Minha História no Alfa

Escrever minha História

07/03/2016 - Claudio Roger dos Santos Vieira

Claudio Roger dos Santos Vieira

Curso / Faculdade: Medicina - UFPR Curitiba, UFPR Toledo, UFSC, PUCPR Londrina, PUCPR Curitiba, UNINGA, UNICESUMAR, UNIOESTE (1º LUGAR SISU COTISTA) O despertar da minha escolha profissional começou na infância, período que frequentava os corredores dos hospitais com meu pai, testemunhando alguns casos e se apaixonando pela excepcional área da Medicina. Apesar de residir numa cidade pequena, com cerca de 20 mil habitantes, a qual não havia colégios particulares, resolvi começar a batalhar por meu sonho - de cursar medicina na UFPR - já no início do ensino médio, estudando com foco central no meu objetivo. No primeiro ano, adquiri uma boa base do ofertado. Já no segundo, estava ciente de que a dificuldade para conquistar meu sonho seria grande se permanecesse na minha cidade natural. Assim, resolvi ir para Cascavel, no intuito de ampliar meus conhecimentos. No primeiro semestre do segundo ano do ensino médio, apenas prossegui com a rede pública no bom Colégio Estadual Wilson Joffre, foi quando tomei conhecimento do Alfa e a sua qualidade indiscutível. Então, no segundo semestre, optei por ingressar, mesmo que cedo demais, no colégio Alfa, frequentando um semi-extensivo noturno. Nesse tempo, intensifiquei minha rotina de estudos e obtive uma noção de como eram os vestibulares, estabelecendo planos para o ano seguinte. Entretanto, fiquei muito perdido e não absorvi muitas novidades, uma vez que não havia visto a maioria das matérias dadas. No terceirão, a pressão exercida pelos pais aumentou e o medo da reprovação ascendeu na minha mente. Já havia ido longe demais com o ensino público para abandoná-lo, então decidi transferir para noite o ensino médio do público e iniciar o extensivo do Alfa no período matutino, juntamente com o integral, assim restaria maior tempo para focar nos vestibulares e adquirir de maneira efetiva o conteúdo. Meus amigos e familiares proliferavam negativas palavras a respeito da minha decisão, principalmente em relação ao tempo para administrar as duas esferas de ensino. Entretanto, não os ouvi e optei por seguir em frente. Nos primeiros dias de aula já constatei o sufoco, mas toda a equipe Alfa me acolheu e me guiou para o sucesso, principalmente o tio Luiz que me ouvia a todo momento para tirar dúvidas e organizar a minha rotina. O plano de estudos elaborado me assustou um pouco, uma vez que meus sábados e domingos estavam condenados, mas confiava no trabalho dos coordenadores. No começo, foi difícil de adequar-se a essa exaustiva rotina, manhã e tarde no Alfa e à noite ensino público, além das prorrogações frequentes na madrugada, mas logo entrei no clima “alfartano”. Não faltava um dia de aula ou integral, pois sabia que todo conteúdo possui relevância. Nos finais de semana, não perdia as revisões, uma vez que nelas eu poderia rever a matéria e sanar minhas dúvidas. O ano foi passando e eu sentia a evolução, principalmente com os simulados, os quais foram imprescindíveis na revelação dos meus erros. Além disso, antes de estudar a aula do dia, eu revisava a matéria de alguns dias anteriores, o que me auxiliou a reconhecer os conhecimentos que eu adquiria no decorrer do tempo. Nesse sentido, o que eu identificava como não aprendido, eu estudava até fixar, deixando, em alguns momentos, exercícios para trás por insuficiência de tempo. Porém, o fundamental era absorver a matéria e não a deixar acumular, e nisso que muitos vestibulandos erram, pois pensam que a fórmula da aprovação se resume na resolução dos exercícios propostos. Quando chegou a época dos vestibulares, comecei a revisar bastante as matérias anteriores, mas não estudava focado apenas em uma prova, pois sabia que todo o conhecimento era necessário. No primeiro vestibular, o da UP, fui bastante tenso e sem confiança, não consegui passar, ficando por duas questões. Na FAG, falhei novamente. Com essas reprovações, estava desanimado, mas foi nesse período que conquistei a minha primeira aprovação, na PUC. Além dessa, fui aceito na UNICESUMAR e UNINGA, mas decidi não parar, pois meu grande sonho era conquistar uma vaga numa universidade pública. Nesse pensamento, consegui passar para a segunda fase da UFPR Toledo, foquei em biologia e química, estudando em aulas e monitorias adicionais ofertadas. Com o todo o apoio e auxílio da equipe Alfa, eu conquistei a minha vaga na UFPR Toledo. A felicidade era imensa, mas almejava mais que isso. Dessa forma, mesmo realizando a prova após um mês sem estudar nada além de biologia e química, conquistei uma vaga na UFSC. Com o ENEM, primeiro lugar cotista na UNIOESTE Cascavel e a tão sonhada vaga na UFPR Curitiba, onde já realizo o curso da minha vida, Medicina. Sem o Alfa, conquistar tudo isso no terceirão não seria possível, deixo aqui meus sinceros agradecimentos à equipe.

