Minha História no Alfa

Escrever minha História

09/02/2017 - FLÁVIA FERNANDA DE FRANÇA

FAG/UFPR

FLÁVIA FERNANDA DE FRANÇA

Foi no meu segundo ano do ensino médio que decidi realmente que gostaria de ser médica. Na época eu estudava em uma escola profissionalizante na qual eu fazia o curso de informática integrado ao ensino médio e, apenas com 16 anos, já havia começado a trabalhar como estagiária na área do curso. Porém, logo percebi que eu estava no caminho errado... Recordo-me de uma frase de um colega de trabalho, que me fez tomar uma atitude imediatamente: - você mal sabe operar um computador quem dirá salvar uma vida! Foi aí que, rodeada de pessoas incrédulas em meu sonho, comecei a modificar minhas ações. No ano seguinte saí da escola técnica e me matriculei na terceira série regular noturna em outra escola publica. Consegui outro trabalho e, também comecei a fazer um preparatório em um cursinho da cidade. Foi um ano de grandes mudanças, porém eu estava longe de alcançar meu objetivo. Durante esse trâmite, conheci o colégio Alfa e então foi aí que as coisas começaram, efetivamente, a mudar. Após terminar o "terceirão" fiz minha matrícula no alfa. Como eu era uma ótima aluna na escola pública, eu achava que precisaria apenas de 1 ano de cursinho e pouco esforço, logo, de acordo com esse pensamento, eu continuei trabalhando durante o dia e APENAS ASSISTIA AS AULAS durante a noite. Além de achar que aquela galera que estava ali, já no quinto ano de cursinho, não levava a sério - achava impossível alguém ficar tanto tempo estudando e não passar. Porém, com o passar do ano, percebi o quanto eu estava sendo hipócrita. Havia conteúdos que os professores passavam aqui no Alfa que eu jamais tinha visto na escola pública, logo, percebi que eu teria que estudar muito além do que previa. Por medo, naquele ano, prestei o vestibular para fisioterapia na Unioeste - passei em oitavo lugar! Mas não era o que eu queria. Dessa forma, no ano seguinte, resolvi conversar com o JOÃOZINHO e ele disse que se era medicina que eu queria, não deveria fazer outro curso e sim, persistir no sonho de ser médica. Ele disse que eu era capaz e me deu oportunidades para conseguir estudar, logo o Alfa tornou-se a minha segunda família. Meus pais não tinham muitas condições para bancar meus estudos, porém, eu larguei meu trabalho e me dediquei apenas ao alfa, como monitora e aluna. Naquele ano de 2013, eu percebi o quão era difícil passar em Medicina. Tive que aprender a ser humilde e confiar no trabalho da equipe Alfa. Nesse ano, mesmo eu tendo me esforçado, não passei. Mas era cedo para desistir. No ano seguinte, 2014, encarei o terceiro ano de cursinho. Eu procurei me apoiar mais na proposta do colégio. Tentei seguir ao máximo o planejamento de estudos feito pela equipe. Eu sempre assistia às aulas e tentava tirar todas as dúvidas possíveis - os professores sempre estavam dispostos a me ajudar, seja no integral ou até mesmo nos corredores –. Além disso, eu ficava no colégio até as 22:00 horas