, digo que não existe uma receita precisa para conseguir a tão almejada aprovação, mas afirmo que perseverança, foco, equilíbrio e resiliência são ingredientes imprescindíveis. No começo de 2015 cheguei ao Alfa Cascavel com o objetivo de me preparar para os vestibulares, lá eu assistia a todas as aulas, revisões, fazia todos os simulados e passava grande parte dos meu dias no integral, lugar onde meu estudo ganhava qualidade e rendimento. Além disso, Foquei nas matérias em que tinha dificuldade e na redação, o que fez toda a diferença nas provas. Foi no Alfa também que eu entendi que a concretização do meu objetivo dependia apenas de mim, do meu equilíbrio e da minha organização, o que me fez - no fim do ano - ir tranquila para os vestibulares e não deixar que os comentários negativos me afetassem. Com esses fatores, a ansiedade e a angustia se tornam amenas pois você entende que está dando o seu melhor em todos os aspectos. Durante todo esse processo o apoio dos meus pais e de toda a minha família foi fundamental pois eu tinha seu suporte e o incentivo necessário para me lembrar de que eu era capaz. Além disso, a companhia dos meus amigos do cursinho fazia com que os dias difíceis fossem mais fáceis de serem superados e o auxílio de toda a equipe do Alfa, dos professores aos funcionários, me lembrava mais uma vez de que eu não estava sozinha nisso. Devo boa parte das minhas aprovações também ao Tio Luiz, que, como ele mesmo dizia, acreditava mais em mim do que eu mesma. Por fim, nesse ano aprendi que acreditar "é preciso" para que a pressão e as falhas não nos deixem desanimar e o medo de perder não nos impeça de tentar. Em 2015, fui aprovada no vestibular de inverno da Fag mas decidi não cursar para tentar passar em alguma pública. Após receber respostas negativas de faculdades particulares, inclusive da Fag no final do ano, eu não deixei de acreditar no meu sonho e consegui minhas aprovações em medicina nas duas universidades públicas que eu queria, UFPR Curitiba e UNIOESTE, pelo sisu. Eu cheguei ao Alfa com um sonho e sua equipe tinha as ferramentas necessárias que me ajudaram a realizá-lo. Hoje, já matriculada na universidade, vejo a importância que o cursinho teve no meu crescimento pessoal. À minha família, a Deus, a quem torcia e acreditava em mim e à equipe Alfa Cascavel: meu mais sincero muito obrigada! Àqueles que ainda estão nessa jornada: fé, esperança e coragem para que não se deixem desanimar, pois quem persiste obtém sucesso e vê que sua fórmula, única e exclusiva, também funciona.

02/02/2016 - Kerli Dreier Kupas

Medicina/FPP, UCPEL. Biomedicina/UNIRIO

Kerli Dreier Kupas

Minha história no Colégio Alfa é semelhante com a de muitos estudantes, os quais buscam a Medicina como objetivo de vida. Deixar o aconchego da família e de amigos em Marechal Cândido Rondon(PR) e lutar por esse sonho em Cascavel não foi fácil. Foram dois anos de cursinho para conquistar a tão desejada vaga. Considero o meu primeiro ano no Alfa como sendo o de adaptação, uma vez que não estava habituada com toda essa concorrência e competição, ambas muito presentes, tanto nos simulados, quanto nos vestibulares em geral. Assim, mais um ano seria necessário, o qual foi notório na minha preparação. A insistência em fazer o integral foi o ponto crucial para as minhas aprovações, já que era quando eu colocava em prática, com auxílio dos professores, todo o conhecimento assimilado nas aulas, facilitando a memorização. Com isso,apenas tenho que agradecer essa excepcional família ALFA, sobretudo, o Tio Luiz, verdadeiro pai, que acreditou no meu potencial e foi determinante para a concretização de ver meu nome em uma lista: a dos aprovados! Ah, caro leitor, futuro(a) médico(a), acredite em si mesmo(a), saiba que cada estudante possui o seu tempo, persista e não desista!