01/03/2016 - Andrielly Pereira

Medicina / UFSC, Unioeste

Andrielly Pereira

Quando parei para pensar sobre o futuro e decidi que realmente queria fazer medicina percebi que, para concorrer por uma vaga eu precisaria de uma ajuda que o colégio público que eu frequentava não poderia me fornecer. Foi aí que em 2013 conciliei terceirão no meu colégio e cursinho no Alfa. O problema é que eu ainda não tinha noção de que ser a melhor da turma no antigo colégio não era o bastante e também não entendia como era a vida do pré-vestibular; não seguia um plano, não estudava o tempo que precisava e pensava -erroneamente- que assistir aula e dar uma revisada básica na matéria era o suficiente. Obviamente no fim do ano não obtive nenhum resultado positivo e foi quando eu entendi que se quisesse realmente fazer medicina teria que dar o meu melhor. Em 2014 eu comecei a passar o dia todo no Alfa e ver as salas de aula e integrais lotados me fez perceber que eu teria que estudar muito para conseguir alguma coisa. Segui o planejamento do colégio, criei um bom ritmo de estudo e, apesar de eu ver uma melhora significativa nos simulados e de ouvir o Joãozinho falando que eu precisava confiar mais em mim, eu não conseguia acreditar que daria certo e, novamente, no fim do ano nenhum resultado positivo. Em 2015 estava determinada a continuar a batalha, mesmo sabendo que seria mais difícil, pois decidi que no fim do ano só prestaria vestibular em universidades públicas. Iniciei o cursinho e continuei seguindo o planejamento de assistir todas as aulas, frequentar o integral diariamente e fazer todos os simulados, além de seguir também as valiosas dicas do Luiz e do Joãozinho. Conforme o ano foi passando eu sabia que estava progredindo quando conseguia entender conteúdos que jamais pensei que conseguiria e quando via a evolução nos simulados, porém ainda não conseguia acreditar que minha hora estava chegando. Mas Deus sempre sabe o que faz e, no inicío desse ano, depois de muita angústia e desespero, consegui minha tão sonhada aprovação, através do Enem, em medicina na UFSC. Parecia um sonho! Um mês depois, para minha surpresa, recebi a deliciosa notícia de que tinha passado na Unioeste também. Depois de tudo isso, só me resta agradecer a Deus por sempre estar ao meu lado, aos meus pais por todo apoio que me deram, aos amigos que tornaram a caminhada mais leve e à equipe Alfa que me forneceu todo suporte necessário para que eu conseguisse a tão sonhada vaga. Por fim, gostaria de dizer para os que iniciam ou continuam a batalha no pré vestibular: estude muito, se esforce, acredite em você, tenha fé e não desista, porque tudo tem sua hora; a felicidade e a sensação de autorrealização quando você vê seu nome na lista é única e só te faz pensar que tudo valeu a pena, tudo mesmo!