estudando a matéria da aula dada pela manhã, todos os dias. Com isso comecei a ver uma melhora progressiva em meus simulados - que eu sempre tentava fazer todos. Eu estava bem confiante naquele ano, porém, novamente, não passei. Comecei a achar que havia algo errado comigo, já estava desanimando, mas a equipe alfa nunca me abandou. Dessa forma não desisti e encarei o 4° ano de cursinho em 2015. Porém tive alguns problemas pessoais e tive que voltar a trabalhar no período da tarde, com isso, meu tempo de estudo ficou um pouco reduzido, mas a equipe Alfa, novamente, apoiou-me. Refizeram meu planejamento de estudos e eu pude otimizar meu tempo. Nesse ano eu queria muito passar na UFPR - era meu foco. Porém fiz o vestibular e não fui nem para a segunda fase. Fiquei extremamente decepcionada. Fui fazer a prova da Unioeste, meses depois, sem credibilidade alguma e, para minha surpresa, fiquei bem classificada na lista de espera com grandes chances de ser chamada. Lutei por aquela vaga de todas as formas possíveis. Fiz tudo o que estava ao meu alcance para que a lista rodasse e, por azar, a chamada parou em mim. Era abril de 2016 e eu tive que aceitar e enfrentar o 5º ano de cursinho. Completamente desanimada procurei a equipe alfa e fui muito incentivada a continuar - eles nunca desistiram de mim! Com isso voltei a assistir todas as aulas e a fazer todos os exercícios como se fosse à primeira vez. Logo, o ano que me trouxera grande decepção começou a mudar. Em pouco tempo passei no vestibular da FAG, o que me deu um grande ânimo. Fiz também, novamente, o vestibular da Unioeste que, dessa vez, fiquei mal classificada. Mas, devido a eu não ter saído da fila da aprovação, conquistei a tão sonhada vaga na UFPR. Hoje, já matriculada em Medicina, posso dizer que não existe sensação melhor do que aquela de lutar durante anos por um sonho e atingir o objetivo. Sou extremamente grata a toda a equipe Alfa: aos professores, as meninas da limpeza, meninas da matrícula, da secretaria, rapazes da portaria, pessoal da coordenação e direção. Em especial agradeço ao professor Kiolo que, sem dúvidas, foi chave essencial para que eu nunca desistisse. A coordenadora Patrícia e ao Rodrigo Sotana que foram muito pacientes e compreensivos comigo e sempre me guiaram em diversas circunstâncias. A Rosecler, Jaqueline e Adilson por terem me dado oportunidades e aturado minhas lamentações. E, agradeço ao diretor Joao e a Alessandra Morales que, indiscutivelmente, acolheram-me como filha. A quem ainda não obteve êxito na caminhada rumo à aprovação – não desista. Passar no vestibular exige paciência. É como entrar em um a fila e aguardar sua vez chegar. As vezes algumas pessoas “ furam” essa fila e passam em sua frente, mas não pode-se perder a paciência. Deve-se aguardar, pois a fila irá andar e sua vez, em breve, de alguma forma vai chegar! Não importa se você está no primeiro, segundo, ou sexto ano de cursinho, não saia da fila. Vale muito a pena todo e qualquer esforço rumo à conquista de um sonho!