31/01/2016 - Andressa Roldi Polinarski

Medicina/FAG, PUC, Unioeste, UFPR

Andressa Roldi Polinarski

Minha história no Alfa Cascavel começou já no segundo ano. Saí do colégio em que estudei quase a minha vida inteira para ir atrás de um sonho: o de passar em Medicina. Nessa série já comecei aprender a lidar com simulados frequentes, com a competitividade existente e com as aulas extras nos finais de semana. Achava que sabia o que encontraria no terceirão, mas a realidade de estudos acabou sendo um tanto quanto mais intensa do que eu pensava. Levou, mais ou menos, uns 2 meses para eu me adaptar à rotina louca que levamos no cursinho: estudava de 6 a 8 horas por dia, fazia academia, ia a todas as revisões e não perdia um simulado se quer. No meio do ano, fiz os vestibulares de inverno da UEM e da UEPG, e mesmo que soubesse que não ainda tinha chances de passar, acreditava que a cada prova, a cada erro, eu estaria aprendendo. Em outubro, prestei o vestibular da FAG e, para minha grande surpresa, fui aprovada! Nos poucos dias que tinha para decidir de faria a matrícula ou não, considerando o alto custo da faculdade, optei por assumir o risco de não ser aprovada em nenhuma universidade pública e ter que voltar para o cursinho. E foi exatamente o que aconteceu, mesmo tendo ficado muito perto de ser chamada. Pelo PAS, na UEM, fiquei em 14ª e chamaram até o 12º; na UEPG, fiquei por 1 vaga e na Unioeste, pelo Sisu, por 2. Apesar do sentimento de decepção, voltei, determinada, ao Alfa. Estudei como se fosse a primeira vez estivesse vendo o conteúdo e, contando com o apoio da equipe espetacular de professores, da coordenação – principalmente do Tio Luiz –, com o suporte da minha família e dos meus amigos – que tiveram que enfrentar os meus vários dias de mau humor – consegui o primeiro lugar no vestibular de inverno da FAG e fui chamada na PUC/Curitiba. Depois dos vários vestibulares, no começo de 2016, veio a primeira aprovação em uma universidade pública: na UFPR! A sensação de ver meu nome na lista é indescritível. Tremia, chorava e às vezes achava que estava vivendo um sonho, que tudo aquilo não era real. Na outra semana, pelo Sisu, ainda que, pela nota de corte, estivesse sendo aprovada em algumas federais, escolhi ficar na Unioeste – onde fiquei em 1º lugar – para continuar morando em casa. Já me perguntaram se existe algum “truque” para passar, mas, na realidade, não há segredo: determinação, esforço, renúncia e muito, mas muito estudo! Além disso, é importante também ter paciência e entender que um dia a sua hora vai chegar. O seu sonho não pode ser maior que sua vontade de realizá-lo e, portanto, não deixe de acreditar que, sim, ele é possível! Deixo o meu mais sincero agradecimento a toda a família Alfa, sem a qual eu não teria chegado aonde cheguei. Com certeza tudo isso valeu a pena e digo, hoje, com uma imensa felicidade, que serei médica! Novamente, muito obrigada!!

30/01/2016 - Jonathan Alebrante

Medicina- fipmoc

Jonathan Alebrante

Minha trajetória até a tão sonhada vaga no curso de medicina começou no ano de 2012. Naquele ano, ainda no terceirão , acreditava em aprovações míticas e sem tantos esforços. Iniciei meus estudos no alfa cascavel fazendo extensivo noturno e percebi que a realidade de um estudante da rede pública de ensino nem se aproximava do que passei a aprender a cada dia. Então, felizmente, compreendi que ESFORÇO seria a palavra que definiria o meu sucesso. Foram dois anos de reprovações na tal vaga e o sonho ainda era distante. Nesse meio tempo, conheci uma das duas pessoas que foram essenciais na conclusão do meu sonho,a Noilma, pessoa que foi fundamental na compreensão da dificuldade do que estava enfrentando, que me fez acreditar no SIM, que seria possível alcançar meu objetivo e que este só dependeria de mim. Ao final do terceiro ano de cursinho, mais uma reprovação em medicina, porém, agora aprovado na segunda opção que era odontologia na Unioeste. Dessa vez, percebi que estava muito próximo de deixar de lado o meu sonho para viver o de alguém pois não tinha condições financeiras de manter-me mais naquela caminhada. Foi nesse momento,então, que reencontrei a outra pessoa essencial na minha aprovação, a Rosecler. Nas nossas conversas, uma frase que me marcou foi: “Você não tem que fazer odonto, porque não quer isso de verdade, esse não é o seu sonho”. Naquele momento uma fagulha de esperanças se acendeu novamente e, com a sua ajuda, me mantive por mais seis meses no Alfa Cascavel até conseguir minha aprovação pelo Prouni. Hoje, já iniciando o segundo período do curso, posso afirmar que vivencio uma realidade que foi proporcionada não apenas pelo melhor colégio, mas sim também com a contribuição das melhores pessoas que o tornam o melhor colégio. Dedico a minha vitória a todos que algum dia creram em mim, amigos, família e principalmente a minha mãe. Um sonho jamais deve ser deixado de lado por não acreditar ser capaz, pois, quando você acreditar nisso o mundo também acreditará no seu potencial e moverá céus e terras para te ajudar a vencer. Com a certeza de que escolhi o curso certo e com a infinita felicidade por ter chegado até aqui, deixo meu muito obrigado.