26/02/2016 - Henrique Adamy

Medicina - FAG , UFPR, UNIOESTE ( Beltrão ) , UNIOESTE ( Cascavel )

Henrique Adamy

Na metade de 2014, após trancar minha matricula no curso de Engenharia Mecânica na UFSC no 4 ano, decidi que iria voltar ao Alfa e estudar para cursar medicina. Conversei com o Joãozinho e com o tio Luiz e ambos disseram que, por eu estar afastado daquele ambiente de cursinho por alguns anos e por ser medicina o curso que tinha escolhido, que talvez fosse sentir um pouco o peso dessa nova rotina. Mas quem disse que as grandes conquistas vem sem uma boa dose de sacrifício ? Segui o plano proposto por eles, de aulas durante o período da manhã e do integral à tarde estudando muito, afinal eu tinha menos de 4 meses até o vestibular da UNIOESTE que era o meu sonho e o meu objetivo. Passados dois meses de semi-extensivo veio o vestibular da fag e uma excelente surpresa... Após apenas dois meses de cursinho consegui a aprovação no vestibular de medicina da fag. Isso, me deu uma motivação extra para encarar os meses que faltavam até a UNIOESTE. Chegado o vestibular da UNIOESTE, acabei não tendo êxito e ficando de fora por pouco. Teria que fazer mais um ano de cursinho. Em 2015 tive maior tempo para planejar meus estudos pois, ao invés de ter apenas 4,5 meses teria um ano inteiro pela frente. Sempre com o auxílio do João e do Tio Luiz traçamos um planejamento pra aquele ano, que embora cansativo só me trouxe alegrias. Eram aulas aos sábados, simulados... Que foram fundamentais para o acompanhamento de meu rendimento durante o ano. Quando vieram os vestibulares e os resultados , mais do que tudo veio a sensação de dever cumprido. Consegui ser aprovado na fag duas vezes, na UFPR, na UNIOESTE - Beltrão e na UNIOESTE - Cascavel, que era meu sonho! Só tenho a agradecer a essa equipe maravilhosa de professores que o alfa possui e alguns em especial, que além de professores, acabaram se tornando amigos. Sem contar em todos os funcionários que estão ali sempre torcendo por você e fazendo de tudo pra que o colégio funcione. Alcançar uma tão sonhada vaga em medicina é extremamente difícil, requer dedicação e horas de estudo e persistência... Mas a sensação de ver o seu nome na lista no curso que escolheu, essa é indescritível!

26/02/2016 - Mariana Sayuri Yokomizo

Medicina - Unemat, Unioeste

Mariana Sayuri Yokomizo

Olho pra trás e vejo todo caminho pelo que percorri e depois de tanto sofrimento, angustia, pressão, agora se transformaram em alivio e felicidade que tanto almejei. Quando eu entrei no Alfa eu ainda não tinha ideia do quanto difícil esse caminho era – que segundo o João eu cheguei falando tudo errado, mas isso é MENTIRA kkk - e aos poucos a ficha foi caindo, achava porque era cotista as coisas viriam fácil, mas o universo de pré-vestibular me mostrou que eu teria que estudar tanto quanto os outros e estudar muito mas muito mesmo. De manhã eu ia a todas as aulas, a tarde e a noite ficava no alfa estudando. Mas a cada queda eu me desanimava um pouco mais e minha força estava acabando. Entrei no quarto ano com um pensamento totalmente pessimista, esse foi um dos meus maiores erros. De nada adiantava o João ou o Luiz me dizer que eu era capaz, que eu tinha potencial se nem eu mesma acreditava nisso. No meio do ano então eu fui chamada em uma universidade particular em SP pelo PROUNI a qual eu não poderia ir, no outro dia eu fui pra aula, as pessoas me diziam que eu era forte por estar ali, mas por dentro eu estava desolada, derrotada por deixar uma vaga escapar das minhas mãos. Existem duas pessoas que fazem cursinho as que desistem e as que passam, eu não queria desistir, não caminhei tanto tempo pra isso . E com esse pensamento eu fiz a prova do ENEM e com ela conquistaria minha primeira vaga de Medicina na UNEMAT. Sem peso nas costas fiz a prova da Unioeste tranquila e então viria a minha tão sonhada vaga na UNIOESTE, passei exatamente onde eu desejava. Não tenho palavras pra expressar as minhas emoções deste dia que foi o mais feliz da minha vida. Todas essas conquistas são minhas, mas sem o apoio de professores, coordenadores e do João, nada disso teria acontecido, pois eles acreditavam em mim quando nem eu mesma acreditava mais. O Alfa além de cursinho, foi uma escola de vida a qual jamais vou esquecer, pois deixo para trás uma família.