16/10/2016 - Marcella Dellatorre Pucci

Medicina - FAG/UFPR

Marcella Dellatorre Pucci

Minha trajetória no Alfa se iniciou ainda no Segundo ano do Ensino Médio, quando entrei no colégio.Desde então tive que reaprender a estudar para conseguir acompanhar o ritmo de estudos e conteúdos que o colégio propunha.Sempre tive a carreira médica como um sonho e sabia que teria muitos desafios pela frente até conseguir alcançar meu objetivo. Ainda assim, quando comecei o Terceirão, levei um susto. Embora já estivesse um pouco mais acostumada com os planos de estudo e com a carga de conteúdos, encontrei inúmeros alunos muito mais experientes do que eu e que estavam batalhando por uma vaga há muito mais tempo. Montei um plano de estudos com a Rosecler e estudava todos os dias até de noite no Integral, assistia a todas as aulas e revisões, fazia todos os simulados e lia o máximo de obras literárias que conseguia. Mesmo com muito estudo, não passei logo de cara. O primeiro vestibular que fiz em 2015 foi o da FAG, no qual acabei sendo chamada somente em dezembro. Conforme fazia as provas, conseguia administrar melhor a minha ansiedade e o meu nervosismo, e muito disso devo à equipe do Alfa que me auxiliou - e muito - nesse processo. Encontrar toda a equipe nos locais de prova, poder descontrair um pouco e receber o carinho e a torcida de todos me deixava muito mais tranquila. Fiz o vestibular da UFPR, mas acabei ficando na lista de espera.No dia da publicação do resultado, fiquei arrasada e chorei muito, afinal sempre criamos muitas expectativas nessas horas. Mas com o apoio da minha família e amigos, e com a crença de que Deus possui o momento certo para cada coisa na nossa vida, continuei estudando e me preparando no Super de janeiro para o vestibular da UNIOESTE. Fiz a prova e tive uma melhora significativa em relação ao ano anterior, porém insuficiente para ser aprovada. Após muita conversa com meus pais, decidi fazer mais um ano de cursinho. Foi um período duro mas também de muito aprendizado, amadurecimento e crescimento pessoal. Continuei com um ritmo de estudos pesado e no meio do ano tive uma grata surpresa: fui aprovada em 2º lugar no vestibular de Inverno da FAG, e com isso adquiri mais força e ânimo para continuar estudando rumo à uma universidade pública. Logo após as férias de inverno, recebi um grande presente de Deus, soube, através de uma amiga, que seriam liberadas algumas vagas na UFPR de Toledo e eu possuía grandes chances de ser convocada. Apesar da grande expectativa, continuei estudando. Até que no dia 30 de setembro de 2016 fui aprovada! Minha chamada foi publicada e garanto que foi a melhor sensação saber que todo o meu esforço valeu a pena. Quando dei o grito da aprovação, comemorei com minha família, fiz o trote e finalmente fiz a matrícula, foram simplesmente os melhores dias da minha vida! E agora, já cursando o que sempre foi meu sonho, Medicina, só posso dizer a quem ainda está nessa luta que continue persistindo, mantenha sua fé de que tudo vai dar certo no final. Com o apoio de toda a equipe do Alfa, da família e dos amigos, é possível sim alcançar tudo que se sonha! Por fim, deixo aqui meu agradecimento infinito à toda a equipe do Alfa - aos fantásticos professores, ao Tio Luiz, à Rosecler, à Marisa, ao Prof. João - e a todos que me apoiaram e fizeram parte deste trecho da minha história, meu mais sincero obrigada! O Alfa é mais do que um cursinho, é um lugar abençoado que nos permite muito aprendizado e apoio para alcançar nossos sonhos, serei eternamente grata ao Curso e Colégio Alfa Cascavel!

25/09/2016 - Danielle Pacheco Matias

Medicina/UEPG

Danielle Pacheco Matias

Vestir o colete roxo do Alfa (algo tão barato, mas tão caro de se conseguir) foi a certeza de que TUDO - absolutamente tudo - valeu a pena. Minha história não é diferente da maioria dos cotistas que vem para cá. Foram seis anos de muita luta, estudando de domingo a domingo, sem faltar em nenhuma aula, assistindo as revisões de sábado, tirando dúvidas e, sendo uma das últimas (quando não, a última) a sair do integral, no final de cada noite. Estudava...Estudava muito...E a aprovação nunca vinha. Mesmo tendo a convicção de que era medicina que eu queria cursar, pensei sim, várias vezes em desistir, voltar para casa, fazer outro curso, seria melhor, mais cômodo. Afinal, junto com cada ‘não’ que eu recebia, a angústia, a pressão e a decepção tornavam o meu fardo cada vez mais pesado. Ao longo desses anos, fiz muitos amigos, os quais dividimos momentos, nem sempre bonitos, nem sempre felizes, mas que me acrescentaram e me tornaram quem eu sou: mais pessoa, mais humana, mais completa.O meu crescimento no Alfa não foi apenas no quesito aprender química, física, história, geografia...Aprendi também lições que levarei para sempre comigo, como o valor que tem um almoço em família; aprendi a lidar com a dor da saudade, a ter foco, paciência, força e a ter mais fé. E, com certeza o maior aprendizado que o Alfa me proporcionou foi o de NUNCA DESISTIR, porque quando o esperado dia chega – aquele com o qual sonhamos acordados durante a aula, no virar de cada página de livro ou, até mesmo, com o qual sonhamos durante o sono, quando esse dia chega – todo o sofrimento que parecia não ter fim, torna-se muito pequeno diante da emoção de ver o nome na lista, pois, a melhor sensação é abrir os olhos e saber que tudo é verdade e não simplesmente mais um sonho. Se eu faria tudo de novo? Sim, faria! Certamente faria tudo novamente! E, digo aos que ainda continuam nessa batalha: NÃO DESISTAM! NUN-CA DESISTAM! Agradeço a Deus e a minha grande intercessora Nossa Senhora Aparecida; a minha família, que sempre acreditou na minha aprovação; aos verdadeiros amigos, que me ajudaram e me deram ânimo nos momentos difíceis; agradeço também à equipe Alfa, em especial ao prof. João (que por inúmeras vezes me tratou não só como aluna, mas como filha).#Obrigada#Passei#Med#UEPG#MeiodoAno#SonhoRealizado#Trote#BanhodeTinta.