30/01/2016 - Juliano Xavier

Medicina UFPR

Juliano Xavier

Parece brincadeira, mas escrever uma redação (cinco, em se tratando da federal) é muito mais fácil que demonstrar o que sinto. Bem, toda a minha formação foi em escola pública e, na realidade em que estava, qualquer sonho grande era sinônimo de loucura. No começo do ensino médio conheci o interact, uma grande família, que me mostrou a verdadeira dimensão do mundo. Na metade do meu terceirão, mesmo com a intenção de prestar vestibular pra Medicina, tranquei meus estudos a fim de realizar um Intercâmbio Cultural de dois semestres no México. Foi a melhor experiência que tive. Lá, eu pude amadurecer em todos os sentidos. Percebi como era estar dependente apenas de si mesmo; pude entender a minha cultura pelos olhos de outra; pude ME conhecer. Ao retornar ao Brasil, por volta de agosto, terminei meu terceirão e, claro, fui fazer o vestibular -mesmo sem ter estudado os conteúdos necessários por aproximadamente 1 ano. O resultado (que não podia ser diferente) : 920°. Não desanimei. Eu sabia o que queria e sabia que não seria fácil. Me matriculei no alfa. Sentia como se fosse um peixe fora d'água. A cada aula do Estêvão, uma formula nova e um medo também: "Será que esse é meu ano?". O tempo passou e chegou o tão sonhado dia. Achei que não conseguiria parar em pé, de tanto que tremia. Fui fazer, pela segunda vez, a tal prova. No dia do resultado: mais uma decepção, havia ficado em 34° entre os cotistas de escola pública. Outro ano de cursinho chegou. Disse, desde o começo das aulas, que TINHA que ser o último. Não foi fácil, chegava ao alfa antes das sete da manhã e só saía quando a escola fechava. Ja No primeiro simulado, percebi que melhorei em relação ao ano interior. E isso foi o que sempre tentei fazer: SUPERAR-ME a cada dia, porque eu sabia que meu único concorrente era EU. Nesse tempo de cursinho, deixei vida social, amigos e minha própria família de lado. É triste, mas se você tem um foco, não dá pra perdê-lo com distrações. Ainda mais sabendo que isso poderá custar, mais pra frente, a sua vaga. Dessa vez, Fiz o vestibular da UFPR e o resultado veio mais leve: PASSEI! Não posso deixar de agradecer a todos os anjos que guiaram meu caminho ao longo da minha vida e do meu percurso no pré - vestibular. Sem o incentivo e apoio do meu pai, da minha mãe, da minha madrasta e dos meus irmãos, principalmente da minha irmã mais velha, é muito provável que eu não estivesse aqui, escrevendo esse texto de vitória. Meus amigos, os medicineiros, aqueles que me suportaram durante o período estressante que é o cursinho e também os amigos que ficaram de fora, torcendo por mim! Um obrigado a Ivana, que dividiu a monitoria comigo e que deixava minhas manhãs muito mais felizes. Não tem como nao citar toda a equipe do alfa cascavel. Desde as meninas da limpeza (que se tornaram minhas maezonas) à coordenação (Paty, Ale e Rosecler ❤ ). Quero agradecer, em especial, a dois professores. Não. Mais que professores, eles merecem o título de HERÓIS DA EDUCAÇÃO. Souza e Estêvão: vocês representam o que todo ser humano deveria ser! Esses dois, além de fazer o aluno aprender o conteúdo de vestibular, preparam o estudante para a vida. Por último, e mais importante, agradeço a DEUS. Muitas vezes, Chingamos e brigamos por qualquer coisa. Uma questão no simulado é motivo pra um desrespeito qualquer. Esquecemos, porém, de valorizar as pequenas coisas. A cada erro, agradeça! Agradeça pela oportunidade que Ele te deu para errar! Agradeça por você estar vivo e saudável o suficente para ir em busca do seu sonho! Ele sempre me acompanhou, assim como acompanha todos em busca de seus objetivos! OBRIGADO MEDICINA UFPR