25/02/2016 - Bruno Buss Gesser

Medicina - UNIOESTE, UFFS, UNIPAMPA, PUC/PR, FURB

Bruno Buss Gesser

Toda criança tem o seu sonho de infância, geralmente muito louco e extremamente alto. Quando perguntamos para uma criança “O que você quer ser quando crescer?”, é comum ouvirmos profissões como astronauta, bombeiro, professor, médico... Cada pequeno ser humano sonha em se tornar um tipo de herói, e comigo não foi diferente. Contudo, com o tempo vi que o meu sonho de criança exigia de mim muito mais do que eu pensava. Eu não tinha ideia do quanto era difícil passar em Medicina, até começar a fazer provas. Após uma série de reprovações em inúmeros vestibulares, estava claro que eu precisaria de ajuda. E eu a encontrei no Alfa Cascavel. Quando cheguei pela primeira vez no Alfa, eu não podia estar mais perdido. Não conhecia a cidade, não conhecia o colégio, não conhecia nada. Jamais tinha ido para Cascavel, a não ser pelo dia da matrícula. Eu não sabia dar um passo sequer sem o Google Maps e não conhecia ninguém que estava na minha turma. No começo foi assustador, mas, como já disse, no Alfa eu encontrei muita ajuda. Excelentes profissionais me guiaram desde o primeiro passo dentro do cursinho até a porta do vestibular, onde conquistei minha vaga. No alfa eu aprendi que eu não sabia estudar e que eu achava saber das coisas. Eu aprendi que ser o melhor aluno da minha turma do ensino médio não era suficiente para me colocar dentro da universidade. E, acima de tudo, aprendi que a humildade é o melhor caminho para o topo. Dentro das salas do colégio eu aprendi muito mais do que conteúdos que caíram no vestibular. Eu aprendi o grande papel do autocontrole, da calma, da garra e da vontade. Muitas vezes era mais fácil ficar sentado olhando para o nada do que resolver aquele exercício complicado de física... No entanto, sempre tinha alguém do meu lado para me mostrar que eu precisava voltar para a competição, ou não chegaria ao meu objetivo. O que eu mais gostava era que a todo o momento havia alguém orientando o meu caminho, indicando o que estudar, como estudar, os simulados a fazer, os exercícios a resolver... Sempre confiei nas palavras dos mestres e deu certo. Após um ano no alfa, eu conquistei cinco vagas de medicina, sendo duas federais, uma estadual e duas particulares. Com toda a ajuda e preparação recebida do Colégio Alfa, com o suporte da minha família e dos meus a amigos e com a imagem da medicina sempre em minha mente, eu cheguei dentro da universidade no curso que eu sonhava. As vezes me perguntam o segredo para ser aprovado, pois a procura pelo curso não acompanha a oferta de vagas, deixando concorrências enormes a serem enfrentadas. Eu sempre tenho a mesma resposta: o segredo é estudar. Ninguém vai aprender por você, ninguém vai fazer a prova por você. O conteúdo não vai entrar sozinho na sua cabeça e não há nenhum “remedinho” capaz de te tornar um sabe-tudo. O único segredo é: sentar, abaixar a cabeça e estudar. E o mais importante é nunca desistir. Jamais me esquecerei das palavras do Prof. João no primeiro dia de aula, quando ele nos disse que “A aprovação em medicina é uma fila. Se você não sair dela, uma hora chegará a sua vez.” Hoje só tenho a agradecer. Agradeço aos meus pais e toda a minha família, que sempre me apoiaram. Agradeço aos amigos que estiveram do meu lado. Agradeço a todos que sempre torceram por mim. Agradeço aos bravos professores do meu ensino médio público que, dentro de tantas dificuldades, me ajudaram como puderam. E agradeço à equipe Alfa Cascavel, responsável por me guiar até a sonhada aprovação! Muito obrigado.