30/08/2016 - Ivana Gabriela

Medicina -Univille.

Ivana Gabriela

Em 2014 decidi ir em busca de um grande sonho: cursar medicina. Procurei o Alfa Cascavel, e mesmo com minha mãe e minha avó fazendo o possível e o impossível por mim e para a realização do meu sonho, não tinha condições de me manter em um cursinho, contei minha história para a Rosecler (meu anjo), que proporcionou a melhor oportunidade que eu poderia pedir, uma bolsa de estudos, trabalhando como monitora. Vinha de uma cidade pequena, no colégio em que estudava sempre tive uma das mais altas notas da turma. Embora eu tivesse uma noção de que o vestibular de medicina não fosse fácil, a princípio, pensei que não precisaria de mais do que um ano de cursinho. Logo na primeira semana de extensivo entrei em choque, fiquei surpresa com a quantidade de conteúdo – de todas as matérias – que ainda não conhecia e percebi que seria necessária uma rotina incessante de estudos, carregada de abdicações da vida social e até de visitas à família. A equipe Alfa ofereceu todo o apoio que eu precisava –em especial a Rosecler, o Luiz, o Rodrigo, o Sergião e a Alessandra, que sempre escutaram minhas lamentações e contribuíram muito para o meu crescimento, não só como aluna, mas também como pessoa – e fizeram com que eu me sentisse em casa. Começaram, então, as provas de vestibular, e a frustração de não ser aprovada doeu muito. Mais um ano de cursinho, esse é o último, pensei. Ver novamente todo o conteúdo e estudar ainda mais do que no ano anterior, realmente, não me agradou. Embora todo o cansaço e os comentários do tipo: “ainda no cursinho”, “porque não muda de curso!?”, “você deve estar fazendo nada”... a vontade de ser médica sobressaia-se à tudo. Lembrava do Kiolo dizendo em sala “não diminua o sonho por conta do esforço, aumente o esforço pelo sonho”. Eu via minha evolução de um ano para o outro e já compreendia questões que não conseguia resolver no ano anterior. Chegava ao final do dia esgotada, mas pensar no dia em que estaria na universidade, realizando um sonho, motivava a não desistir. Os vestibulares chegaram novamente, e desta vez, uma das provas me encheu de esperança. Não passei. Foi um “quase” que derramou um dos choros mais profundos que já tive. Ainda pensei que pudesse conseguir alguma vaga com a minha nota do Enem, e infelizmente, mais uma vez, não deu certo; embora não fosse uma nota ruim, não acreditava que ainda poderia passar em alguma seleção pelo Sisu ou Prouni. Iniciei, de novo, mais um ano de cursinho, já estava com vergonha dos professores, de estar ali mais um ano, vergonha de não ter passado e medo de não passar. Neste ano tive a sensação de que minha família não acreditava mais em mim e fiquei ainda mais triste. Mas não conseguia me imaginar em outra profissão e resolvi enfrentar, assistir as mesmas aulas, não subestimar conteúdo e aceitar que não sabia tudo. É preciso descer do salto e estar disposto a aprender como se fosse a primeira vez. O tio Luiz me ensinou a ligar o dane-se para o que não é relevante e deixar o que atrapalha de lado, a confiar no meu potencial, independente da opinião dos outros. Ninguém sabe o que você passa, e só quem come prego todo dia sabe o que é isso. Então, no meio do ano coloquei minha nota do Enem, via Prouni, para a Univille. Não fui selecionada na primeira chamada, e nem cheguei a cogitar que poderia ainda ser selecionada nas próximas, passar em medicina parecia estar tão distante.. mas resolvi acompanhar cada lista divulgada, a medida em que meu nome ia ficando mais perto, chegava arrepiar. Até que, em uma bela quarta-feira da semana de férias, o meu nome constou como aprovado! O sorriso não cabia mais no rosto, meu corpo estremeceu! Eu ria sozinha quando lembrava que tinha passado! A felicidade e o alívio foram imensos! As aulas começavam em poucos dias, minha vida mudou tão rápida e inesperadamente, quando fiz a matrícula e peguei o horário das aulas do curso de medicina foi indescritível! Ainda antes de eu passar, me perguntaram se não era perda de tempo ficar anos no cursinho, e eu afirmo, ferrenhamente, que não! O tempo de cursinho foi um tremendo aprendizado, foi um cair na real sobre várias situações, e sim, vale muito, mas muito a pena, ser aprovado no curso em que sonha não tem preço! Com um mês de aula já estou apaixonada pelo curso e pela Univille, e não me arrependo, em momento algum, de ter encarado anos de cursinho! Agradeço à toda excelente equipe do Alfa, aos ótimos professores, coordenadores e orientadores, que com certeza são insubstituíveis, sem vocês este sonho não seria possível! E hoje, quando me perguntam se passei, posso responder: SIM, EU PASSEI! SIM, EU VOU SER MÉDICA!