27/01/2016 - Larissa Panatta

Medicina UFPR

Larissa Panatta

Só percebi o que isso significa pra mim quando abri os olhos e me vi ajoelhada toda suja de tinta na igreja. Tudo que chorei, sofri e persisti em Cascavel não foi em vão e enfim vejo um dos últimos pores do sol desse apartamento. Mais do que matérias, aprendi que mudanças, por mais dolorosas que sejam, são necessárias na vida e quem custa a aceitá-las sofre mais ainda. Por isso, em 2015, eu decidi parar de estudar apenas para o vestibular e comecei a estudar para ser uma boa médica, que esse, sim, é meu sonho. Sou uma prova de que todos tem capacidade, porque sempre fui mais esforçada do que inteligente, bastam as mudanças necessárias e muita, mas muita, vontade nas entranhas para conseguir levantar de mais uma de tantas quedas e continuar acreditando que é possível. Tenho muito a agradecer a Deus, a Nossa Senhora e a minha família e amigos que sempre me apoiaram e foram o motivo por eu ter aguentado o cursinho. Agradeço também a todos do Alfa, que tornaram o fardo do vestibular muito mais leve com bom humor e companheirismo, uma verdadeira família.

20/01/2016 - Ana Flavia Secchi

Medicina/ UFPR

Ana Flavia Secchi

Matriculada. Foram 3 anos de espera, angústia a cada resultado, saudade de casa e muito aprendizado. Vim de uma escola pública e se deparar com uma dinâmica tão diferente e com tanto conteúdo novo foi desesperador. Era (sou) um desastre em exatas, mas com professores e coordenadores preocupados com a nossa aprendizagem consegui aprender o suficiente para alcançar meu sonho de infância. Esta equipe é maravilhosa, pode acreditar. Hoje me perguntam qual a receita para passar em Medicina. Respondo que foram horas sentadas em uma cadeira (integral) com a cabeça "enfiada" nos livros e cadernos de exercícios (mesmo depois de receber vários "não"), boas noites de sono e uma alimentação equilibrada. Aos que estão entrando nessa batalha, digo que não é fácil, mas ao final a alegria é imensa e vale, muito, a pena. Não deixem que os outros, com palavras negativas, façam você esmorecer. Não desistam. Tudo tem sua hora e Deus, certamente, está preparando a melhor para você, como preparou para mim.

20/01/2016 - Gustavo Henrique Auler

Medicina - UNESC UEPG UFF(primeiro lugar) UFPR

Gustavo Henrique Auler

Agora com a matrícula da UFPR feita em Medicina, já posso escrever aliviado e realizado como consegui tudo o que me propus a fazer na minha vida. Tudo começou já no terceirão com ensino médio pela manhã (em outra cidade), a tarde estudava em casa e a noite viajava mais 80 km para fazer o cursinho em outra cidade. Nisso tudo ai andava em torno de 300 km diários(duas cidades ida e volta) de ônibus nos quais eu também estudava. Ai veio os vestibulares, estava confiante, porém foi com decepção que terminei meu primeiro ano de cursinho. No segundo ano, decidi ir morar para Francisco Beltrão e fazer cursinho lá, consegue ser monitor lá para ter condições de morar fora pagando somente a moradia, pois ganhava bolsa completa. Os vestibulares começaram, dois anos de cursinho eu já me considerava apto a passar, fiz 64 questões na Unioeste, porém fiquei por UMA questão para passar! Meu mundo ali desabou, afinal não teria como fazer mais um ano e cursinho, sem condições. Falei com a família que eu passaria em direito e engenharia civil no sisu e isso seria de fato mais conveniente dentro das minhas possibilidades. No entanto, percebi que, quando eu olhasse para o passado, me arrependeria de não ter tentado até o fim. Ai falei para minha família que eu iria fazer mais um ano de cursinho. Mas como, sem dinheiro? Resolvi eu mesmo pagar o cursinho no ALFA com economias que eu mantinha a ano referente a uma moto ou carro que eu poderia comprar no futuro, contei com a ajuda de meu pai para o aluguel e me mantive como pude. Cheguei no alfa um nível abaixo dos meus concorrentes. Porém com toda ajuda da equipe alfa, em especial Luiz Carlos Valero, Joãozinho e Noilma pude crescer muito em pouco tempo e já conto hoje com 4 aprovações no curso de medicina – UNESC, UEPG, UFF(primeiro lugar) e UFPR. Quando se está na luta é difícil suportar o trabalho diário, mas quem chega até o final e realiza seu sonho sabe que tudo valeu a pena e que faria tudo novamente até em dobro. Gustavo Henrique Auler .