24/02/2016 - Gabriela Sotana Rodrigues

Medicina - UNIOESTE

Gabriela Sotana Rodrigues

Desde pequena, sempre sonhei em ser médica. Quando cresci e descobri o quão difícil e árduo era o caminho a ser percorrido para alcançar meu sonho, desanimei e até mesmo pensei em desistir. Porém, no meu terceirão decidi: faria medicina. Pelo fato de eu ter demorado um pouco para me acostumar à rotina pesada de estudos de um vestibulando de medicina, não estudei o suficiente no meu 3º ano, e, consequentemente, não passei. No meu primeiro ano de cursinho, estava mais focada e decidida do que nunca, e mais do que disposta a lutar com todas as forças que tinha (e até mesmo as que não tinha) para conquistar a minha vaga. O que mais queria era conseguir passar na Unioeste, mas, devido à escassa quantidade de vagas disponíveis, sempre tive isso como uma meta impossível de ser atingida. Mesmo assim, mantive-me firme e focada, dando o meu melhor. Depois de muitas decepções e de muitos "quase"s em vários vestibulares, fui fazer a prova da Unioeste pouco confiante, porém sem nunca perder a fé. E, finalmente, depois de muito sofrimento, cansaço, sacrifício, esforço e dedicação, a minha vez chegou. Passei em medicina na Unioeste Cascavel, e Deus não poderia ter me dado um presente melhor do que esse! A alegria e o alívio de ver meu nome na lista da tão sonhada universidade fez valer a pena absolutamente TUDO que passei no cursinho. Claro, tive meus momentos ruins durante esse ano, mas sempre que pensava em desistir, me apegava à minha fé em Deus, e Ele sempre me amparava e me dava forças para seguir em frente. Além disso, tinha o apoio da minha família e do meu namorado, que foram, sem dúvida, cruciais na concretização do meu sonho. Minha mãe com suas novenas e sua fé imensurável no meu potencial, meu pai e seus discursos motivacionais sempre mostrando realmente crer na minha capacidade, meu namorado aguentando meu estresse devido ao vestibular sempre com muita paciência, tudo isso exerceu com toda a certeza uma influência gigantesca para que finalmente chegasse a minha aprovação. Hoje, posso dizer com convicção: vou ser MÉDICA, e o sofrimento do cursinho se reduz à nada perto da felicidade que sinto! Hoje, só tenho a agradecer a todos que fizeram parte dessa conquista, principalmente a toda a equipe de professores, a minha família e a Deus, acima de tudo. Agora é MED UNIOESTE!!!

18/02/2016 - Juliana Garcia Lisboa

Medicina UFPR/UEPG/UNIOESTE

Juliana Garcia Lisboa

Medicina não é uma escolha fácil, pois os desafios já começam antes de entrar na universidade/faculdade. Muitas são as dúvidas que nos acompanham, há sempre aqueles que insistem em nos desmotivar e a quantidade de tempo dedicada ao estudo durante o cursinho pode desanimar. Mas a sensação de ver seu nome na lista é extremamente gratificante. É o início do “valeu a pena”! Foram dois anos de Alfa. O primeiro, à noite, enquanto ainda terminava o ensino médio em escola pública. Confesso que na época não tinha muita noção do quanto deveria estudar para alcançar meus objetivos. Os resultados não vieram naquele ano, mas ele serviu como experiência. Com o apoio da minha família, resolvi tentar mais um ano, dessa vez de manhã. O começo foi impactante, pois o conteúdo era mais extenso, a cobrança parecia maior e até então eu não tinha tido uma rotina de estudos tão intensa e cansativa. Foi nesse ponto que o apoio da equipe Alfa fez toda a diferença. O plano de estudos da Rosecler me ajudou a otimizar mais o meu tempo e as orientações do Tio Luiz me fizeram ampliar as opções de vestibulares a fazer. Não há caminhos sem dificuldades, mas dedicação e acreditar em si mesmo podem nos tornar mais forte para enfrentar os obstáculos. É indescritível a sensação de passar no vestibular para o curso escolhido e agradeço à Deus, à minha família, ao Alfa, aos professores e a todos aqueles que de alguma forma contribuíram para tornar tudo isso possível!