29/08/2016 - Anderson Gratieri

Medicina - UEPG.

Anderson Gratieri

Sai do interior de Santa Catarina em busca de um sonho que muitos consideravam impossível de ser alcançado, mas mostrei que é possível sim, pois "o impossível é somente questão de opinião". Cheguei ao Alfa sendo aluno de escola publica e já com um ano de cursinho feito, porém com um conhecimento quase nulo.Fui acolhido pelo colégio de uma maneira fantástica, me deram muitas oportunidades para estudar, fui inclusive monitor por um ano o que me ajudou muito. Estudei alucinadamente, suei muito sangue, era de domingo a domingo, feriados, férias e quase não ia para casa ver minha família, o que me machucava muito, também não tive namorada não fui a baladas, enfim, me afastei de tudo o que pudesse atrapalhar o meu foco, que era obviamente minha aprovação. Fazia simulados, assistia revisão, seguia o plano de estudos e principalmente não faltava aula, mesmo que estivesse muito doente, pois a matéria precisava ser anotada, aprendi que não existe matéria difícil, existe matéria a ser estudada e aprendida, reclamar nunca resolveu nada, eu me sentia mal quando não estava estudando. Durante esses 4,5 anos recebi muitos "não", mas a cada resposta negativa eu criava mais força para continuar estudando e no próximo ir melhor, pensei poucas vezes em desistir mas quando eu me imaginava daqui 10 anos o q eu seria: alguém importante ou um covarde que desistiu no meio do caminho? Isso me motivava a continuar. Qual é o tamanho do teu apetite pelo sucesso? Vida de vestibulando é certamente muito complicada, dinheiro curto, pressão por todos os lados, vontade de voltar pra casa, entretanto, meu sonho sempre foi maior do que isso. Certa vez um professor disse que nós vestibulandos poderíamos até dormir para tentar descansar mas só descansaríamos mesmo quando pudéssemos gritar "eu passei", essa é uma verdade, chegou minha hora de descansar porque eeeeuu paaaaasseeeeii, sou calouro burro MEDICINA UEPG, A VAGA É MINHA. Não vou citar nomes das pessoas que me ajudaram nesse tempo, pois são muitas e não vou correr o risco de esquecer de alguém, seria uma injustiça. Muito obrigado a todos!