19/01/2016 - Suellen Fernandes

Medicina UFPR-toledo

Suellen Fernandes

Agora é oficial,hoje fiz minha matricula,depois de 3 anos realizei meu sonho e foi uma vitória em dobro,não porque foram duas aprovações,mas porque consegui entrar no curso que eu tanto sonhava e ainda continuar perto de casa. Eu agradeço imensamente ao colégio Alfa Cascavel e toda sua equipe pois vim de um colégio publico e me senti desesperada com tantas coisas novas,mas graças ao planejamento que me propus a fazer aos poucos fui aprendendo a estudar . Além disso, desde o primeiro ano frequentei diariamente o integral porque confesso que jamais teria o mesmo desempenho estudando em casa. Outro fator determinante para a realização desse sonho foi entender e aceitar as dificuldades que eu tinha em determinadas matérias, perceber a facilidade em outras e estudar ambas da mesma forma e com a mesma vontade. Passar em medicina,ou em qualquer outro curso que almeja não é apenas uma preparação intelectual, é também dominar a ansiedade,o nervosismo e principalmente acreditar que a sua vez vai chegar,como chegou a minha. Obrigada Alfa Cascavel,vocês são os melhores !

19/01/2016 - Otávio Augusto Scariotto

Medicina UP, FAG, UFPR (Toledo) e UFRJ (Macaé)

Otávio Augusto Scariotto

Só quando fiz minha matrícula na UFPR que tive aquele momento de epifania: eu vou cursar medicina! Sonho tão almejado por muitos, e que agora me causa uma mescla de sentimentos, os quais sinto que preciso compartilhá-los. Sempre fui do tipo que supervaloriza o conhecimento. Acredito que conhecer é um dos maiores objetivos que deveríamos ter enquanto vivemos, e foi isso que o Alfa me proporcionou – os professores, os coordenadores e o próprio ambiente foram de grande incentivo para que eu me dedicasse aos estudos. O que aprendi nesse colégio vou, com certeza, carregar comigo durante toda minha vida. Além do conhecimento escolar, adquiri muita experiência por quase morar dentro do colégio com colegas que almejavam a mesma vaga que eu, e que hoje são muito especiais para mim. Vivenciei inúmeras derrotas, frustrações e paranóias, não apenas minhas. Eu queria poder absorver o sofrimento ao qual as pessoas se submetem, pois apenas quem se encontra na posição de vestibulando ansioso entende tamanhas dificuldades. Mas os funcionários do Alfa também nos entendem e nos amparam - isso é essencial para que os alunos cheguem ao fim do ano com determinação suficiente para conquistar uma vaga na faculdade. É por isso que um dos maiores sentimentos que sinto agora é gratidão. Sou grato à toda a equipe Alfa, à minha família e principalmente aos colegas com quem convivi durante 2015, um ano muito peculiar. Quando me pedem um conselho, uma dica, um segredo, respondo com convicção: é tudo uma questão de calma e de equilíbrio; as coisas tendem a se encaixar. As pessoas deveriam praticar meditação e atividades físicas, conciliadas com os estudos e com boas noites de sono. Cuidar da saúde emocional é muito importante. Creio que meu grande erro ano passado foi não ter comprado um saco de pancadas pra eliminar toda a raiva que senti ao longo dos meses. É essencial também acreditar no seu potencial. Sim, é clichê, mas também é cientificamente válido. Ao acordar, medite uma frase que possa te ajudar a encarar o dia. Nosso subconsciente trabalhará para que isso dê certo... ou é apenas um efeito placebo. Não importa. Funciona. É graças a isso que sinto tamanho alívio e, junto, aquela sensação de missão cumprida. Nunca me senti tão bem comigo mesmo. Por isso sou contra as pessoas desistirem. Há sucesso esperando por todos. Basta “invocar a luz divina que existe em seu sol interior...”