18/02/2016 - Thalita Driessen

eng. agrícola / unioeste

Thalita Driessen

Terminei meu ens. médio em 2006, me formei em Turismo em 2012. Nunca fui uma aluna "alfa" (que estuda e sabe estudar) e nunca soube ser, até o meu retorno a sala de aula de um cursinho em 2015. Decidir retornar aos estudos para cursar outra faculdade não é fácil. Depois de quase 10 anos sem contato algum com assuntos de vestibulares não tive escolha: - Eu vou morar no Alfa! Dito e feito. Entrava no colégio as 07h e saia as 22h. NÃO FOI FÁCIL! Fiz 5 meses de cursinho e a pergunta que mais ouvia era: "E se você não passar? Porque não é fácil!" eu respondia que não tinha essa opção e o plano B era fazer o plano A acontecer. Porém confesso que tive muitas crises existenciais pelo fato de estar "abandonando" um diploma para tentar outro. Muitas dúvidas me atormentavam, inclusive pela escolha do próximo curso e o medo então era meu acompanhante! Felizmente, o resultado saiu e não só fui aprovada como conquistei o primeiro lugar! O que eu aprendi nesses 5 meses não foi só o conteúdo do vestibular. Aprendi (com os infinitos conselhos de professores, motivação dos coordenadores, conversas com as secretárias...) a ir até o fim, tirar força de onde nem eu sabia que tinha. Cada dia que passava, o carinho por TODA a equipe Alfa só crescia e isso foi o que mais me motivou a estudar. Ouvia sempre que eu era capaz sim! O curso que escolhi não é parâmetro de comparação com a concorrência de Medicina mas receber o apoio/tratamento dos profissionais sem diferença de um vestibulando de medicina fez com que eu me sentisse em casa, confiasse neles e principalmente em mim mesma. Na minha passagem pelo Alfa eu criei um carinho de família com cada um que me ajudou e hoje eu quero agradecer por TUDO! Professores, diretores, coordenadores, secretárias, porteiros e zeladoras - SEM EXCEÇÃO - vocês foram essenciais para a minha aprovação e eu dedico meu primeiro lugar a todos vocês. GRATIDÃO ao Colégio Alfa!