27/08/2016 - Ana Claudia Kurmann

Medicina - UPF

Ana Claudia Kurmann

No segundo ano do ensino médio decidi cursar medicina. Sabia que caminho não seria fácil, por isso, no terceiro ano intensifiquei ainda mais minha rotina de estudos e já iniciei cursinho no período noturno. Estudava durante dia em escola pública, na minha cidade e a noite ia até a cidade vizinha fazer cursinho. A rotina era exaustiva e mesmo tendo estudado muito, não passei. No ano seguinte continuei indo todas as noites para a cidade vizinha no cursinho, mas possuía a manhã e a tarde livres para me dedicar aos estudos, com o fim do ensino médio. Novamente, foi uma rotina exaustiva, com muito estudo e dedicação, mas sem êxito. Ao fim do ano, pensava em desistir da medicina, tentar outro curso, mas minha família e namorado me mantiveram em pé e com força para continuar. Em janeiro deste ano, decidi fazer o Super Intensivo para a Unioeste, no Alfa e após conhecer o curso, decidi mudar minha rotina e estudar lá. Então me mudei para Cascavel, à 400 km de distância dos meus pais, e comecei o extensivo um tanto apavorada, por toda a mudança que isso representou na minha vida e porque parecia que estava muito atrás dos meus colegas. Mas ao mesmo tempo estava confiante, pois as aulas e os professores eram ótimos! Aprendi, no Alfa, que a disciplina e a organização nos estudos são tão importantes quanto a matéria! O plano de estudo, que fiz com a Rosecler, foi seguido à risca e me fez melhorar e me preparar bem em todas as matérias. Assim, estudando, me dedicando e com disciplina, consegui minha tão sonhada aprovação! Obrigada por tudo!

26/08/2016 - Laura Signori

Medicina UFPR

Laura Signori

"Sonhos determinam o que você quer. Atitudes determinam o que você conquista."- Aldo Novak. Durante o meu Ensino Médio, as dúvidas sobre qual curso escolher foram inúmeras, mas, com a ajuda da equipe do Colégio Alfa, decidi, no meu terceirão, cursar Medicina. Sabia que o caminho não seria fácil e decidi não poupar esforços desde o começo. Prestava atenção em todas as aulas, fazia o integral a tarde, revisando a matéria e resolvendo exercícios, ia em todas as revisões de sábado e fazia todos os simulados, pois neles eu consegui perceber claramente os meus erros e dificuldades e procurava melhorar. Abri mão de muitas coisas, festas com os amigos, fins de semana com a família, jantares e viagens. O acompanhamento de toda a equipe Alfa, em especial do Tio Luiz, da Rosecler, da Noilma e do Joãozinho, foi fundamental, sempre avaliando os meus resultados e me aconselhando das decisões. Além disso, o papel dos professores foi crucial para a minha conquista, sempre dando o melhor de si para passar todo o conteúdo para dos alunos, tirando todas as minhas dúvidas e me explicando o que eu não havia entendido. No final do ano, prestei o vestibular da UFPR e passei para a segunda fase e, a partir dali, foquei nas específicas para fazer a prova. Infelizmente, não passei na primeira chamada, mas, como dizem, a esperança é a última que morre. No começo de 2016 eu ainda não havia sido chamada, por isso decidi começar e o extensivo, mais focada e dedicada do que no último ano. No mês de abril eu soube que havia liberado uma vaga e que eu era a próxima da lista, agora eu só dependia dos responsáveis pelo vestibular me chamarem. Todos os dias eu escutava de alguém que eu não precisava estar ali e que eu podia só esperar, mas o sonho da Medicina era tão grande que eu não queria deixar a sorte ou os outros decidir, eu queria ter certeza que conseguiria ser médica. E foi assim até o dia 29 de julho, o dia em que saiu a chamada, o dia em que meu corpo inteiro tremia, que as lágrimas não paravam de escorrer e que a felicidade não cabia dentro de mim. eu só tenho a agradecer aos meu pais que me proporcionaram tudo isso, aos meus amigos que nunca me deixaram cair, a toda a equipe Alfa que me auxiliou e a todos os meus professores. E deixo um recado para os que estão tentando: o esforço vai ser gigantesco, a abdicação de muitas coisas é necessária e o sofrimento, às vezes, te faz pensar em desistir, mas no final, a realização do seu sonho faz tudo isso valer muito a pena! Eu fiquei na fila e a minha hora chegou! O caminho é longo e difícil, mas a vitória é certa!

18/08/2016 - Felipe Bracovescz Mordhost

Medicina UEPG

Felipe Bracovescz Mordhost

Em 2014 terminei meu ensino médio decidido que queria cursar medicina, os dois vestibulares que eu havia feito me mostraram que logo eu poderia alcançar meu objetivo, aumentei muito minha pontuação no terceiro ano do ensino médio. Em 2015 fui morar em Ponta Grossa e fazer cursinho para alcançar a vaga na UEPG, estudei bastante e estava confiante que iria passar. Infelizmente não aconteceu como eu planejava, no meio do ano fui bem, mas ainda faltaram muitos pontos para passar. No final do ano diminui meus ritmos de estudos e obviamente sofri o resultado disso, minha nota abaixou. Já havia acabado meu cursinho em Ponta grossa e ainda restavam os vestibulares da UEM e UNIOESTE que ocorreriam em janeiro e fevereiro. Não queria ficar estudando só em casa pois sabia que não teria disciplina pra isso, então procurei o Alfa e fiz um superintensivo de 20 dias para a prova da Unioeste. Ao chegar nesse colégio tive uma grande surpresa, apesar de sempre estudar em cursinhos bons nunca vi tanta organização e entusiasmo durante as aulas. A diferença do Alfa está na organização e na motivação que passam para os alunos. No começo do ano eu voltaria a estudar em Ponta Grossa, o cursinho lá era muito bom e eu tinha 100% de bolsa garantida, porém o que eu tive no superintensivo me fez mudar para mais de 800km distante de casa para conquistar a vaga em medicina.Nunca estudei tanto quanto eu estudei no Alfa, o acompanhamento com plano de estudos e os simulados fazem toda a diferença, em 5 meses eu estudei muito e consegui ser aprovado em medicina na UEPG, a universidade desejada. Agora é só esperar começarem as aulas. Agradeço a todos que fizeram parte dessa conquista, a todos os que foram meus professores e a Noilma principalmente que acompanhou meus simulados e os planos de estudo. Obrigado por me proporcionarem essa conquista!!!