18/02/2016 - Bianca Rojo

Medicina UFPR- UEPI- Unicesumar

Bianca Rojo

“Todo dia ela faz tudo sempre igual/Me sacode às seis horas da manhã/Me sorri um sorriso pontual ” – trecho da música de Chico Buarque descreve direitinho minha mãe ao me acordar todo santo dia pra ir pro cursinho (o sorriso não era tão pontual pois bom humor antes do café é raridade no ser humano)! Após término do ensino médio, foram quatro anos de rotina complicada com inúmeras aulas e muito estudo. Digo complicada, pois não é apenas prestar atenção nos professores, é preciso muita concentração, disciplina pra estudar por conta própria e um psicológico sob controle (e não tenho dúvidas que “esse tal de psicológico” foi o que mais me tirou dos eixos). Cada vestibular em que eu não tinha sido aprovada me deixava mais pra baixo (ficar por UMA pessoa na Unioeste, não ser chamada e criar coragem pra voltar ao cursinho exigiu de mim uma força que eu nem sabia que tinha), chorei demais, pensei em mudar de curso (passei em Letras na UTFPR em Curitiba e, se não fosse meu pai me puxar pra realidade, eu teria ido) e meus pais diziam que eu estava insuportável em casa de tanto mau humor. As coisas começaram a melhorar quando finalmente admiti (maldito orgulho) que sozinha eu não estava dando conta do recado, comecei acompanhamento psicológico e a frequentar mais a sala do Tio Luiz pra chorar as mágoas. Após certo tempo, passei a entender que a minha única concorrência era eu mesma, percebi que eu estava melhorando a cada ano (pelos resultados de simulados e vestibulares) e voltei a prestar mais atenção em mim mesma (é possível conciliar unhas bem feitas e cursinho, garanto). Essa sensibilidade traz uma leveza absurda; não precisa ir pras aulas dando pulinhos de alegria, mas um sorriso no rosto e clareza de que você precisa de sacrifícios pra realizar seu sonho – seja ele qual for – é o que faz toda a diferença! Tendo isso em mente, use e abuse da sensacional equipe de professores disponível, equipe pela qual eu desenvolvi um carinho gigantesco e com certeza fará falta na universidade! Enfim, hoje posso dizer que entrei no tão sonhado curso de MEDICINA! Por último, aviso aos novos tripulantes: não desistam jamais, agarrar algo que você sonha é a MELHOR SENSAÇÃO DO MUNDO!

10/02/2016 - Natalia Fabris Locks

Medicina- FAG, UNIOESTE, UFMS

Natalia Fabris Locks

Minha história no Alfa Cascavel começou com 16 anos , quando entre fazer o terceirão. Foi um verdadeiro desespero. Com destaque no quadro de honra no colégio em que estudava ( devido às maiores notas da turma) , descobri que estava anos atrás dos guerreiros que conheci no Alfa. Nesse ano eu compreendi o tamanho da caminhada que ainda teria pela frente e quanta dedicação isso iria requerer, pois eu não tinha noção do quanto era difícil . No ano seguinte, por motivos financeiros , tive que estudar a noite e trabalhar durante o dia para pagar o ônibus . Não conseguia estudar durante o dia e entrava em desespero porque sabia que ,assim , não conseguiria concorrer com os alunos da manhã que passavam o dia todo estudando . Sem muitas esperanças , fiz a prova de bolsa e , para minha grande surpresa, consegui uma bolsa integral . Diante disso, meu pai disse que conseguiria pagar o aluguel para eu me dedicar inteiramente ao meu sonho . Foram muitas noites estudando e muitos fins de semana chorando de saudade da família . No final do ano consegui uma aprovação na FAG e fiquei muito próxima de ser chamada na UNIOESTE,não passei por apenas duas pessoas. Fiquei muito desanimada , porque não podia pagar nem a matrícula na FAG e a tão almejada aprovação na UNIOESTE não chegou . Mais uma vez fiz a prova de bolsa e, graças ao bom Deus, consegui novamente . No meio do ano conquistei mais uma vaga na FAG , sem poder cursar, no entanto . Em outubro, mais uma bênção : aprovada novamente na FAG. A aprovação em uma universidade pública , entretando , custava a chegar . Em janeiro, finalmente, a espera terminou - fui aprovada em quarto lugar na UNIOESTE e também na UFMS pelo ENEM . Na igreja , não conseguia parar de chorar e agradecer a Deus . Foram 3 anos de luta, dedicação, renúncia e muita perseverança . Escrever MED na testa e abraçar a família suja de tinta não tem preço ! Hoje, matriculada na UNIOESTE, percebi que , mais que um simples colégio , o Alfa foi ,para mim, uma família de coração . A dedicação da família Alfa comigo foi total, não mediram esforços para facilitar minha caminhada à vaga . Além disso,da minha família de sangue ,do namorado e dos amigos nunca senti tanto amor, pois eles me reergueram em cada ''Não''. Às minhas famílias : meu MUITO OBRIGADA! E a Deus minha eterna gratidão . Sem vocês eu NUNCA teria conseguido, essa vitória não é minha , é NOSSA . E aos guerreiros que ficam , faço minhas as palavras do Joãozinho: só não passa quem desiste . Fé!