08/08/2016 - Nathalie Caroline Dos Santos Lourenço

Medicina - Unioeste FB

Nathalie Caroline Dos Santos Lourenço

Quando terminei o ensino fundamental e decidi amadurecer o sonho de fazer Medicina, a diretora da escola em que eu estudava me disse que se eu quisesse passar teria que ir para o ALFA. Conversei com os meus pais e eles decidiram que essa era a melhor opção. Cheguei no ALFA no primeiro ano do ensino médio e, como muitos outros, tomei um susto. A rotina era totalmente diferente do que eu estava acostumada. Mas aos poucos fui pegando o ritmo e seguindo as orientações da equipe de profissionais maravilhosa que o colégio possui. Já no segundo ano do E.M. fui aprovada em Odontologia na Unioeste de Cascavel, o que, para mim, foi um incentivo imenso. No terceiro ano caiu de vez a ficha, tudo que eu tinha estudado até ali tinha que ser revisado e as dificuldades precisavam ser superadas. Estudava dia e noite, fins de semana, semanas de descanso, feriados e até mesmo nas férias. Fazia todos os simulados, aula de redação particular, não faltava nas revisões de sábado e me esforçava ao máximo para não perder nenhuma aula. Sabia que seria não seria fácil conquistar minha vaga. Nesse ano eu estudei MUITO, mas não consegui passar. Na verdade, eu passaria em uma estadual no Mato Grosso, mas acabei não indo na chamada presencial e perdi o vaga, o que me desestabilizou muito no começo do primeiro ano de cursinho. Enfim, tive que buscar forças e continuar em frente, afinal não desistiria depois de tanto esforço. Fiz um ano de extensivo, dessa vez frequentando um curso de física (que era a minha maior dificuldade) e me dedicando aos conteúdos que eu não me dava muito bem, mas sem esquecer dos outros. Então, após meses de estudo e dedicação, no dia 12 de fevereiro de 2016, numa tarde de sexta-feira, vi meu nome na lista de aprovados em Medicina na Unioeste de Francisco Beltrão. Foi a melhor sensação da minha vida. Pouco tempo depois veio a chamada presencial na UFPR-Toledo, na qual viriam a me chamar. Foram duas aprovações em duas universidades públicas, eu que esperei tanto pela minha vaga, conquistei duas. Isso tudo só foi possível graças ao imenso apoio que tive da minha família, dos meus amigos e de toda a equipe do ALFA. Hoje eu realizo meu sonho diariamente e acredito que uma das coisas mais valiosas que o ALFA me ensinou é que quando temos um objetivo, precisamos correr atrás até conquistá-lo, sem desistir perante dificuldades, dúvidas e incertezas. Precisamos acreditar em nós mesmos sempre, continuar na fila e ter a certeza de que nossa recompensa vai chegar e vai ser maravilhosa!

13/06/2016 - Kassem Mohamed Handous

Medicina FAG

Kassem Mohamed Handous

"Se enxerguei mais longe é porque estava sobre ombros de gigantes" - Newton. Chegou a hora de agradecer, e de expor a minha opinião sobre essa nova conquista. Estou imensamente feliz por ter conseguido alcançar o sonho de cursar medicina. Grande parte desta conquista se deve aos meus professores. Quero agradecer a todos eles, à minha família que sempre me apoiou ao decorrer do cursinho, aos meus amigos que sempre mostraram sua crença em mim. Sem eles eu não chegaria nem perto de onde estou. Além disso, como todos sabem da minha crença, agradeço a Deus por ter ouvido as minhas preces, e me mantido forte durante os anos de estudo. Mas, acima de tudo, quero dizer a vocês que não, a vaga que alcancei não é inteiramente fruto de meu mérito e esforço. Vivemos em uma sociedade de injustiças e privilégios. Se eu consegui minha vaga, grande parte disso de deve ao fato de que nasci em uma família de classe média, que teve condições de reconhecer a importância do estudo e que pôde pagar ótimas escolas e cursinhos. Na minha condição, eu não precisei parar de estudar para trabalhar e ajudar com os gastos em casa, eu não precisei me preocupar se haveria almoço na mesa, eu não precisei sacrificar o estudo dos meus irmãos. Essa não foi a minha realidade, mas sei que é o que ocorre com muitos que, assim como eu, possuem o sonho de cursar medicina. Então, eu reconheço meus privilégios, estes que me ajudaram a chegar até aqui, e espero que eu possa, no presente e no futuro, ajudar a tornar nossa sociedade em algo mais justo. Espero também que possa, através dessa profissão, tocar a transformar a vida das pessoas. Obrigado, Alfa Cascavel. Vocês foram essenciais na conquista. Sou Alfa!